Uma mãe tem sempre mil radares e preocupações diversas.
Uma mãe sofre por ver sofrer.
Uma mãe chora por pressentir outras lágrimas.
Uma mãe é sempre mãe. Sofre todas as dores.
Minha Mãe do Céu ajuda-nos nesta hora em que o choro me cai rosto abaixo, sem que eu tenha como impedir.

Eu que estava tanto contente, hoje, por ser o dia de todos os Bens com a Defesa do Paráclito... tenho o choro a cair...
Deus disse-me, hoje, que há caminhos duros de passar, mas no fim saberemos ouvir o Silêncio de Deus, em todas as coisas.
Escuta, escuta, presta atenção,
Não se sofre por vontade,
Toma o teu rosto na mão,
E ouve a Maternidade.
O Silêncio de Deus está
Presente nas horas duras
Ouve-O!... Porque Ele dá
Paz às nossas amarguras.
Na missa de uma Igreja,
Ouvi com muita atenção,
A partilha de um sermão.
Que ninguém jamais se veja
Prisioneiro de um sonho
Que se adivinha tristonho.
Nota: criação pessoal alusiva a sentimentos pessoais e à audição da explicação dominical cuja expressão captei e me faz pensar: O Silêncio de Deus, pode ser bem audível, entre quatro paredes de um quarto.