AVSPE - 1 dos 1000 Sonetos

À AVSPE - Meu reconhecimento


 


A glória da Virtual Academia


É vasta p'ra quem nela age então;


Abrem-se portas da alma dos que estão


Junto da Fundadora, maior valia.


 


Poetas e escritores com Estrela guia:


Efigênia que, desde a fundação,


Entende que a flor da união


Se encontra em quem ama a poesia.


 


Aguarela de cantos de qualquer parte;


Sala de escrita em prole da fina arte,


Sorrindo ao vitral do seu planeta.


 


O selo do talento nos assegura


A virtual-real sã conjuntura


Que reconheço ser nobre faceta.


 


Rosa Silva ("Azoriana")


 


In http://www.avspe.eti.br/sonetos/Azoriana.htm


 


É uma honra para mim fazer parte integrante da AVSPE - Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores.


http://www.avspe.eti.br


Bem-haja a sua fundadora e todos os membros.


 


Índice temático: Desenho sonetos

Fri-luso nr. 44 de Outubro

Pode encontrá-lo no site a partir do 1 de Outubro assim como os últimos 6 números no Arquivo:


http://friluso.no.sapo.pt


 


É de louvar o empenho, zelo e o valor poético que Jorge Vicente dedica a um leque de amigos.


 


Bem-haja!

Levem-me, por favor, aqui...

http://www.cm-ah.pt/angrosfera/trilhos-pedestres/serreta/apresentacao.html


 


Quero ver...


Sentir


O Poema natural


Em estado verde


Azul


Multicor


Pleno de feitiço de amor


 


À minha terra natal


Um oásis sem igual.


 


Juro que não minto!


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Abanar a Blogosfera

O blog é interessante


E tem Comissão de Festas


Lógico que doravante


Vastos olhares aprestas.


 


Abanar a Blogosfera


Rever modelos e padrões


Destaques pra quem venera


A escrita e as opiniões.


 


A família bloguista


Em linhas itinerantes


Já faz parte duma lista


Que cativa visitantes.


 


"In Concreto" devia ser


Eleito o principal


O destaque pode ter


Com o selo original.


 


Rosa Silva ("Azoriana")


 


Veja-se http://www.inconcreto.blogspot.com, de Tibério Dinis, que já captou belas imagens da freguesia da Serreta. Também, por isso, atraiu a minha visita frequente ao seu blog.

Serreta & Alcochete

Ontem, o meu filho "Pipoca" e os músicos da Filarmónica Recreio Serretense regressaram da viagem a Alcochete.


 


 


Na página da Câmara Municipal de Alcochete


http://www.cm-alcochete.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/eventos/Arruada_BFR_Serretense_26set09.htm,


cujo título é: Arruada pela Banda Filarmónica Recreio Serretense.


 


Foi uma viagem muito apreciada por todos e em especial para meu filho que, pela primeira vez, viajou de avião para o Continente. Veio encantado com tudo o que viu e muito se divertiu. É de louvar este intercâmbio cultural entre a Região e o Continente com o que temos de melhor.

Político de Excelência - Carlos César

Um discurso bem delineado, concreto e são. Um homem com perfil certo para gerir os Açorianos que hoje deram mais um voto de confiança regional/nacional.


 


Sem sombra de dúvida que Carlos César é, para a Região Autónoma dos Açores, o líder de grande competência e bem-querer.


 


Parabéns nesta hora por mais uma vitória!

Em dia de...

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Oportunidades

Um sonho de fraca voz (continuação)

Ontem, no artigo longo, uma espécie de desabafo, a dada altura vendo que a lista de amigos da Serreta e do que vou blogando já ía longa também, confessei: O meu pecado de agora é não indicar todos (...). Pois é! Há pouco li um e-mail vindo de Artesia EUA, da amiga serretense Maria Genuina (que está longe mas não perde pitada do que escrevo da "sua" Serreta) que transmite o grande entusiasmo em ter conhecido Kathie Baker, no lançamento de livros de amigos, que divulguei anteriormente.
Adorei receber este e-mail e vim logo colocar em destaque também Kathie Baker, que merece e muito o meu agradecimento.
Se se pesquisar no motor de busca o nome Katharine Baker ou Kathie Baker e Azoriana, surgirão artigos com o percurso desta amizade.
Graças a Kathie Baker, que vive nos EUA, sei de muitos eventos cá, conheci e cumprimentei os seus amigos açorianos. Ela conhece e lê mais de mim (até já me ofereceu a tradução do meu - Mar de pedra) do que muitos dos serretenses.
Por minha causa, Kathie Baker bate à porta dos amigos que conhece e dá a conhecer o que vou escrevendo. Isso me incentiva e faz pensar que cá alguém já vai sabendo do meu sonho.
Quem me dera estar no lançamento de um livro meu num salão com a presença dela e de amigos que vissem eu beijar o livro rasa de lágrimas felizes e sem conseguir articular palavra...
Como será morrer sem esse gosto?
Kathie, amiga, o teu nome não apareceu ontem, mas hoje foi artigo longo e mereces toda a minha dedicação.
Grande abraço!
Rosa Maria

Sábado de São Carlos - Angra do Heroísmo

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Bailes, Cantares


Tradições salutares


Morcela da ilha


"Amêndoa Doce" maravilha


Cores da noite no chão


Copos de prazer na mão


No corpo do serão


Festival de balançar


E com o pé acompanhar...


É o som, manta de gente,


Coração de ilha


Contente.


 


 


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Um sonho de fraca voz

A vaidade e a imodéstia são condenáveis. Eu não me considero nem uma nem outra.

Esta entrada serve apenas para me capacitar que nada melhor que a humildade e o amor (partilha e bem-querer). Com isto quero dizer que a mágoa de ontem continua hoje.

Quem amou e quem ama mais a Serreta? Quem lá viveu, quem lá vive e quem de lá saiu mas continuou preso de coração. É este o meu caso e o de tantos que continuam com a boca cheia de palavras de verdadeiro entusiasmo pela freguesia que lhes deu berço.

Chegou-me às mãos um Boletim Informativo - Setembro 2009, da mui digna Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Uma verdadeira e bela mostra do que o seu Concelho tem de bom e de melhor.

Os meus olhos poisaram logo na Serreta. A imagem que me chamou a atenção, talvez captada do ar e a minha do chão durante um passeio a pé em dia de regresso às origens. A imagem apresenta a Serreta de forma diferente: de frente para o mar. Esse mar que a canta todos os dias e que parece estar numa subida até à ilha Graciosa.

É um prazer verificar que alguém gostou da Serreta nesta perspectiva, tal como eu.

Mais à frente, nas páginas do Boletim encontro rostos conhecidos do meu primeiro lar e fico contente. Afinal a Serreta é sempre a Serreta onde nasci. Conheço a paisagem mesmo de olhos fechados.

Conclusão: Desculpem a minha imodéstia. Depois de tanto escrever a gosto e divulgar a Serreta fico imensamente triste... Não há uma linha numa folha impressa com cores lindas, vistosas e com letrinhas da minha página, blog... É essa pena que levo para a tumba.

É de mau tom andar-se sempre a pedir isto ou aquilo. Já pedi muito inclusive um Prefácio... Talvez a morte traga todas as palavras que já não lerei feliz. Talvez seja ela a única que traga aquelas coisas que em vida excepcionalmente temos.

Para não me acusarem de vaidosa ou imodéstia termino este desabafo com um forte aplauso ao SAPO, a João Marcelino, a Porfírio Domingues, a Luís Bretão e a Bruno Mão de Ferro (em São Carlos, onde resido actualmente), a João Rocha, do Jornal "A União", que a meu pedido divulgou alguns artigos sobre a Serreta, a José Ávila da Tribuna Portuguesa, a Jorge Vicente do jornal Fri-Luso, a Clarisse Barata Sanches de Góis que foi quem conseguiu a edição da nossa "Desgarrada de Além-Mar" com as nossas 500 quadras improvisadas por correio electrónico, a Paula B. Belnavis - a Joanina, o Luís Nunes, a Chica Ilhéu, o Agostinho Silva e Carlos Henriques e amigos de Parada de Gonta, a Victor Santos, a Maria Genuina que sempre comenta a "sua" Serreta sendo emigrante nos Estados Unidos, Félix Rodrigues autor do poema "Serra pequenina", o amigo "Fisga" comentador assíduo, o Jorge Gonçalves da Galeriacores, o F.F.F. do Futebol, Gente e Toiros, Pedro Moura do Bom Dia Açores, a "artesã", etc.

O meu pecado de agora é não indicar todos os que me acompanham nas linhas do blog e páginas, mas eu sei quem são e dedico-lhes apreço e muito lhes agradeço.

Finalmente a minha pena é não preservar a "minha" Serreta em LIVRO. Será que sou digna de tamanha felicidade?



Quero gritar bem alto

O meu Amor

Serena flor

Da natureza.



Parabéns, Angra do Heroísmo, nosso belo Concelho!

Portugal

Açores

Ilha Terceira

Feliz e Festeira.



Rosa Silva ("Azoriana")

Estou magoada com...

Uma série de coisas que acontecem e que vou topando a cada clique.


 


A ingratidão e a indeferença de quem nem repara no que se produz por amor à camisola.


 


Estou magoada com descobertas que magoam o percurso do meu blogar.


 


É o meu dia de ficar na minha "conchinha".


 


Logo hoje, que é dia de aniversário do meu filho adulto.


 


Parabéns!

São Carlos - Cantoria das Gerações, 24/09/2009

Nove ilustres cantadores
Num leque de gerações
No Lugar que nos Açores
Chamou nossas atenções.

Em noite de Cantoria
Vinte e quatro de Setembro
Brilhou pelo fim do dia
Parceria que relembro.

Dois a dois foram içando
Os dons e a sua fama
E com aplausos ganhando
Os risos de quem os aclama.

Três eram de São Miguel
Um deles o mais antigo;
E São Jorge no painel
Teve um cantar de amigo.

Em dia de aniversário
Recebeu grande festejo
E aqui no meu diário
Deixo abraço ou beijo.

Esta data não esqueço
Véspera da do meu filho
E ganhou o meu apreço
A cantar ele teve brilho.

Da nossa ilha Terceira
Quatro cantadores honrados
Entre eles a cantadeira
Que cativa mais agrados.

Por ser a nova mulher
Com garra e à-vontade
Tenha o mote que tiver
Conquista popularidade.

Acho que irá ter futuro
No traquejo do despique
Virá tempo mais seguro
Com o verso sempre a pique.

O cantar de improviso
Perante um adro cheio
Pode turvar o juízo
Quando a rima vai a meio.

Eliseu estava atento
E foi feliz cantador
Que a todo o momento
Lhe deu um grande valor.

Acho bem o incentivo
Do mais velho p'ró mais novo
E também um bom motivo
P'ra animar o nobre povo.

Do Canadá, Montreal,
Veio outro dos cantadores,
Que preza o ideal
E a arte dos Açores.

Se eu quisesse tinha aceite
O convite da Comissão
Mas a água e o azeite
Fazem sempre separação.

Por mim, canto na escrita,
E não faço revisões
Se é feia ou bonita
É fruto de ocasiões.

Agradeço simplesmente
À Comissão do Império
Que sorriu, certamente,
À escolha a seu critério.

Não posso falar de uns
Porque só ontem os ouvi
Entre estes havia alguns
Que deram muito de si.

A idade é traiçoeira
E consigo traz tristeza
Na nossa ilha Terceira
Reina uma fortaleza.

João Ângelo é o herói
E não lhe ponho defeito
Porque ontem então foi
O que me fez mais efeito.

Naquele olhar risonho,
Naquele modo especial
Para todos é medonho
Levanto o riso geral.

Cantar assim ao relento
Nas nossas festividades
Aliado ao talento
Das espontaneidades
É sorte e é provento
Das nossas variedades.

Dou vivas à Comissão
Que junto os Cantadores
Numa festa de emoção
Com eco além Açores
Uma beleza de serão
Que merece mais louvores.

São Carlos: festa famosa
Com dilúvio de gente
Quer em rima quer em prosa
É alto e competente
E nos versos desta Rosa
A prima festa presente.



À Ceia dos Cantadores
Fui pela primeira vez
Ó gente de grã valores
Que satisfação me fez
Na partilha de sabores
Da última festa do mês.

O gosto da Irmandade
É doar em sã partilha
É fazer da Caridade
O prato forte da ilha
Saber que a Divindade
O coração nos perfilha.



Divino Espiríto Santo:
Coroa, Ceptro e Bandeira,
Fazem do Lugar encanto
Chamam a ilha inteira
Um tanto de cada canto
Em São Carlos da Terceira.

Rosa Silva ("Azoriana")

Alcochete & Serreta

A Filarmónica Recreio Serretense está de visita a Alcochete, de 23 a 28 de Setembro 2009.

Um comentário que merece destaque de artigo

fernando fernandes, deixou um comentário ao post A natureza às 09:47, 2009-09-24.


 


Comentário:


Azoriana o que pensas?


o amanhã será numa campa


nela será deitada pelo Homem


conformado nas suas imprudências


Aviso nele como se flagelo de chamas


não adianta ter tanta lei e ciência humana


A indiferença da diferença do dia duma realeza


enquanto o amor por Deus tiver lágrimas e blasfémias


serão julgamentos consumados pelas leis da nossa  natureza


 


 


 


 


 


Obrigado e gostei do teu Blog


parafraseando " enquanto o Homem sonha o mundo pula e avança"

OBRIGADA

Ao SAPO


 


À Equipa que trabalha sem olhar ao relógio para satisfazer todas as nossas exigências e/ou pedidos.


 


Aos amigos e visitantes


 


É graças a estes incentivos, digo DESTAQUES, que a gente continua com o SAPO que por nós actua.

Olá! Estás bem, filho?

De vez em quando avisto o meu primogénito por Solos do Alentejo (para lá do Tejo, a perder de vista). Escusado será escrever que nunca pensei que um rebento meu fosse tão longe mas parece que outros ares se levantaram e lá foi ele. Foi em 5 de Setembro de 2005 (05-09-05) e apenas a espaços voltou do - Primeiro adeus.



Está a três dias de comemorar mais um aniversário. O primeiro ausente foi
assim, o segundo, o terceiro, o quarto foi no dia da minha quadra estreia (ele lá e eu cá) no Pezinho de São Carlos junto de alguns cantadores de improviso, quando ainda não estava na minha actual residência. Nas vésperas do quinto haverá, se Deus quiser, o amanhã (quarta-feira importante demais para a família) e a próxima quinta-feira do Pezinho e Cantoria ao Desafio em São Carlos, onde já resido a faltar dois meses para um ano.



Por Solos do Alentejo



Que o Divino te proteja

E que cedo eu te veja

No luar da minha vida.

Tudo se quer para um filho

Que do lar é maior brilho

Se a sua vinda é querida.



Um filho sem sua mãe,

Quando esta lhe quer bem,

É eterna nostalgia.

Quanto maior a ausência

Maior será a falência

Da sua estrela guia.



Filho, não sei explicar,

Esta onda de rimar,

Que se solta amiúde.

Seja esta descoberta

Futuro de porta aberta

Numa nova atitude.



Espero p'lo teu regresso

Por isso não me despeço

Prefiro dar-te um abraço:

Se porventura me leres

Deixa um dos teus dizeres

A quem te deu o regaço.



Rosa Silva ("Azoriana")

A natureza

A natureza não engana e creio que não falha. O que o Homem constrói em anos pode ruir em segundos. A natureza é dona e senhora de tudo. Apenas Deus a ultrapassa em bondade e Amor. Porque será que me veio este pensamento? Talvez porque hoje é um dia sem carros. Não sinto a diferença porque não tenho carro. Mas acho que algo mais me apoquenta. Talvez o amanhã.

Os anos

Os anos tingem a gente

Duma cor mais avançada

E olhando assim, de repente,

Nota-se a cruz já passada.

O leme comanda o navio

Rumo a porto seguro...

Quem cantasse ao desafio

Mas não é o meu futuro.

Olho o mar de alva espuma

Olho a terra que me cria

E não vejo coisa alguma

Que me tire esta mania.

O meu jugo é rimar

Dando luz à alma inteira

Já não consigo travar

O que baila à minha beira.

Aprendi desde criança

O gosto pela melodia

Que hoje é franca herança

Como o sol é para o dia.



Rosa Silva ("Azoriana")

Poema de Euclides Cavaco

http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Delicadeza/index.htm


 


Um poema acutilante


Deveras educativo


Que nos dá o emigrante


Delicado e intuitivo.


 


Ainda bem que encontrou


A dama "Delicadeza"


Porque sei que a salvou


P'ra ser nova, sã e ilesa.


 


Rosa Silva ("Azoriana")


 


Resposta recebida:


 


Fico muito agradecido


Por ter de novo m'recido


Esta sua gentileza


Com os seus versos de agrado


Que tanto deixam honrado


O tema DELICADEZA.!...


 


Euclides Cavaco


 http://www.ecosdapoesia.com

Lembrete

O dia nasceu cinzento

Mas uns pinguinhos, sem vento,

A gente até tolera.

O que faz inquietação

É o que li na "União"

Que não estava à espera.



As coisas são como são,

Cada um tem a visão

Do tamanho do seu olhar.

Por mim, cá vou andando

Ora rindo, ora chorando,

A ver o tempo passar.



O que inquieta somente

É ver que tão de repente

A morte leva alguém;

Os vivos têm esperança

Vão tombando sua herança

Até não verem vintém.



O pior são tristes bocas

Que no fundo ficam ocas

Sendo a vida uma passagem.

Se fez bem é porque fez,

Se fez mal fica na vez

De levar em derrapagem.



Mas onde quero chegar

E andei a vaguear,

Perdendo alguns valores,

"Assaltos" ao meu diário

Fazem mossa no fadário

E guardo nos bastidores.



Eu nem sou mulher ruim,

Gosto muito de alfenim

Mesmo sem puder provar;

Mas se viro do avesso

Algo vem em arremesso

Com a alma a chorar.



Rosa Silva ("Azoriana")

Surpresa bonita, de Clarisse Barata Sanches

O MEU LOUVOR



Quem faz desenhos à pena

Com talento e com carinho,

Tem mão segura e serena:

Será a de Humberto Pinho?



Ao ver Góis dentro da Paz,

Vindo da Ilha Terceira,

Eu nunca serei capaz

De agradecer à maneira...



E junto a um Bispo Primaz

D. Gil António Moreira?!

Muito mais honra me faz

Essa Nação Brasileira!



Bem- haja Rosa Maria

Pela sua simpatia

E do blog ao seu Autor.



Pelo bom gosto que têm

Eu só posso dizer bem

E enviar-vos um louvor!



Abraços de

Clarisse Barata Sanches - Góis -Portugal

canticosdabeira a 30 de Abril de 2008

Parabéns ao Simão!

Simão não te vou esquecer


Porque nasces numa data


Que acaba mesmo por ser


A minha na forma exacta.


 


Um de Abril, dia de petas,


Cá pela nossa Região,


E vou-me deixar de tretas:


Quero dar-te a Ovação!


 


Parabéns aos teus papás


Pela vinda tão querida


És um jeitoso rapaz


Com lindo sorriso à vida.


 


Eis a prenda que te dou


Nesta hora repentista


E feliz também estou


Por estares assim à vista.


 


O blog dá boas-vindas


Ao menino importante


Se não são as quadras lindas


Sejas tu mais radiante.


 


Dou-te agora uns beijinhos!


Simão, ó lindo bébé,


Que merece mais carinhos


Por ser filho de quem é.


 


Rosa Silva ("Azoriana")


 


In comentário de: http://blogs.blogs.sapo.pt/120614.html

Hélio Costa

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Já começam os escritos

Dos temas tão eruditos

Bendizendo o Carnaval.

Quem leva isso a peito

Sabe dar-lhe bom efeito

E o tom de festival.

Hélio Costa, o autor,

Poeta e grande escritor

De linhas da diversão,

Do papel que bem apura

Os dons da nossa cultura

Nos ares duma canção.

É sortida a sua graça

Em cada ano que passa

Nos dá palcos de folia

Entre palmas e mais risos

Os valores tão precisos

Para alegrar cada dia.

Viva todo aquele que gosta

De ver sua mesa posta

Do sabor carnavalesco

Rima brava, verso fresco

Que ao coração encosta.



No livro que nos legou

Alguma água brotou

Do olhar da terceirense

Que por mais que uma vez

A sua leitura fez

Da pérola que lhe pertence.

Hélio Costa tem enredo

E nada lhe mete medo

Pelo treino que já tem.

Cada folha é tecida

Como uma jóia querida

Que lhe fica muito bem.

O Carnaval da Terceira

Está sempre na dianteira

Faça frio ou calor

Ferve na alma da gente

Vindo de antigamente

Numa lava de fulgor.

Há quem tema o futuro

Que se avista inseguro

Sujeito a males profundos

Mas os versos são fecundos

E desde já os procuro.



A nossa ilha Terceira

É uma tristeza inteira

Sem danças e sem touradas

Sem pastores no caminho

Sem cantadores e Pezinho

Fogem suas gargalhadas.

Preservem a diversão

Sejam rosas em botão

Por caminhos e ruelas

Façam festas de sucesso

E delas não me despeço

Nem das nossas rimas belas.

Se desta vida me for

Ou não mais tiver valor

Juro que levo uma pena

Uma saudade infinita

Da toada mais bonita

Que ouço desde pequena.

Eu nunca fui numa dança

Perdida na esperança

De tal me acontecer.

De sonhos só sei viver

No meu canto de bonança.



Rosa Silva ("Azoriana")

São Carlos prepara-se para o Divino

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Louvo grato esforço humano


Deste Povo Açoriano


Que o Divino proclama;


O "N" está na DespeNsa


E nosso olhar compensa


A beleza que nos chama.


 


O Império do Divino


Se junta ao brado do Sino


Nos preparos desta Festa;


A comissão e ajudantes,


Se esmeram p'ros visitantes


E a obra se manifesta.


 


Serrotes e o martelo,


Pregos tornam tudo belo


Com empenho dos locais;


O seu Grupo Desportivo


Anima o centro festivo...


Gabá-lo nunca é demais.


 


Gente nobre e leal


Em vésperas de arraial


"Festa Redonda" e "Morcela",


Alfenim e prova de Queijo,


Carne e pão bento a desejo


E mais a Tourada bela.


 


Viva São Carlos de agora


E toda a população


Tanto hoje como outrora


Junta o gosto à devoção.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Manhã de sábado

O Sol brilha na janela


E eu ainda estou deitada


Imaginando a aguarela


Da princesa madrugada.


 


Levantei-me a pensar


No verso que assim me sai


Com bom Deus a inspirar...


Tenho fé no Filho e Pai.


 


Um abraço nesta hora


Da nossa linda Terceira


Fiquem com Nossa Senhora


Nossa maior Padroeira.


 


Estes versos inspirados


P'la doçura deste dia


Sejam momentos lembrados


Da Rosa com simpatia.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

O nascimento de uma alegria!

Blogue AZORIANA com novo visual


 


Sou o "Template do Mês"


Made p'lo amigo SAPO:


O Pedro de quando em vez


Vai testando o novo "papo".


 


"Azoriana" deste lado,


Esfrega as mãos de contente


Com o olho arregalado


E muito mais sorridente.


 


Venha o fim-de-semana


Com os ares enfeitados


Do blog d'Azoriana


Com uns versos humorados.


 


O Setembro é francamente


Um mês pleno de festejo;


De São Carlos p'ro Continente


Tantos sorrisos já vejo.


 


Visões de mar ondulado


Pela brisa da manhã


E um sonho ancorado


Ao SAPO do qual sou fã.


 


Minha rima, meu luar,


Meus sonhos por entre ramos...


São escritos a navegar


Que ao mundo dedicamos.


 


Somos hinos de amor


A um projecto de vida;


Somos "post's" com fervor


Duma força invencida.


 


Somos rocha, sã argila,


Somos prata de alto-mar


Somos verbo que desfila


No canto do nosso olhar.


 


Rosa Silva ("Azoriana")


 


OBRIGADA, Pedro!


OBRIGADA, SAPO!

Festas do Império de São Carlos 2009

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Já estão divulgadas no jornal "A União" de hoje.


 


Atrai-me especialmente o Pezinho e a geração de Cantadores de cá e de mais além.


 


Eu não posso prometer


Que irei à Cantoria


Desde já posso dizer


Que me dá muita alegria.


 


Ao Sr. Paulo José


Escrevo minha cantiga


Por ser homem de fé


E uma pessoa amiga.


 


Que a Festa seja franca


Bordada de lindas cores


Alfenim, e pomba branca


Afastem todas as dores.


 


Em São Carlos ora estou


E pela primeira vez


A minha quadra içou


Há um ano, neste mês.


 


Recordo Luís Bertão


Tão jovial no Pezinho


Um abraço de coração


Por todo o seu carinho.


 


Os ares da Cantoria


Alegram as nossas vidas


Adeus até aureo dia


De vastas quadras queridas.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Boa sorte, Katharine Baker & Friends

No lançamento de livros pela Califórnia:



San Jose - 20 de Setembro


San Leandro - 23 de Setembro


Tulare - 24 de Setembro


Artesia - 26 de Setembro



Conferir horários aqui:


http://www.mycalifornianfriends.com/receptions.htm



Desejo que os eventos sejam um sucesso. Good luck!



Rosa Maria

Nostalgias...

Vinha eu toda empenhada a escrever um artigo através do telemóvel e nisto... zás, foi-se o texto todo. Nem as tecnologias modernas aguentam com a nostalgia de alguma prosa. Deixa cá ver se me recordo o que os dedos iam captando da mente que raramente pára...



Hoje, cedo, no café habitual lancei o olhar à revista domingueira DI,  de

13.09.09, na sua página 18, Folhetim 435, de Fagundes Duarte - "Em memória das figueiras da Fajã", e logo me saltaram uma data de letrinhas saudosas de outros tempos. Juro que a outra escrita estava muito melhor que esta porque corria ao sabor instantâneo das ideias. Adorei ler aquele Folhetim.



A minha nostalgia prende-se com a saudade das vozes que faltam nas casas alvas de neve; da algazarra da "canalha" (crianças felizes) por aqueles quintais agora desertos; das rosadas maçãs, das saborosas e sumarentas laranjas (de umbigo) do pomar de meu pai; dos berlindes (bolachas especiais) da tia Belmira; da pia de pedra onde a água cantava logo cedo e me deixava a barriga toda molhada; e tanta, tanta coisa que agora só pode molhar o rosto inteiro de lágrimas... Mas o que lá vai, lá vai e não se vê forma de voltar a ver-se a produtividade de outrora mesmo nos cerrados da Fajã.



Hoje, não apetece (ou não há) quem pegue num "foicinho" e desarme as silvas dos valados. Talvez a troco de um grande punhado de euros e mesmo assim penso que com máquinas sofisticadas que dão cabo do joio num ápice. Lembro que gostei imenso de ver o aspirador automático a limpar os restos dos tapetes de flores no percurso da procissão... Coisa linda! Antigamente, mal acabava a procissão da Senhora dos Milagres, iam, em bando, mulheres e homens, com vassouras, apanhadeiras e sacas de lona, juntar tudo o que restava e que embelezara o caminho da Senhora por umas horas. Valha-nos a nova maquinaria! No entanto, dá cá uma nostalgia ver que já nada (ou quase) é como dantes. E éramos todos mais felizes, suponho, porque num ambiente mais caseiro e fraterno.



Só não lembro bem é dos figos da Fajã nem da Tia Guilhermina da Fajã...

Recordo melhor da compota de figos que vinha de Santo Amaro do Pico, em frascos que aguentavam um inverno e nos deliciavam o paladar e desgrenhavam a saudade... Há memórias e nostalgias aos molhos e por causa delas choram nossos olhos...



Rosa Silva ("Azoriana")

À Junta de Freguesia de São Mateus

Aproveito esta maneira

Para uma mensagem dar:

Sou nascida na Terceira

E gosto de ver o mar.



Lindo é o mar de S. Mateus

Com o seu porto de abrigo

E nestes retalhos meus

Vai um conselho amigo.



"Freguesia aonde nasci"

É soneto de Angelina,

A "Turlu" que sempre ouvi

Ser a cantadeira fina.



Urge alguém colocar

Seu poema bem à vista

Naquela zona do mar

Que novo olhar conquista.



Gesto nobre e solene

Em placa ornamentada

Com o seu gosto perene

"Parte marítima" içada.



Gostava de no presente

Ver tal póstuma homenagem,

Saudar o Presidente

Se lhe chegar a mensagem.



Rosa Silva ("Azoriana")

Se me perguntam: - De onde és?

A tendência natural


Que talha o ser humano


É o sítio original


Onde se fez o seu plano.


 


O nosso berço por norma


Prima naturalidade


Mesmo mudando de forma


É nossa identidade.


 


À pergunta: - De onde és?


Balança meu pensamento


Porque da cabeça aos pés


Serretense me acalento.


 


Até Julho de oitenta e cinco,


Tive lá meus horizontes


E relembro, com afinco,


Volta e meia os seus montes.


 


A farinha do moinho;


Pico Maria da Costa;


Silvados e o passarinho


Do chilreio que se gosta.


 


Das silvas vinham amoras


Negras e tão luzidias


Que me alegravam as horas


Da frieza de alguns dias.


 


Os valados da ternura;


Os cerrados produtivos;


A lembrança da fartura


Enquanto os pais foram vivos.


 


Dos Altares pra Santa Luzia,


São Pedro e Corpo Santo,


Pra todo o lugar que ia


Serreta era o meu Canto.


 


Novembro, dois mil e oito,


Em São Pedro novamente,


Num lugar que é mais afoito


À rima que me vem rente.


 


Folhadais é a Canada,


De São Carlos o Lugar,


Que julgo não tarda nada


Ao Divino vai orar.


 


Deseja ser freguesia,


A vigésima da Terceira,


E alegre se fazia


Tecer a nova Bandeira.


 


Para dizer com franqueza


E convicta do que digo:


O berço, por natureza,


É o cheirinho amigo.


 


E feliz fui no meu canto,


Mesmo com algum desnorte,


Também fui no Corpo Santo


E talvez na minha morte


Se da Serreta um tanto


Do fim seja a minha sorte.


 


Se não for essa a sina


Nem o bem que eu desejo


Acato o que Deus destina


Com um abraço e um beijo...


Serreta sempre menina


De caracóis eu a vejo.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Artigos re-editados e "tagados"

Agradeço muitíssimo aos membros de Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, de Angra do Heroísmo, pela disponibilidade da sala de computadores para que eu tivesse oportunidade de re-editar os artigos com a colocação de "tags" de acordo com o assunto de cada um. Isso não me era de todo possível noutro local.


 


Bem-haja!


 


É de elogiar esta forma de servir a população dando um espaço que prima pela boa organização.


 


Situada no Corpo Santo onde passei alguns anos da minha vida.


 


Confira a beleza do seu espaço na internet:


 


Junta de Freguesia da Conceição

Em Angra do Heroísmo um centro de cultura e valorização.

Marca do dia: a minha alegria!

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Graças à boa vontade de João Rocha, do Jornal "A União" (http://www.auniao.com), saíram as catorze sextilhas, com rima em terceto, na página nove, do nº 33.961, quinta-feira, 17 de Setembro de 2009, cuja publicação foi anterior à do blogue. Há acontecimentos que me fazem ficar feliz, este é um deles. Muito obrigada a João Rocha (http://www.auniao.com/noticias/index.php?col=61).



Termina assim, para mim, a festa deste ano. Hoje ainda há uma vacada no Pico da praça. Ontem foi a tourada à corda na estrada principal. A população amante da festa brava encheu o arraial, muros e janelas. O terceiro toiro, mesmo defronte de onde eu estava, fez cair algumas cancelas proporcionando um belo espectáculo, sem danos pessoais. Apenas alguns "ais" mais fortes se ouviram e até foi alcunhado de "novo toiro das mulheres" porque a sua galhadura quase atingia as que estavam na mira dele, sentadas no muro. Uma tourada de sucesso, diriam alguns. Adorei ver e assistir a estes bravos momentos. Captei imagens que ainda não conseguir publicar. Talvez mais tarde, caso tenha possibilidades.



Parabéns à mordomia cessante e faço votos que os próximos mordomos (dois rapazes e duas raparigas) tenham bom sucesso na festa profana. A religiosa está a cargo da comissão do Santuário de Nossa Senhora dos Milagres que, em conjunto, fazem com que a Serreta seja muito concorrida nestas semanas de Setembro.



Graças também ao amigo SAPO, detentor de tudo quanto vou criando e que merece um grande agradecimento, fiquem com a minha "OPunião" sobre a Festa da Senhora dos Milagres da:



Serreta 2009



Mais um ano que passei

E novamente acertei

O relógio da Saudade:

As horas foram seguidas

E as promessas cumpridas

P'la nossa Comunidade.



A Serreta atraiu

O povo que foi e viu

O seu ar de brilhantismo:

O empenho foi geral,

Dos Mordomos especial

Pela ordem e civismo.



Trouxeram do Continente,

Para animar nossa gente,

Umas toadas mexidas:

"Dakamusica" e "Magui",

"Manolo", outro que ouvi

Após três Marchas sortidas.



Nossas Marchas Populares

De alegria exemplares,

Tiveram um bom efeito:

"Olé, Burra Branca" e "Fado"

"Desfolhada" com agrado

E os músicos a preceito.



Reinou a cor da alegria

Na Serreta, freguesia

Da Mãe do nosso Divino;

Relembro então da estreia

Perante toda a assembleia

Do novo poético Hino.



Do velho a despedida

Que é sempre conseguida

Com palmas da multidão;

Agora tenho a certeza

Que os Hinos têm nobreza

E ficam no coração.



Outra vertente da Festa,

Ao atento, que lhe presta

Particular afeição:

Foi o Jardim de Maria

Que o Santo Templo urdia

De aromas da devoção.



São as cores da natureza

Padrões de real beleza

E a melhor prenda local:

Enfeitam também as almas

Que em silêncio dão palmas

À Rainha Universal.



No regaço da canção

A Tourada fez questão

De juntar um mar completo

De cores e esperança,

De amores em bonança

No Pico do nosso afecto.



Bodo de leite lembrou

O que para nós ficou

Passeando na memória:

"Matança" e apetrechos

Não se lhe põem os fechos...

São vitrinas da História!



Resta-me agradecer

A quem me deu o prazer

Da rima à minha maneira:

João Rocha, d'"A União"

Entendeu minha missão

Em cantar a Padroeira.



Deus seja sempre louvado

Com Sua Mãe a seu lado

Para nossa protecção:

A Serreta é beijada

Pelo sol da madrugada

E pelo novo refrão.



Viva Álamo Oliveira,

Antero Ávila, à sua beira,

Em harmonia suave:

A Senhora da Serreta

Dos Milagres, na etiqueta,

Sorriu à doce clave.



Ano de dois mil e nove,

De Setembro que comove

A zona Oeste da ilha,

E o corpo emigrante

Que na alma doravante

Connosco a Vida partilha.



Rosa Silva ("Azoriana")

2009/09/16

Soneto de Efigênia Coutinho

Soneto comemorativo do 3º aniversário da AVSPE - Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores


 


Parabéns à Fundadora e a todos os membros desta Academia.


 


Abraços contentes


 


Rosa Silva ("Azoriana")

AVSPE 2009 - NO SEU 3º ANIVERSÁRIO

17 DE SETEMBRO !

Festa comemorativa
Da nobre Academia
Virtuosa e activa
Feliz seja neste dia.

Real virtualidade
Aureo abecedário
Com o selo da amizade
No Terceiro Aniversário.

A toada mais querida
Floresce nos corações
Num hino puro de vida
Na Sala das emoções.
Parabéns à Fundadora,
Poetas e Escritores,
Salvé Sala encantadora:
Brasil, Continente e Açores!

Rosa Silva ("Azoriana")
http://efigeniacoutinhoamigospoetas.blogspot.com/2009/08/avspe-rosa-silva-azoriana.html
http://www.avspe.eti.br/

 http://www.avspe.eti.br/

Tourada serretense

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Em imagens em http://caoleao.blogspot.com de postagem directa

Ante-visão da tourada

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À corda na pitoresca freguesia da Serreta

Vale de amor profundo

À canastra investiu
Bravo dos aficionados
Do Pico então se ouviu
Os tons bem ensaiados.

Na Serreta é assim
Uma Festa triunfante;
Parecia um jardim
De gente tão radiante.

O Sol foi o bom presente
Para alegria taurina,
E teceu a quadra urgente
Na verdura pura e fina.

No alto do bravo monte
Com visão pra todo o lado
Fez-me crescer vasta fonte
Da rima do meu agrado.

Podes crer que sou contente
Cantando a minha terra
E a qualquer residente
Que vive no vale da serra.

Um vale de amor profundo
Com raízes populares
Que dá ao resto do mundo
Razões para cá voltares.

No rosto dos emigrantes
Há um vale de saudade...
Mais agora do que antes
Tendo em conta a realidade.

A força da oração,
Numa união perfeita,
Aliada à tradição
Faz a gente satisfeita.

Rosa Silva
Ao vosso dispôr

Com rimas para uma imagem em
http://fotos.sapo.pt/bfBeigqRoFwa0ABta4ii

Versos para Drª Andreia Cardoso, uma flor de alegria!

Sorriso apaziguante

Na postura feminina:

Honra Angra e o visitante

Na labuta que domina.



Candidata à Edilidade

Na nova força feliz

E p'ra dizer a verdade

É nosso povo que o diz.



Dos Altares a S. Sebastião,

Freguesias do Concelho:

A boa disposição

De Andreia e seu conselho.



Governar com um sorriso

E um toque de ternura:

É tudo o que é preciso

P'ra nova legislatura.



Força, Andreia Cardoso!

Que luta por um ideal

O seu jeito harmonioso

Embeleza cada local.



Um local de Tradições,

De Festas e Romarias,

De Angra e das missões

Que florescem pelos dias.



Sou fã da sua postura

Do seu sorriso e graça,

De toda a desenvoltura

Que deu ao tempo que passa.



Como utente agradeço

Sua atenção desmedida

E meus versos ofereço

Numa taça bem erguida.



Que tenha sempre sucesso

E ajuda familiar

Porque a favor do progresso

Nada poderá faltar.



O progresso duma vida

Não se mede a breve trecho

É na forma estendida

Da acção que não tem fecho.



Rosa Silva ("Azoriana")



"Uma flor de alegria"

Rectificação

A canastra termo que pesquisei e dizem ser feito de vime de forma a caber uma pessoa. Serve para capiar o toiro que esbarrando nesse cesto, largo em baixo e estreito em cima, por onde o homem espreita e chama o bravo, faz rolar pelo chão, sem magoar caso aquele se enrole e agarre bem às alças do interior.


 


Antigamente este era um divertimento na praça do Pico da Serreta. Este ano foi relembrado da forma possível. Os rapazes novos, sem experiência, não se atreveram mas houve um residente mais velho que deu um ar de sua graça e provocou o riso de quem aprecia esta genuína tradição.


 


É sempre de louvar quem preserva o que de melhor havia.

Pesquisando por Serreta 2009

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Deparei com alguns textos e imagens sobre o fim-de-semana prolongado graças à Serreta.

Ainda não consegui ver o vídeo do "Bom Dia Açores", de Pedro Moura, mas o jornal "A União", onde os meus olhos cairam àvidos de notícias, traz um artigo de página inteira, da autoria de Sónia Bettencourt, que me fez contente. Foi uma dos jornalistas e reporteres que gostei de ver por aqueles festejos, na saga de informação da actualidade serretense. Já a considero uma amiga e apraz-me registar os momentos de conversa que trocámos.

Cada vez mais há um elo saudável entre blogues, jornais e outros meios de comunicação. Quem sabe, um dia a combinar, nos reencontramos, desta feita na Mata da Serreta, sob a paisagem verdejante na calma encantadora.

Obrigada Sónia!

Obrigada a todos que se encantam e escrevem sobre o que um olhar ainda inspira.

A canastra fez brilharete

Serreta

Os mais velhos é que se aventuram à canastra.

Até para o ano...

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Olé!

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Na Praça da Serreta 2009

Festival de cor e magia

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Canta a alma da gente
Em terreiro harmonioso
Um colorido contente...
Fundo verde, fabuloso.
 
Toiro saro de bravura
À canastra logo investe
E ao capinha procura
Que de Olé's ora se veste.
 
Na mira o horizonte
Traço vivo d'esperança
Que abraço bem defronte
Até onde a vista alcança.
 
É este o Coração
Da Serreta tão festeira
Que vive a Tradição
E honra a Padroeira.
 
Rosa Silva ("Azoriana")

Bela Serreta

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Em dia da Tourada Tradicional da Praça ou Curral/Cerrado centenário. São exactamente 160 anos desta Tourada dedicada à Mãe dos Milagres.


 


 


A "Festa Brava" está presente e o blogue "Rabo Torto" deu conta da história que vem dos primórdios deste salutar festejo.


A Serra, o céu, o Pico e a Filarmónica, a canasta, os mordomos e as gentes voltaram a ser a Vida serretense num colorido que dá gosto ver.


Eu adoro isto tudo.


Vá fogo para o ar!

Momentos

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Antes da Procissão da Senhora dos Milagres

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Olhares dourados.


Andor de promessas,
Pesos redobrados
No chão que atravessas.
Pendão sinaleiro
Na fé se adianta;
Hino pioneiro
Solene se canta.
Retalhos da alma
Versam o Amor
Da Virgem Puríssima
Que os filhos acalma
Bendito clamor.
Maria Santíssima!
 
Rosa Silva ("Azoriana")

Flores no Arco

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Foram enfeitados debaixo de chuva... Ficaram maravilhosos. A Serreta está linda. Parabéns a todos!

A Saudação

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À Senhora da Serreta