Um sonho de fraca voz (continuação)

Ontem, no artigo longo, uma espécie de desabafo, a dada altura vendo que a lista de amigos da Serreta e do que vou blogando já ía longa também, confessei: O meu pecado de agora é não indicar todos (...). Pois é! Há pouco li um e-mail vindo de Artesia EUA, da amiga serretense Maria Genuina (que está longe mas não perde pitada do que escrevo da "sua" Serreta) que transmite o grande entusiasmo em ter conhecido Kathie Baker, no lançamento de livros de amigos, que divulguei anteriormente.
Adorei receber este e-mail e vim logo colocar em destaque também Kathie Baker, que merece e muito o meu agradecimento.
Se se pesquisar no motor de busca o nome Katharine Baker ou Kathie Baker e Azoriana, surgirão artigos com o percurso desta amizade.
Graças a Kathie Baker, que vive nos EUA, sei de muitos eventos cá, conheci e cumprimentei os seus amigos açorianos. Ela conhece e lê mais de mim (até já me ofereceu a tradução do meu - Mar de pedra) do que muitos dos serretenses.
Por minha causa, Kathie Baker bate à porta dos amigos que conhece e dá a conhecer o que vou escrevendo. Isso me incentiva e faz pensar que cá alguém já vai sabendo do meu sonho.
Quem me dera estar no lançamento de um livro meu num salão com a presença dela e de amigos que vissem eu beijar o livro rasa de lágrimas felizes e sem conseguir articular palavra...
Como será morrer sem esse gosto?
Kathie, amiga, o teu nome não apareceu ontem, mas hoje foi artigo longo e mereces toda a minha dedicação.
Grande abraço!
Rosa Maria

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