Hoje pouco já se conta
De outros tempos vividos?!
As Bruxas tomaram conta...
Fica o Pão dos esquecidos?!
Mas as crianças Senhor
Ainda levam a "saquinha"
Com ternura e amor
Pedindo uma esmolinha.
Quando iam os meus filhos
Com a "saquinha" na mão,
Nos olhos viam-se brilhos
Com a saca cheia então.
Ó saudade da minh'alma
Que me tiraste este dia...
Já não vou com pouca calma
À oferta da alegria.
Sua graça Alexandrina,
Minha madrinha do Crisma,
Neste dia era divina
"Nota verde" era uma cisma.
Brinde aquele que puder
A sua gente amada
Com a palavra qualquer
E viva a "soca rajada".
Rosa Silva ("Azoriana")
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