Fernando Pessoa Sua vida - Seus poemas

O livro tem folha boa
E conteúdo tão belo
É de Fernando Pessoa
Que recomendo e apelo.


 


78 anos perfaz
Do novembro que partiu
Na oferta que me traz
Me lança o desafio.


 


Há sempre amor à vida
Na escrita que se eleva
Mesmo depois da partida
A luz brota do que a leva.


 


Cada vez que algo toca
O coração docemente
É como barco na doca
Balançando na corrente.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Isto está sem «tafulho» (= o mesmo que «sem controle»)


Isto está sem «tafulho»
Dizemos e com razão
E não há que ter orgulho
Na forma que as coisas estão.

Se há horários iguais
Para público e privado
Os balcões estão a mais
Não vendem nem a fiado.

Para quem vende ao balcão
No comércio tradicional
Vai ver que não tem razão,
Querer horário por igual.

E não me venham com lérias
De que Açores é diferente
Virão muitas mais misérias
Ao bolso de toda a gente.

Este horário semanal
Das 40 para todos
Ao Centro Comercial
Dará alegria a rodos

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Faz-se compras à noitinha
Para ser mais oportuno
Tenho na ideia minha
Que se opta pelo noturno.

Seja do meio-dia à uma
Ou seja mais meia hora
Não se compra coisa alguma
No espaço que resta agora.

Só se houver “desenfiados”
Em horário laboral,
Andando desconfiados
Não vá alguém falar mal.

Mas para quê tanto deslize
Se o Natal é Nascimento?!
Mesmo com toda esta crise
O comércio fica ao vento.

Só não se perca a magia
Da Festa do Deus Menino
Seja feliz por um dia
Todo o que Ama o Divino

Rosa Silva ("Azoriana")


Meu tempo


 


Meu tempo


 


Hoje não me cantam os versos
Que se abraçam ao coração
Sinto que eles estão submersos
Nas fontes da inspiração.

Hoje há uma luta interior
Que a palavra resguarda
Louvado seja o Senhor
E o meu Anjo da Guarda.

É que para dizer asneiras
Mais vale estar calada
E sair das estribeiras
Adianta pouco ou nada.

Hoje não voam as pequenas
Linhas de um bem escrever
Como lindas açucenas
Que no campo vi crescer.

Hoje sou a flor da saudade
Do meu pai e da minha mãe
Quando a minha mocidade
Era só feita de bem.

Não se deixe o passado
Ausentar-se do presente
P’ra acertar passo errado
No tempo que resta à gente.

Rosa Silva (“Azoriana”)

Gaivota em terra...

em Angra do Heroísmo

 


 

Pelos tetos insulares
Navega calma gaivota
Pouco ou nada se nota
Do seu voo hoje nos ares.

 

Se de novo então fixares
O seu ar todo janota
Irás ver que não desbota
Entre os voos similares.

 

Vem do mar até à terra
Essa gaivota gentil
Que pousa mas não emperra.

 

Voa gaivota à vontade
Entre verdes tons e anil
De Angra linda Cidade.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

Parabéns a José Ávila

José Ávila bem merece
A gloriosa homenagem
E o povo lhe reconhece
A missão nesta passagem.

À Tribuna Portuguesa
Dá valor com coração
Seu trabalho uma riqueza
Que preza a divulgação.

As palavras escasseiam
Num momento de alegria
Onde as emoções passeiam.

Contudo é imperioso
Que se eleve a categoria:
José Ávila hoje é ditoso!

Rosa Silva ("Azoriana")

Estamos na época de tira, limpa e repõe com novo ar

É verdade! É nesta altura do ano que apetece tirar tudo dos armários e gavetas, das paredes e do chão, e fazer uma limpeza bombástica ao que desbotou ou perdeu a validade, limpar as casas das aranhas e as mesmas, dar uma lavagem ou pincelada geral e repor novamente os utensílios de forma a parecer que algo mudou mesmo com contenção de despesas.

Gosto muito de mudar móveis de lugar, sempre que possível e que não tenham que estar sempre no mesmo sítio motivado pelo espaço à medida. Muitas das vezes pasmamos com coisas que nem lembrávamos que existiam, outras vão direto para a reciclagem ou mais longe possível da porta.

É pena não se puder limpar as tragédias como se faz aos móveis de forma a vermos o mundo de outra forma e nos parecer melhor para habitar e conviver. É que ultimamente a catadupa de notícias choque faz o coração ganhar aceleração bastante.

Aproveitemos para povoar as nossas moradias e outros locais por onde passamos horas a fio de um novo ar de lavado e pincelado de novas emoções. Às vezes uma planta, um arranjo floral, um painel, uma estatueta simpática fazem as delícias dos olhares que cruzam a nossa passagem terrena.




Livro em flor




Bem-haja a todos que tem a dinâmica de fazer uma revolução pacífica de decoração e renovação de espaços que há muito se mantinha impávidos e iguais.

E votos de bom fim-de-semana a todos!

Rosa Silva (“Azoriana”)

A vida é uma viagem

Quando não há tranca ao amor e a estadia é tão breve que até causa uma dor maior toda a partida é um sofrimento comum a um mar de gente.
Sinto hoje um aperto no coração por ter tomado conhecimento da partida inesperada de uma criança cuja vida florescia e, de repente, tornou-se um anjo ao encontro do Pai.
A chegada de um ser ao mundo é normalmente acompanhada de felicidade, a estadia é um desabrochar de emoções mas quando toca à partida toma "quase" sempre um formato doloroso e a saudade é infinita.
A única esperança da partida é acreditar na Vida para além da vida.
Que haja forças na família que permanece numa estadia sentida e sem medida.

A garagem da Azoriana

Admiro quem sabe decorar sem muito gastar. Adoro ver os "Queridos" a mudar casas por esse Continente fora (pena que não vem aos Açores) e a dar sorrisos e lágrimas felizes a quem é contemplado com os seus arranjos de curta duração. É deveras impressionante a forma como arrumam o "Antes" num "Depois" maravilhoso. Quem me dera ter aquela mão-de-obra junto com a imaginação dos que estão no comando das operações de mudança para melhor.

Como não tenho a visita dos "Queridos" vou-me contentando com as mudanças feitas por mãos engenhosas de gente que a sua vida é transformar o "Antes" num "Depois" que dá gosto ver pela perfeição e visão finais. É de recomendar mesmo!

Resolvi, porque era urgente ou teria de reconstruir tudo, arranjar a garagem da residência permanente distribuindo uma parte para arrumar a viatura e outra para uma espécie de cozinha "rústica", onde consta um lava-louça e, ainda, uma pia para lavar roupa à mão. Sim, porque gosto muito de lavar uns "paninhos" que não justificam o uso da máquina de lavar.

Enfim, o que quero mesmo chegar a vias de facto é que o “Depois” está lavado e pronto a receber a decoração. Gosto muito de ver o que por esse mundo virtual vai surgindo após pesquisas temáticas e ponho-me a pensar que é muito bom quem sabe a máxima: “Não compres… faz tu mesmo!”. Tem toda a razão, porque a vida não está para muitos gastos desnecessários e há que aproveitar a “prata da casa”. Não tendo muito de um ou outra vou fazer o melhor que sei e posso, se bem que uma ajudinha “in loco” seria como que um bom recurso amistoso. Adiante…

Tenho de dar um ar ao recinto de que, por um lado é garagem e, por outro, é um local acolhedor e útil para cozinhar, lavar e ter uma mesa para refeições em ambiente rústico e diferente do habitual.

Falta apenas colocar as prateleiras, a mesa, algumas cadeiras simples e preencher as paredes com umas molduras e umas antiguidades que marcam um tempo de recordações concentradas.

Hoje, se Deus quiser e nada acontecer pelo contrário, tenho essa tarefa pela frente. Quem sabe, após leitura deste artigo, não me aparece alguém com dotes decorativos para me aconselhar na parte final da obra que só de olhar já se nota uma grande diferença entre o “Antes” (que nem quero lembrar por tão mau que estava) e o “DEPOIS” que tanto pode ser obra familiar como de amizade coletiva, com direito a autógrafo na parede das recordações da Azoriana e família.

Aguardemos...

Angra do Heroísmo, 13 de novembro de 2013.

Rosa Silva (“Azoriana”)

Ecos solitários

Sabes, estou a desaprender tudo o que me ensinaste. As palavras são ecos solitários num ser que viveu demasiado em comparação com outros seres cuja existência durou menos de um meio século. Cada dia que passo descubro novas fontes de linguagem, novas palavras que tendem a fazer com que as que me dizias percam a validade. Ou não será tanto assim? Será que as tuas palavras eram as corretas e agora estou a abraçar novas que não se adequam aos velhos tempos?

Complicamos tudo num amontoar de palavras mortas. Pela primeira vez (ou talvez não) sinto-me amarfanhada entre os escombros da vida. E, no entanto, estou viva mas sem ação.

Após divulgação destas palavras em post diário nas tecnologias da comunicação poucos ou nenhuns entenderão o cerne de um texto contendo ecos solitários. Porque, na verdade, somos uma floresta descarnada, transformados em amontoados de papelão famintos de olhares. Somos peças soltas num conjunto de entabulados deixados na prateleira da solidão. Afinal até somos o número que encima a sepultura mais fria e profunda de um pedaço de terra desenhada à medida e entabulada em divisões paralelas.

Porquê tanta luta na passagem terrena? Porquê tanto e tão pouco se viemos com pouco e vamos com muito menos?

Enquanto seres vivos do planeta habitável temos de seguir a regra e a circunstância, a decisão e a razão, a escada e o escadote, o púlpito e a cadeira, o verde, o vermelho e o azul entre tantos outros coloridos vitais.

Só não podemos ir contra seja o que for onde houver uma opinião formada.

12 de novembro de 2013

Rosa Silva (“Azoriana”)





Nota: Quem não entender o desenrolar dos parágrafos anteriores… Tenho pena, muita pena mesmo, mas mais não quero desdobrar, porque a prosa não será o meu forte. A rima é que me traz alegria aos molhos, um sorriso nos lábios que atinge os olhos.

No verão de S. Martinho baila a castanha e o vinho

Caldo verde vem na entrada
Logo o manjar de sardinha
E a volta ao canjirão dada
Com a castanha rainha.


 


No dia de S. Martinho
Não fiques de manta cortada
Avança para o quentinho
Caldo verde vem na entrada.


 


Que não te apoquente nada
Nem deixes a mesa sozinha
A malga desocupada
Logo o manjar de sardinha.


 


S. Martinho fica animado
Com uma castanha regada
Do vinho ora estreado
E a volta ao canjirão dada.


 


Anda tudo em roda-viva
Nos afazeres da cozinha
Há uma dança festiva
Com a castanha rainha.


 


Angra do Heroísmo, 11 de novembro de 2013
Rosa Silva (“Azoriana”)

Monólogo de sexta

16:28. Quarto silencioso numa ténue escuridão apenas camuflada com uma nesga de portada semicerrada. Um som vindo do piso inferior desarruma as ideias que se quedam no leito que serve de almofadado a um tormento intermitente. Lá fora, a rua que é sempre a mesma esteve, hoje, menos ruidosa. Os guardiões caninos de uma moradia em "standby" gemem no seu modo diurno. O mestre labuta em surdina interrompida por alguma peça que cai. De pouco ou nada servem as letras unidas por toques num teclado móvel e virtual. O dia é um punhado de igualdades. A tarde já caminha para a costumada noite que é apanágio de todos os sons que agoram mancam aos meus ouvidos. Jamais irei amar a solidão nua e crua, encurralada nas paredes do isolamento. Apenas a necessidade obriga a estágios de vida e vida diferente. Faltou-me o cheiro a café pingando da máquina matinal, faltou-me um beijo de aconchego, faltou-me o ritual dos dias iguais: levantar, lavar, vestir, comer, beber, sair beijando a cortina da alvorada, entrar no veículo acelerado de obrigações diárias e seguir o estado de graça laboral. Sem virar a linha que separa o parágrafo de uma escritura tonta eis-me prisioneira de mim, dos meus tormentos numa conchinha solitária mas em constante alvoroço de escritos com ou sem a bem-aventurada rima que é o bálsamo dos dias assim ou nem tanto. Eis-me na catedral de tantos escritos ditos poemas da inspiração com retalhos de paixão, alegria, tristeza, emoção, mas sobretudo com o que habita a moldura de um coração sem limites. Fica comigo agora e deixa que te diga e cante ao coração as palavras que jamais foram escritas mas existem no labirinto de um quarto à beira de uma nova noite que se espera de menor tormenta.


 


Rosa Silva (numa sexta-feira, melhor dia da semana)

A dor

A tristeza, meus leitores,
Faz calo em muitos doentes
Que procuram os doutores
Para curas insistentes.


 


Volta e meia sinto dores
Estou tão mal dos meus dentes
Que as mesmas sejam flores
No altar dos santos crentes.


 


Toda e qualquer dor seja
Uma flor para cada igreja
Que celebra o Amor.


 


Cada lágrima que nos cai
Seja louvor ao nosso Pai
E o perdão p'ró pecador.


 


Rosa Silva ("Azoriana")

Naquele tempo (lembrete)

Estava eu ainda solteira, nos meus tenros anos, quando um dente molar esquerdo começou a dar problemas. Recordo que fui de camioneta da freguesia Serreta até à Cruz da freguesia das Cinco Ribeiras e o restante caminho dali a pé até ao Pesqueiro, da freguesia de S. Bartolomeu de Regatos. Uma distância memorável para quem tem um dente queixoso.

Nessa tarde, o dente levou uns valentes acertos e foi composto de uma camada protetora sólida suficiente que aguentou até muito depois do nascimento dos meus filhos.

Nessa noite que jamais esqueci, chorei a bom chorar com dores horríveis. Costumo dizer, depois de saber o que é dar à luz, que antes quero ter um parto do que uma dor de dentes. É a verdade pura porque a dor não é tão duradoura como a de um dente cariado, em desespero.

Acontece que nada é eterno e muito menos a camada protetora de tamanha cratera dental. Enfim, eis que um belo dia lá ficou a zona do dente sujeita às intempéries diárias, sem qualquer proteção. Recentemente voltou a incomodar. Não só o mesmo como também o seu vizinho de trás. Dores de dentes são o pior que me pode acontecer.

Portanto, se Deus quiser, hoje vou ordenar-lhe (s) o despejo final. Já chega de tormenta, já chega de “palitar” o que não se deve palitar. É triste dizer adeus a um molar que nos acompanhou quase meio século mas é urgente a sua retirada.

Se tal efetivamente acontecer vai dar aso a um período de recolhimento de sorrisos abertos. Terei de permanecer de boca semicerrada para evitar que o lado esquerdo seja montra desdentada.


Encontrei o nome do meu blog em 2009

 


Uma vez que os blogues da plataforma do SAPO perfazem o seu 10º aniversário nada como assinalar a efeméride com alegria e, insisto, se Deus quiser, sem uma cárie dolorida que até fez nascer um artigo que servirá de lembrete futuro. É que, caso não tenham reparado, muitas das vezes e ao longo do tempo de blogger, os meus artigos servem de lembretes para quando a memória estiver cariada.

Entretanto se escapar desta terei poucas letras para lançamento porque na certa estarei a curtir uma noite de recuperação de novas tormentas (e se não atender algum chamado telefónico é porque não posso articular palavra).

4.11.2013

Rosa Silva (“Azoriana”)

Um dos novos talentos da Cantoria

A Lénio Parreira, da Serra da Ribeirinha

És dos Bravos, cantador,
Terra que te viu nascer
E terás o maior louvor
Se continuares a crescer.

Dá aos demais teu carinho
Com sorriso a combinar
Segue esse novo caminho
Que agora queres trilhar.

Não esqueças o doce lema
Que brota de cada poema
Que da tua alma descerra.

Abre a tua voz ao mundo
Que em quadra por um segundo
Eleva teu berço da Serra.

Rosa Silva ("Azoriana")

Temos poeta, ai temos, temos...

A Fernando Mendonça, o poeta

É maravilhosa a sua poesia
Que apetece conhecer mais
Está feliz a Rosa Maria
Por ter desperto os seus rosais.

E venham flores, rosas e cravos
Por essa tela de amor ardente
É feliz na terra dos bravos
Quem dá de si tudo o que sente.

Seja o poema um salvador
Uma capela de oração
De onde brota sempre o louvor
Com a moldura da emoção.

Vamos em frente rima tecida
Pela palavra de amor bordada
E assim se embeleza a vida
Com a doçura que é partilhada.

Abraço Rosa Silva ("Azoriana")

Mudam-se os tempos...

Foi-se o tempo do meu tempo
Da bela saca de retalhos
De outrora em passatempo
Ante o dia de finados.



Foi-se o tempo de pedir
Do dia que deixa de ser
Por já não se ver sorrir
Com sacas do bem-querer.

Por alma de antepassados
Se pedia em debandada
Os meninos entusiasmados:
"Soca vermelha soca rajada
Tranca no c*u a quem não dá nada!”

«Pão-por-Deus» da juventude
Minha e de mais alguém
Hoje perdeu a virtude
A folga se foi também.

Mas não haja arrelias
Seja o dia adiado
Pedir faz-se todos os dias
Não precisa ser feriado.

Domingo, dia do Senhor,
Enquanto se acreditar
Que a data só tem valor
Para quem lhe quiser dar.

Segunda, terça, quarta ou quinta,
Sexta, sábado e domingo,
São dias de correr tinta
E que não se veja em respingo.

Se a palavra é exata
E respinga por defesa
Há de atingir quem a mata
E nos causa mais tristeza.

Todos os Santos neste dia
Desde sempre que me lembro;
Das crianças em romaria
No dia 1 de novembro.

Enfim foi mais uma quebra
Na pausa para refletir
Porque já não se celebra
A esmola de pedir.

1-11-2013. Do Pão Por Deus.
Angra do Heroísmo

Rosa Silva (“Azoriana”)

A OSIT no CCCAH e a orquestra alemã «Blaswerk Leipzig»

A Orquestra de Sopros da Ilha Terceira (OSIT) foi criada no fim de 2012, com o objetivo de melhorar a qualidade musical da nossa terra.

Conhecendo a qualidade de muitos músicos desta Ilha, porém dispersos, entenderam que uma forma muito interessante de rentabilizar esses talentos seria formar um grupo onde se pudesse fazer música com qualidade.

Desta forma pretendemos ser um meio de formação, um exemplo a seguir e um incentivo a todos os músicos para que tenham vontade de evoluir.

A Orquestra de Sopros da Ilha Terceira é um projeto independente, não pertencendo a nenhuma entidade ou instituição, contudo os seus músicos fazem parte de muitas filarmónicas e de outros grupos musicais da Ilha. Pretende-se assim que seja possível um enriquecimento para cada músico e para os grupos dos quais fazem parte.


 


Maestro: Antero Ávila


 


Fonte: Bandas Filarmónicas


 


Outras notícias:


 


21H00 - O Diretor Regional a Cultura, Nuno Lopes, assiste ao concerto da Orquestra de Sopros da Ilha Terceira, no âmbito do intercâmbio com a orquestra alemã Blaswerk Leipzig.


 


Local: Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo.


 


Fonte: Agenda do Governo Regional dos Açores para 31-10-2013.


 


Apontamento pessoal:


 


Tive o imensurável gosto de estar presente junto das bandas musicais e dos ouvintes no auditório do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo que nos deliciaram com as suas atuações ao ponto do aplauso de pé e bastante audível.

É com elevada estima que, como mãe de um dos músicos, sinto um regozijo especial. Iniciou esta atividade, na OSIT, aos 16 anos e continua com um entusiasmo e amor próprios. Assíduo nos ensaios na Escola Tomás de Borba e com prontidão aos Concertos que a nova Orquestra de Sopros da Ilha Terceira (OSIT) vai levando a cabo, desta feita, numa ligação com outro país - a Alemanha.

A melhor frase que encontro para definir o meu sentimento perante o Concerto de 31-10-2013 é: a música é universal e ama-se quando feita com alma, a alma terceirense e picoense do seu maestro Antero Ávila.

Bem-haja a todos os músicos e ao(s) seu(s) maestro(s).

Viva a OSIT!

Rosa Silva (“Azoriana”)