Isto está sem «tafulho» Dizemos e com razão E não há que ter orgulho Na forma que as coisas estão.
Se há horários iguais Para público e privado Os balcões estão a mais Não vendem nem a fiado.
Para quem vende ao balcão No comércio tradicional Vai ver que não tem razão, Querer horário por igual.
E não me venham com lérias De que Açores é diferente Virão muitas mais misérias Ao bolso de toda a gente.
Este horário semanal Das 40 para todos Ao Centro Comercial Dará alegria a rodos
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Faz-se compras à noitinha Para ser mais oportuno Tenho na ideia minha Que se opta pelo noturno.
Seja do meio-dia à uma Ou seja mais meia hora Não se compra coisa alguma No espaço que resta agora.
Só se houver “desenfiados” Em horário laboral, Andando desconfiados Não vá alguém falar mal.
Mas para quê tanto deslize Se o Natal é Nascimento?! Mesmo com toda esta crise O comércio fica ao vento.
Só não se perca a magia Da Festa do Deus Menino Seja feliz por um dia Todo o que Ama o Divino
Rosa Silva ("Azoriana")
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