Nesta minha ronda pelos jornais locais, numa atitude isolada e quase silenciosa, deparou-se-me o jornal com um artigo intitulado "Serreta de ontem e de hoje" cuja data - 2 de Janeiro de 2000 - não coincide com a data inscrita no topo da página com este artigo da autoria de Francisco Oliveira que, certamente, é das Fontinhas, freguesia da nossa ilha Terceira. Que me desculpe a ignorância mas não conheço, só vi a foto que encabeça uma prosa que me encantou e que guardo uma cópia e que irá ficar religiosamente emoldurada na página que fiz para idolatrar a querida freguesia - Serreta - que enregela os ossos mas aquece o coração de quem por lá passa, principalmente se for de inverno. É um cantinho da ilha Terceira muito fresquinho.
Se outros autores e outros artigos me fazem sorrir, este, confesso, fez-me acudir a algumas águas temperadas pela saudade que me escorriam ligeiras destes olhos que leram num fôlego só o brilhante e descritivo histórico-poético do que foi e é a pacata freguesia da Serreta, vista pelos olhos de quem viu e sentiu a vida das gentes e daquela paisagem talhada pelas delícias divinas.
Nossa Senhora dos Milagres o abençoe e lhe dê sempre a inspiração poética que nos faz querer ir lá, de novo, e seguir as mesmas pegadas para rever e sentir o que o escritor viu e sentiu.
Até o meu coração ficou mais quente ao ponto de escaldar o teclado com que fui dedilhando estas linhas no intuito de agradecer a quem tão bem descreve aquele cantinho que até tem uma "estrelinha", que foi uma novidade para mim, que vivi lá bem perto dela e nunca sequer a vi e que agora percebi que é um pássaro apaixonado pela Lagoínha e que cativa quem consegue por a vista em cima, descobrindo-o na timidez do seu canto de "água tão pura, tão fresca, tão cristalina!", conforme descreve o autor, que por incrível que pareça, nunca consegui lá chegar.
Imploro, por favor, levem-me à Lagoínha e a mais alguém que se associe nesta "Caminhada à Lagoínha", com direito a tomar depois um aperitivo no restaurante, novinho em folha, do "Ti Choa".
Garanto que a Lagoínha ia acolher as minhas lágrimas de alegria e felicidade por estar a visitar as águas dos meus antepassados.
Rosa Silva ("Azoriana")
Se outros autores e outros artigos me fazem sorrir, este, confesso, fez-me acudir a algumas águas temperadas pela saudade que me escorriam ligeiras destes olhos que leram num fôlego só o brilhante e descritivo histórico-poético do que foi e é a pacata freguesia da Serreta, vista pelos olhos de quem viu e sentiu a vida das gentes e daquela paisagem talhada pelas delícias divinas.
Nossa Senhora dos Milagres o abençoe e lhe dê sempre a inspiração poética que nos faz querer ir lá, de novo, e seguir as mesmas pegadas para rever e sentir o que o escritor viu e sentiu.
Até o meu coração ficou mais quente ao ponto de escaldar o teclado com que fui dedilhando estas linhas no intuito de agradecer a quem tão bem descreve aquele cantinho que até tem uma "estrelinha", que foi uma novidade para mim, que vivi lá bem perto dela e nunca sequer a vi e que agora percebi que é um pássaro apaixonado pela Lagoínha e que cativa quem consegue por a vista em cima, descobrindo-o na timidez do seu canto de "água tão pura, tão fresca, tão cristalina!", conforme descreve o autor, que por incrível que pareça, nunca consegui lá chegar.
Imploro, por favor, levem-me à Lagoínha e a mais alguém que se associe nesta "Caminhada à Lagoínha", com direito a tomar depois um aperitivo no restaurante, novinho em folha, do "Ti Choa".
Garanto que a Lagoínha ia acolher as minhas lágrimas de alegria e felicidade por estar a visitar as águas dos meus antepassados.
Rosa Silva ("Azoriana")
amiga te peço um favor: se passares pela capela ou igreja da Sra da Serreta deixa uma vela pelas almas dos que morreram no acidente de avião no Brasil
ResponderEliminarjá há tanto tempo que não vinha até "aos açores"!!
ResponderEliminarcom que então de férias??
Por aqui passei para te visitar e ler. Sim...de férias ou a trabalhar não me esqueço dos amigos(as)
ResponderEliminar:-0
Eu também não me esqueço dos amigos(as). Contava que viesses à ilha Terceira passar as tuas férias mas talvez não foi desta ainda.
ResponderEliminarEntretanto, tem parado pouco porque as festas aqui são mais que muitas e na hora do calor é só descansar.
Um apertado abraço :)