Que dizer de uma sala onde se encontram emudecidas oito pessoas, contando comigo, e nenhuma se sorrir (ou quase rir em surdina) se não eu? Decididamente vão pensar que sou a única que enlouqueceu (em surdina) e ainda por cima, se vos revelar o local deste curioso acontecimento...
Gosto de silêncio e escolhi o silêncio da sala de leitura de jornais que são as únicas coisas que barulham o ambiente no folhear jeitoso para pesquisa dos anos que já lá vão mas que trazem, por vezes, sorrisos. (Um aparte: é que estar de férias e não sorrir não devia constar do plano de ninguém nem nesses dias de repouso de outras salas).
Já adivinharam onde eu passei mais uma tarde? Eu ajudo...

Foi na Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo, enquanto posso porque daqui a nada tenho as festas que vão ocupar-me o cérebro e as restantes peças do corpinho, salvo seja.
De repente, olhei para a porta e vi uma criança dirigir-se a mim repleta de sorrisos e ri-me. Era o meu filho que já apanhou o tique da mãe... biblioteca com ele :)
Ele a ver revistas, eu a vasculhar maços de jornais do ano 2000. Até que enfim que encontrei o sublime, o invejável "Folhetim" que me deu a sensação de ser o primeiro, cujo título era "Quem não trabuca, não manduca", assinado no canto superior direito, da página 7, do «Diário Insular» de 4 de Junho de 2000, na Crónica de Domingo, que me alegrou na sala de leitura da autoria de Luiz Fagundes Duarte (Luiz com "z" - ainda hei-de perguntar o porquê).
E pronto, fico por aqui pois ainda é muito cedo para contar a razão desta minha dedicação à arte do bem escrever de um conterrâneo. Já que não consigo falar com o próprio, vou escrevendo e quem sabe um dia ele coloca o olhar neste blogue e comenta qualquer coisinha.
Ah! Outro aparte:
Pelo que vou lendo e vendo nos jornais, que são o nosso património com um valor incalculável, quem ocupa cargos políticos por todo o lado, nomeadamente no arquipélago dos Açores, muito trabalho tem em inaugurações, cerimónias aqui e acolá, opiniões, satisfações e outras impressões que lhes dão mais aflições, etc... É caso para finalizar com este pensamento: Ó quanto custa governar por terra e por mar!
Rosa Silva ("Azoriana)
Gosto de silêncio e escolhi o silêncio da sala de leitura de jornais que são as únicas coisas que barulham o ambiente no folhear jeitoso para pesquisa dos anos que já lá vão mas que trazem, por vezes, sorrisos. (Um aparte: é que estar de férias e não sorrir não devia constar do plano de ninguém nem nesses dias de repouso de outras salas).
Já adivinharam onde eu passei mais uma tarde? Eu ajudo...
Foi na Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo, enquanto posso porque daqui a nada tenho as festas que vão ocupar-me o cérebro e as restantes peças do corpinho, salvo seja.
De repente, olhei para a porta e vi uma criança dirigir-se a mim repleta de sorrisos e ri-me. Era o meu filho que já apanhou o tique da mãe... biblioteca com ele :)
Ele a ver revistas, eu a vasculhar maços de jornais do ano 2000. Até que enfim que encontrei o sublime, o invejável "Folhetim" que me deu a sensação de ser o primeiro, cujo título era "Quem não trabuca, não manduca", assinado no canto superior direito, da página 7, do «Diário Insular» de 4 de Junho de 2000, na Crónica de Domingo, que me alegrou na sala de leitura da autoria de Luiz Fagundes Duarte (Luiz com "z" - ainda hei-de perguntar o porquê).
E pronto, fico por aqui pois ainda é muito cedo para contar a razão desta minha dedicação à arte do bem escrever de um conterrâneo. Já que não consigo falar com o próprio, vou escrevendo e quem sabe um dia ele coloca o olhar neste blogue e comenta qualquer coisinha.
Ah! Outro aparte:
Pelo que vou lendo e vendo nos jornais, que são o nosso património com um valor incalculável, quem ocupa cargos políticos por todo o lado, nomeadamente no arquipélago dos Açores, muito trabalho tem em inaugurações, cerimónias aqui e acolá, opiniões, satisfações e outras impressões que lhes dão mais aflições, etc... É caso para finalizar com este pensamento: Ó quanto custa governar por terra e por mar!
Rosa Silva ("Azoriana)
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