23:51 (00:51)
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O Meu Filho Muito Amado
É Páscoa, Ressuscitado!
Aleluia! Aleluia!
Todos Os Pecados Foram Perdoados!
Para os Crentes e Irmanados!
Aleluia! Aleluia!
Feliz Sejam Todos, Todos!
Rosa Silva ("Azoriana")
23:51 (00:51)
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O Meu Filho Muito Amado
É Páscoa, Ressuscitado!
Aleluia! Aleluia!
Todos Os Pecados Foram Perdoados!
Para os Crentes e Irmanados!
Aleluia! Aleluia!
Feliz Sejam Todos, Todos!
Rosa Silva ("Azoriana")
Não sei se mereço
Ter o salto risonho
Por vezes é espesso
Ter o riso em sonho.
Não sei se esqueço
Que um riso tristonho
Pode ter um preço
Num quadro medonho.
Mas sei que agora
Conto muita hora
Na palma da mão.
O melhor de mim
É crer que o fim
É pó da canção.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nossa vida é muito bela
Quando a sabemos viver
Ninguém sabe é daquela
Que depois se irá ter.
A morte vem sorrateira
E leva em qualquer idade
Quando toma a dianteira
Abre porta à eternidade.
Meu pesar por ter partido
Uma mulher do meu ano,
Tenho o coração ferido
Caem lágrimas pelo dano.
Não privei nunca com ela
Nem ela falou comigo,
Mas sei que a imagem dela
Já vem de tempo antigo.
Estou perto de chegar
Ao dia dos meus sessenta
Porém se não alcançar
Uma pena me atormenta.
Rosa Silva ("Azoriana")
Olá! Sei, ainda, que era (e suponho que ainda seja) o Pedro que nos amparava (e ampara) os escritos que correm nestas linhas cibernéticas. Enfim, muitos dias e anos (vou fazer 20 anos dia 9/4/24) a debulhar letras como maçarocas ilhoas. Enfim, nada de troca de mensagens frequentes, nada de destaques (perdão, se não vi ou li algo nos últimos tempos), nada de fazer do batráquio o mais verde dos verdinhos. Será que sou eu que não estou em dia com a blogosfera?! Talvez. Agora há milhentas "atrações/distrações" por onde se navegar. E acho que até alguém conseguirá angariar fundos com a navegação. Eu não. Uma, porque não descobri muito bem a forma ideal, e outra, porque se fosse para ficar rica, seria de rimas e desafios literários... Rica?! Cá nada! Cada vez mais pobre e quase na âncora dos 60, no dia de petas. Sim, sou uma peta (verdadeira) que nasceu na ilha (Terceira) do arquipélago dos Açores. A ilha que todos (penso eu) gostam e admiram pela vivência festeira, amigável e simpática, com paisagens de tirar o fôlego e inspirar novelas e novelos de inspiração poética, seja literária comum ou de maior cultura.
Fico à espera de saber do Pedro (com mais 20 anos), se está feliz e ainda de braço dado com o batráquio. Quem mais continua neste mundo de assiduidade e realidade?
E letras são como flores
Que damos a cada dia
Da Terceira, dos Açores,
Vou mantendo a cortesia.
Cortesia de blogar
Sempre que a inspiração
Dá nota de me beijar
Com respeito e emoção.
Fico rente ao servidor
Português e Açoriano
Por dia e por tanto ano.
Será que reina valor
Ainda no que escrevo
Muito mais do que até devo?
Rosa Silva ("Azoriana")
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Nesta valsa que é a vida
Ao compasso do trabalho
Só permanece garrida
A horta do meu retalho.
Quando eu for pra outro além
Quero ser terra sedenta...
Por cima de mim, também,
Pode haver a suculenta.
Gosto muito desses catos
Que perduram verdejantes
Mesmo da água distantes...
Gosto muito dos bons atos
Que perduram nos canteiros
Dos projetos derradeiros.
Rosa Silva ("Azoriana")
Subi ao mais alto monte
Que a vida me concedeu
Para ver o horizonte
Da bondade que me deu.
O dia tinha nascido
Com pétalas de emoção
E segredou-me ao ouvido
Baladas de uma paixão.
Virei o rosto pró mar
E o mar se amansou
De azul fez-se brilhar
Com a brisa que o beijou.
É na ilha que a vaga
Nos corre o corpo inteiro
E quanto mais nos afaga
Mais cresce o cancioneiro.
Rosa Silva ("Azoriana")
Está quase um novo dia
Para quem dele gostar
Dedicado à Poesia
Com tempero de A(mar).
Os dias são para dar
Ao mundo a garantia
Da Poesia transbordar
No palco da maresia.
E que mais posso querer
Se o que quero já posso
Moldurar no que é nosso?!
Quero todo o bem de ser
Moldura em cada verso
Ao leme do Universo.
Rosa Silva ("Azoriana")
Feliz Dia a Todos os Pais
E a Todas as Mães que o são
Festejar nunca é demais
Mesmo aos que já não estão.
Pai é todo aquele que se dá
Sem esperar nada em troca
E outro "Pai" também o há
Com o dever que lhe toca.
Rosa Silva ("Azoriana")
Uma dupla maravilha
Filha e pai, Maria e Zé!
Sóis da ilha, sóis da ilha,
E assim mesmo é que é!
Rumo à final com vocês
É o sonho que nos guia
No palco bem português
Viva o Zé e a Maria.
Duas vozes em estandarte
Unidas pla Região
Ecoam em toda a parte
Voam em cada canção.
Sóis o rei e a rainha,
Sóis a festa terceirense,
E agora se adivinha
Nova estrela vos pertence.
Que ao mais alto patamar
Suba a vossa diversão
Entre a Terra e o Mar
Sóis amor e inspiração.
Rosa Silva ("Azoriana")
Ó que rica imagem
Fica na lembrança
Da camaradagem
De muita bonança.
Hoje tu festejas
Outra volta ao sol
Onde quer que estejas
Que brilhe o farol.
Farol de alegria,
E de muito amor,
Saúde e iguaria
Do melhor sabor.
Viva a "Joana"
De quem gosto tanto,
Boa a semana
Que te dá encanto.
Muito mais tu tens
Para festejar
Muitos parabéns
Rir, rir a dobrar!
Rosa Silva ("Azoriana")
Foi captado o momento
P'lo olhar do seu autor
Ricardo tem o talento
E Piloto tem o valor
Cada qual tem o fermento
Para original amor.
É exemplo de união
A ternura do maroto
Cria em nós a emoção
E até nos cai no goto
Serve de consolação
A Matilde e o Piloto.
Que seja feito o cartaz
Da menina e animal
Na doçura que nos traz
Amizade intemporal
E assim também se faz
Um exemplo mundial.
Inocente e cordial,
Mansa e de bom traquejo,
Uma onda especial,
Esta que agora vejo
Reside em bom mural
Com a graça de um beijo.
Rosa Silva ("Azoriana")
Vá Valente e Rocha, Bruno
P'ra frente a Ganadaria
Viva o tempo oportuno
Para estreia do seu dia.
Tem seu ferro decidido
Tem a cor que lhe pertence
Tudo faz pra ser corrido
Novo bravo terceirense.
No vigor da Liberdade
Vem a doce juventude
Condizente na vontade
De brilhar na atitude.
Quem do bravo se recorda
Recorda a ilha inteira
E o toiro que vai à corda
É o bravo da Terceira.
17/03/2024
Rosa Silva ("Azoriana")
[entre 84 lírios de alegria]
Mãe tenho a certeza
Hoje era o teu dia
Mesmo que de tristeza
Hoje seria ALEGRIA.
Oitenta e quatro velas
Podias ter cantado
E mesmo que singelas
Duas te tinha dado.
Que tenhas esquecido
O meu modo de ver
Perdoa ter pedido
P'ra Deus te receber.
Queria que tu visses,
A minha qu'rida neta,
Queria que tu risses
Com a qu'rida bisneta.
Matilde, minha mãe,
Pede por todos nós,
Também para quem tem
Laços com seus avós.
Foste Matilde Rosa
E Rosa me chamaste
Uma alma bondosa
P'ra sempre me ficaste.
Rosa Silva ("Azoriana")
Há um tempo que nos levanta
E há outro que nos tomba
Mas enquanto a gente canta
Não haja o tempo que zomba.
Estou quase a chegar a vinte
Anos de escrita minha
Desde então tive o requinte
De voar em cada linha.
O voo da inspiração
Não tem dia nem tem hora
É fruto da ocasião
Volta e meia vai embora.
Vi-me em tempo de paragem
Nesta resma de rimar
Foi só mesmo uma passagem
Voltei ao tempo de A(mar)!
O tempo não se engana
E a mim também pertence
Não fosse eu açoriana
Não fosse eu a terceirense.
Trouxe dos ares da serra
Um tempo de fantasia
Trouxe paz, não trouxe guerra,
E fiz mais do que podia.
Digo agora e com prazer
A quem de mim 'inda gosta
A Rosa sempre há de ter
Uma rima sempre exposta.
Que a guardes sem tirar
A linha da assinatura
Nem a dês sem partilhar
A origem da cultura.
Rosa Silva ("Azoriana")
O Senhor vai martirizado
De roxo nas suas dores
A Mãe fica do Seu lado
E sofre nas frias cores.
Caem gotas do Sagrado
Manchadas plos pecadores
Jesus vai ensanguentado
Na Cruz em muitos andores.
Olhai com muita atenção
Domingo de Procissão
Via Sacra da Serreta.
O Senhor inspirou o autor
Que juntou beleza à Dor
Deu Paixão à silhueta!
Rosa Silva ("Azoriana")