(...)
À minha terra natal
Gosto sempre de voltar
Já não sou dela afinal
Mas gosto de a cantar.
Rosa Silva ("Azoriana")
ENIGMA
Hoje tive um "acidente"
Que não posso esquecer
Tenho de ser previdente
Para não mais acontecer.
Os espinhos do coração
Não se podem arrancar
Mas ao cairem no chão
Começam logo a sangrar.
Florescem as rubras rosas
No lado terno da vida
Deixam marcas dolorosas
Numa pétala ferida.
Finda assim uma etapa
À custa de um "empurrão"
Ao despir a minha capa
Tinha o sinal na mão.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: A quem decifrar este enigma terá direito a uma oferta simbólica. Escreva-me.
Ó que rosas,
ResponderEliminarQue nos despertam prosas,
Entre um todo um vaguear,
E que espinhos,
Onde choram pequenos coitadinhos,
Por se magoar,
Ó que vida,
Que nos entristece,
E quando renascida,
Não nos enaltece...
Pois se de rosas gostamos tanto,
Devemos a Divino Espiirito Santo,
Que nos trouxera em outrora,
E se bem me posso lembrar,
Como hei de confiar,
Em espinhos que me espeto agora?!
Ó rosas que espinhos lanças
E com tuas pétalas feridas
Fazes-nos dizer odes mansas,
Que me perco em tuas vidas...
Cumprimentos,
Rodrigo Silva