É ver os prados, as ervas, a vida da natureza intacta.
Começo a odiar os telefones, as teclas, os monitores, os discos rígidos e amovíveis, o falatório de dentro para fora e de fora para dentro.
Começo a odiar as invenções impostas, as regras do mundo actual, a confusão generalizada, a crise alastrada.
Começo a rezar e a murmurar para dentro de mim num desejo finito.
As rotinas são as mesmas. As vozes iguais. Uns fazem tudo e outros continuam na mesma estupidez diária.
Não há nomes, não há sentimentos, não há valores. Somos pó e em pó estamos continuamente. Um número, um grão de areia, nada.
Ainda me sobra um pensamento: Deus vale-me neste vale de inquietações.
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