«Sorte da Canastra», na mira de André Pimentel

Uma imagem vale ouro


Quando captada com gosto:


Fica muito bem o touro


Quando nos alegra o rosto.


 


Vi n"Os Bravos" do André,


Em Novembro dois mil e nove,


A Canastra, sempre em pé,


Que em Setembro o touro move.


 


É bonita a brincadeira


Que remonta ao passado:


São os Bravos da Terceira


Em folguedo no Cerrado.


 


Sorte da Canastra é


Verdadeira atracção


E num valente "Olé"


Que faz rir a população.


 


Parabéns pela imagem


No "Cerrado" da Serreta,


Ao André faço homenagem


Por esta sua faceta.


 


Têm imagens de valor,


Preza a fotografia,


Instantâneos com rigor


Louvando a Tauromaquia.


 


Rosa Silva ("Azoriana)


 


Nota: Muito obrigada pelo comentário deixado no meu blog e por esta linda foto da "minha"/nossa Serreta. Brevemente colocarei os comentários à vista mas no momento não me é possível, por questões técnicas.


 


Na minha opinião acho que devias editar um livro e/ou cd porque tens bom material.


 


In http://osbravos-andrepimentel.blogspot.com/2009/11/pico-da-sereta-140909-sor te-da-canastra.html

Ao amigo Tripeiro

Bom dia, caro amigo,

Dei pela tua presença

Que comentaste o artigo

E a soltura está suspensa.



Esta coisa de blogar

Torna-se uma inquietação

Nem te posso comentar

Nem aceder à edição.



Em casa estou barrada

E noutro local também

Sem a net instalada

Só edito com vintém.



Mensagem por telélé

E por e-mail enviada

Espero e tenho fé

Que no blog seja içada.



Tenho gosto nas visitas

E no que vais escrevendo

E certamente acreditas

Que o vintém está tremendo.



Oxalá o Pai Natal

Libertasse a internet

Grátis de acesso geral

Porque esta via promete.



Um abraço querido amigo

Tripeiro com bom sorriso

Te dedico este artigo

Com a rima de improviso.



Rosa Maria

Blog da Grilinha fez 6 anos - 24/11/2009

Parabéns, grande bloguista!



Viva, viva a irmã Grilinha

Com seu blog em festejo

Como gostas de cozinha

Vamos a bolos e queijo.



"Grilinha" é blog antigo

Da amiguinha Fernanda

Que reúne o povo amigo

Ao redor da sua banda.



Todos cantam Parabéns!

Sorriem à tua beira

De longe também os tens

Da bloguista da Terceira.



Como ando atarefada,

Com a minha casa cheia,

O SAPO logo de entrada

É que me abriu a ideia.



O atraso é pequenino

O tempo é que é maior:

Vem aí o Deus Menino

P'ra festejar seu Amor.



Agora para findar

Esta hora de festejo

São seis anos a blogar

Tudo de bom te desejo.



Abraços



Rosa Silva ("Azoriana")

http://grilinha.blogs.sapo.pt/128764.html

2 textos da TSF e a minha nota e outras notas...

a) Laboratório aconselha suspensão da vacina no Canadá

2009-11-25

Hoje às 15:06




O laboratório GlaxoSmithKline, que produz a vacina contra a gripe A,

aconselha a suspender a vacinação no Canadá. O aviso surge depois de se

terem registado vários casos de alergia à vacina naquele país.

O laboratório GlaxoSmithKline decidiu aconselhar a suspensão da vacinação no Canadá, depois de terem sido registados vários casos de alergias naquele

país, desde problemas de pele a problemas respiratórios e cardíacos.

No Canadá já foram suspensas cerca de 170 mil doses da vacina contra a gripe A que é também usada em Portugal.

O laboratório garantiu que o lote que causou reacções alérgicas não chegou à Europa.




Fonte:

 


http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1430311



b) Alergias graves à vacina contra gripe A registadas no Canadá

2009-11-24

Ontem às 11:09




A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, esta quarta-feira, que foram registadas alergias graves em pessoas que tomaram a vacina contra a gripe A no Canadá.

Um número pouco habitual de reacções alérgicas «graves» à vacina contra o vírus H1N1 foram registadas recentemente no Canadá.

O lote em causa pertence ao grupo farmacêutico GlaxoSimthKline, a mesma marca que é utilizada em Portugal, foi retirado, anunciou esta quarta-feira a OMS.

Fonte:

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Intern



Nota: Precisamente nesta quarta-feira foi ministrada a dita cuja vacina do dito cujo lote na minha pessoa por estar integrada num dos grupos de risco.

Será caso para alarme?

Entretanto ouvi dizer que a Agência Europeia do Medicamento já divulgou nota sobre não haver causas/efeitos.

Não me apetece é ler mais nada sobre o assunto...acional/Interior.aspx?content_id=1428961

Já voa pelo mundo o cartaz das "Sanjoaninas 2010"

"Angra Jóia do Mundo"



Pedra preciosa

Alma voadora

Ametista glosa

Lilás sedutora.

Venham todos ver

Terra, Mar e Céu,

E o bem-querer

Deste povo ilhéu.



És Jóia encantada

Que te fica bem

Angra engalanada

Do melhor que tem.

Angra "Borboleta"

De cores garridas

Bela silhueta

Pedras coloridas.



Saltando a fogueira

Nosso São João

Faz a ilha inteira

Dar-lhe sua mão.

É um mar de gente

De dentro e de fora

Que vê sorridente

A Jóia que adora.



Angra de mil cores

Formosa e festiva,

Sofreste horrores

Agora estás viva;

Canta povo angrense

Ao teu São João

Jóia Terceirense

De alma e coração!



Voa minha flor,

Voa meu amor

Jóia e balão

Do meu São João!



Rosa Silva ("Azoriana")



Uns versos feitos ao correr da tecla após ver o cartaz da autoria de Bruno Fontes (
http://www.cm-ah.pt/showNT.php?Id=62) e ler o que está exposto em http://festas2010.sanjoaninas.com

A Liduino Borba, de São Mateus da Calheta

Bom dia, caro artista,

De obras de categoria

E também louvores conquista

Na popular Cantoria.



Da "História de São Mateus",

Ainda só vi uma parte,

Mas julgo que até Deus

Se orgulha da sua arte.



Minúcia, trabalho e amor

A tudo aquilo que produz,

Faz de si o historiador,

Escritor, poeta que reluz.



Não quero ser mentirosa,

A verdade quer-se dita:

A pena aqui, desta Rosa,

É não ser por si escrita.



Olhando sua experiência

Em contar o que o rodeia,

Elogio a paciência

E a ventura que o recheia.



Quem verseja desde novo,

Tem amor pelos versos seus,

E tem a estima do Povo

Cujo berço é São Mateus.



Eu versejo o que me canta

Cá dentro do pensamento:

A Serreta e cousa tanta

Sob a balada do vento.



São macias as baladas,

E os versos do coração!

(Minhas rimas, encalhadas

À espera de edição).



Que alegria deve ter

O autor das flores da vida,

Em folhas que vamos ler

Antes da última partida.



Tão feliz, fiquei então,

Com o comentário seu;

Fui falar-lhe à "2ª Mão"

Mas troca de hora se deu.



Depois fui eu que falhei

Ao contacto p'la tecnologia,

Perdoe se não lhe dei

Resposta no mesmo dia.



Lhe respondo nesta hora,

Ficando à disposição;

São Mateus e a Mãe Senhora

Lhe dêem sempre inspiração.



Faço aqui uma homenagem

A Liduino Borba, escritor,

Continue sua viagem,

Na vagas de Historiador.



E à melodia do mar,

Junto as vozes do mundo

E a minha, que sem parar,

O elogia bem de fundo.



Rosa Silva ("Azoriana")



Veja-se, por favor:
http://www.liduinoborba.com/liduino

Pico é lindo...

... E negro de mistérios, traz-nos a nostalgia, a saudade e o querer voltar a vê-lo um dia. Altaneiro e vistoso, com seu manto todo branco, como que comandar as outras ilhas irmãs que, à distância, lhe acenam sorrindo por entre dias claros ou nublados. Nem lembro bem, há quanto tempo não vou mas é como se estivesse lá. Fecho os olhos e avisto, sentada na ponta do muro da casa do meu tio Amaro, aquela conchinha beijada pelo mar e pelo cantar forte ou suave das ondas que jamais nos deixam sós. Regalam os dias e embalam as noites...



Naquele cais pequenino mas grande de histórias dos maiores construtores de barcos e traineiras que, infelizmente, nunca vi serem levadas pela primeira vez ao mar numa inauguração feliz e entusiasta. Muito andei para lá e para cá, no Santo Amaro, no Terra-Alta, no Espírito Santo e outros. Tudo se acaba: são as gentes e as coisas... É uma pena mas nada por cá fica a não ser a doce recordação e os descendentes que vão honrando a memória do passado.



Quando eu era pequenina, digo pequenina e sempre avultada de corpinho, e mais tarde, na adolescência, a minha maior alegria era quando diziam cá em casa: - Vamos ao Pico! Nessa altura crescia em mim uma alegria que era difícil de explicar mas fácil de adivinhar olhando o meu rosto eufórico. Toca de fazer as malas, ir para o Porto das Pipas, dizer "adeus" ao Monte Brasil e ala em frente directos para o ilhéu do Topo, deslumbrante na passagem, e até ao porto da Calheta olhando aquelas calmas Fajãs e o escasso casario que mais parecia um presépio acolhedor, até aportarmos um bocado nas Velas. Como a ânsia era tal em chegar ao Cais de São Roque, achava sempre uma demora eterna as paragens e a viagem, muitas vezes com alguns sobressaltos: era só mar dum lado e do outro como que a querer engolir a minha felicidade que tardava em saltar para o cais.



Finalmente, avistava-se a ilha e o seu Pico majestoso e o coração batia tão forte que quase era uma ajuda para avançar mais depressa. A loucura total era o passar do barco para terra. Pensava para mim: "finalmente cheguei, só falta um bocadinho agora"! Às vezes tinha alguém que nos reconhecia mas a surpresa era sempre o nosso anúncio de chegada quando o carro estacionava junto da primeira porta do amor: a casa da Tia Vieira! Gritos de alegria, abraços tão apertados que uniam os corações que há muito não se estreitavam tanto...



E depois? Depois era um nunca mais parar, era largar-me por aqueles caminhos e atalhos a procurar todos os rostos de família... Num instante se colocavam as notícias (de cá e de lá) em dia entre sorrisos e lágrimas sãs...



Uns anos mais tarde, quando já a morte levara os mais velhinhos e doentes, eu fazia sempre uma visita ao cemitério para abraçar o silêncio dos entes falecidos e só depois ia ver o Santo Amaro, que ficava mesmo ali ao lado no seu altar salgado pelas ondas que ficam a espreitar as manhãs e noites picoenses e jorgenses, mesmo ao lado. Aquelas luzinhas do casario nocturno jorgense parecem velas a iluminar o Santo que saúda de cá o grande cavaleiro São Jorge, esguio, espraiando-se pelo mar em cânticos de júbilo e companhia melodiosa.



Quando era para voltar para a Terceira começava uma lágrima teimosa a querer saltar para se ir juntar ao mar que também se exaltava com o nosso regresso. Cheguei a ver da janela da casa da minha querida tia Margarida, a que dizem que eu sou mais parecida com ela, o mar a galgar o muro e vir lavar o caminho. Contavam-me que certos dias de tempestade, ele entrava pela porta da frente e saía pela que encontrasse mais próxima, que na verdade era a cozinha onde o cheiro a torresmos, salsichas, linguiça e inhames me fazia sair de cada refeição com o paladar regalado e agradecido. De certeza vinha de lá sempre com mais uns quilinhos... Ai que ricos doces de fruta, que queijos deliciosos, o bolo-tijolo, as vésperas, a angelica, o espirituoso vinho, uvas, figos e o manjar de deuses que sempre nos preparavam em cada convite, à vez e sempre numa casa diferente. Voltar para a Terceira era uma tormenta, um choro de abraços, lágrimas compridas que não estancavam mais... Quando já não via a minha "conchinha de amor", porque o barco já se ia afastando do cais da Ilha Maior, o meu coração perdia-se em tristeza e amargura... Pensava "deixei-me ficar em Santo Amaro..." mas tal nunca foi possível.



A vida continua e a minha residência estava fixa na ilha que me vira nascer, naquele quarto perto dos ares da Serra de Santa Bárbara, na pequenina freguesia da Serreta, com a janela voltada para o alto-mar que abarca o trio das ilhas que já visitei, felizmente: Graciosa, São Jorge e o Pico (até dizem que quando se vê surgir claramente a pontinha acima de São Jorge é sinal de que chove dali a três dias).



Queria tanto voltar aquela metade do meu coração mas há sempre algo que me impede. A vida modificou-se de tal forma que raramente há lugar a viagens de encontro à saudade. O dia que eu conseguir lá voltar, sei que muitos já nem saberão quem eu sou, apenas os de mais idade e os familiares vivos. Tantos que já se foram e tantos que ainda me esperam sempre com o grito de amor à chegada.



Querida amiga nova, Margarida, que Deus a proteja nessas Américas junto de sua família, que seja sempre muito feliz e, tal como eu, sinta o pulsar da Montanha no seu coração de ilhoa.



Nunca gostei das partidas... gosto sempre mais das chegadas porque nos tiram as lágrimas tristes e dão-nos as alegres.



Até outro dia que a prosa se solte ou a rima favorita.



Abraços da Rosa Maria

Heróica Pesca do Bacalhau

Bacalhau passa em revista

Contada e bem cantada

Por Amália, grã fadista,

Torna-se muito honrada.



Debaixo de esforço humano,

Trabalho e tanta saudade,

Em grande parte do ano

Sós no mar da imensidade.



Lembrando das suas gentes

Rendidos à sua missão,

Com lágrimas pendentes,

Mas para a frente é que vão.



Pescando o pão do mar,

Esse nobre e honrado povo;

Que as mulheres viam regressar

Com choro e um riso novo.



Oh, valente marinheiro,

Marujo de honradez,

Num mar nem sempre fagueiro

És heróico português

Meio ano dás-te inteiro

Trazendo de cada vez

O bacalhau verdadeiro.



Rosa Silva ("Azoriana")

A leitura faz-nos bem...

Desabafos pontuais.



Cansei-me da luz da tarde,

Do dia e da manhã,

E daquele fogo que arde

À boquinha da sertã.



É que a vida, meus senhores,

É uma luta até à morte

A pacatez dos Açores

Já não é mais o seu forte.



Que saudade da verdura

Que pingava matinal

Com a água da doçura

De um véu celestial.



Hoje tudo é martírio

E o mal torto e a direito

E raramente um lírio

Povoa o último leito.



A paixão que me domina

Talvez nunca vá morrer

Faz parte da minha sina

Ver nas rimas o prazer.



Li as "Crónicas Terceirenses" (1)

Do ilustre Victor Rui Dores,

Recorda os seus pertences

E dá-lhe melhores valores.



De que serve bater no peito

Persignar, rezar, orar,

Se raramente é perfeito

O que se faz sem pensar?!



Deus está em toda a gente,

No campo e na cidade,

E no coração ardente

Dos Homens de boa vontade.



Rosa Silva ("Azoriana")



Nota: (1) Tribuna Portuguesa 11/15/09 in

http://tribuna.npgproductions.com/news-26.html - página 5 - Crónicas

Terceirenses - "Recordação da túnica vermelha". Victor Rui Dores

Versos para filha e filhos

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Na verdade, minha filha,

Foste grande lutadora,

Procuraste nesta ilha

Agora és trabalhadora.



Perdoa se a mãe magoa

Ou ralha alguma vez;

Sabes que toda a pessoa

Diz mal por bem talvez.



Quando eras pequenina

Cabias no meu regaço,

Agora és flor menina

Que merece meu abraço.



Nao és dada aos afectos,

Fazem falta podes crer;

Porque pais, filhos e netos

Toda a vida os hão-de ter.



E quando a mãe te deixar,

Chega a todos essa hora,

Lembra que por te amar

Nunca te mandei embora.



A ti e aos teus irmãos,

As pérolas do meu viver,

Oxalá que por suas mãos

Façam tudo por bem fazer.



Que procurem ajudar

A mãe, que já vai cansando,

O futuro possam trilhar

Lembrem a mãe de vez em quando.



Luís, Aida e o mais novo,

Paulo, e tudo que me abeira:

Sejam bons junto do povo

Que vos ajuda na Terceira.



Nao é uma despedida

É a sã dedicatória:

Amo-vos por toda a vida

Vocês são a minha história.



E não sei mais que fazer

Para não faltar comida...

A pobreza podem crer

Faz pensar melhor a vida.



Há quem tenha muito mais

E não viva com amor,

Gastam tudo aos seus pais

E lhes fazem maior dor.



No rosto brilhe um sorriso

Nos olhos cheios de mar,

Dou beijos de improviso

A quem vive no meu lar.



Rosa Silva ("Azoriana")

"Tristeza" - poema de Euclides Cavaco

Leia aqui: http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Tristeza/index.htm



Ao seu poema



Um dia o hei-de abraçar

Nem que seja noutra esfera

Nesse dia vou chorar

Pelo tempo de espera.



Sua poesia é profunda,

Triste, linda ou como lhe der,

O seu estro sempre abunda

E sabe se defender.



Há Tristeza, há Alegria,

Mal se nasce pensa a morte

Mas o poder da poesia

É o valor e o seu forte.



Querido amigo Cavaco,

Perdoe as minhas falhas,

Meu verso se sente fraco

Junto das suas Medalhas.



Medalhas de Poesia

De encanto e ternura

Fazem com que cada dia

Seja uma grande ventura.



Ainda bem que eu encontrei,

Ao toque de um botão,

E algumas letras lhe dei

Com profunda admiração.



Se deste lugar me for,

Em dia que Deus destina,

Lembre sempre que uma flor

Deu o nome a uma menina.



Rosas são flor de santo,

De alegrias e tristezas,

Algumas colhem o pranto

De algumas tristes donzelas.



Outra rosa eu lhe dou,

É feita em rima breve

Minha tristeza tirou

E com sorriso lhe escreve.



Quando um livro eu editar

Hei-de mandar-lhe com gosto

Se o sonho não quebrar

Ou vier maior desgosto.



Um abraço muito apertado



Rosa Maria

Homenagem "Às Castanhas", de Euclides Cavaco

Graças ao belo poema de Euclides Cavaco alusivo às Castanhas e a São

Martinho in

http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/As_Castanhas/index.htm,

ofereço-lhe uma simples homenagem risonha:



As "Castanhas" de Cavaco

No seu timbre fazem rir

E por cá se enche o saco

Para comer a curtir.



Na Praça Velha de Angra

Assadas pla tradição;

E o vinho até sangra

Do nosso bom garrafão.



Ai que belo este Santinho

Que na Adega faz furor

Põe a dançar o seu vinho

Na boca do provador.



Obrigada pela oferta

Que me chega à Terceira

E o cheirinho desperta

As quadras de brincadeira.



Castanha boa cozida,

Assada ou até crua:

Faz Novembro dar-nos vida

E "foguetes" à luz da lua.



Castanheiro do meu quintal

Muita castanha já deu

E hoje acho normal

Foguetes no que é meu.



Abraços risonhos



Rosa Maria

É Dia de São Martinho

É Dia de São Martinho

Canta a castanha e o vinho

Em qualquer lar que se preze

E na Adega vai provar

O que andaste a trabalhar

Mesmo que alguém te despreze.



O vinho dá à garganta

A toada p'ra quem canta

Depois duma grande dose;

Prefiro sempre o licor

Dos Bagos do tal Senhor

Que guardo em grande pose.



Vinho doce, vinho fino,

Cantas tu e canta alguém;

És o líquido divino

Que bebe o Padre também.



São Martinho, São Martinho,

Que pelos pobres repartes

O que faz ficar quentinho

E cobre todas as partes.



Rosa Silva ("Azoriana")



P.S. Faço hoje uma sincera homenagem ao autor do blog Bagos d'Uva

(
http://www.bagosdeuva.blogspot.com)

que nesta arte de vinhos é o maior!

AVSPE - Natal 2009

selonatal.jpg

Natal do verbo AMAR.

Há muitos que não têm fé
Nesse Ser que é só Bem,
Talvez andem muito à ré
Só querendo o que não tem.

Hoje um amigo me deu
Um tempo para pensar:
"Loja Doce" vem do céu
Para nos fazer Amar.

E vem aí o Natal,
Não de prendas e brinquedos:
Um momento especial
Para olharmos os dedos.

Dez dedos nos são doados
Para fazer doação,
E os carinhos trocados
Com amor de coração.

Olha um de cada vez,
Mas se já não tens algum,
Em Dezembro é o mês
Para a ajuda comum.

Um Menino nos acena
Renascendo num sorriso
E na esmola pequena
Vai o teu dedo preciso.

Dá as Mãos a quem não tem
As suas a funcionar,
Ou por ter perdido alguém
Ou pela idade lhe tombar.

Uma reza, uma oração,
Se a coragem de enfrentar
Te fere o coração
E começas a chorar.

Eu choro em tantas horas
E me escondo da amargura
E Deus Menino, sem demoras,
Que me alegra e segura.

Aquele rosto mimoso,
Desenhado com carinho,
Faz parecer tudo formoso
E alegra-nos o caminho.

Segue a Loja e o Caminho,
A Verdade e a Vida,
E agarra o teu Santinho
Ou a Santa mais querida.

Ajuda o teu Irmão
Que precisa do teu olhar
E estende-lhe a Mão
Com o Natal do verbo AMAR.

Rosa Silva ("Azoriana")

Hoje apetece-me ouvir TT em "Faz Acontecer"...

[Refrão]

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver entra nesta história

Vem-me conhecer



Tu és a coisa mais doce

Que me aconteceu

Tu és o fruto proibido que assim nasceu

Tens sido a companhia que me leva a viajar

Em cada episódio desta vida vais lembrar



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver (envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



Desde o principio que me motivas

A continuar, Por ti eu

Ponho as mãos no fogo e vejo-as congelar

Tens sido exemplo p'ra todos de como é bom viver

Tens despertado emoções que eu não sabia ter



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



De uma vez por todas, anda vem-me conhecer

De uma vez por todas anda deixa-te envolver

Eu sei que tu vais gostar, vais pedir para não parar

De uma vez por todas, anda vem-me conhecer

De uma vez por todas anda deixa-te envolver

Eu sei que tu vais gostar, vais pedir para não parar



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



Só eu sei que não te vou esquecer (só eu sei)

Ei ei ei ? EeEeE

E tu sabes que não me vais perder, oh oh

Vem-me conhecer



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer

A meus pais, minha irmã, cunhado e afilhado, filhos, ao meu amor, a Autores Editora e a quem me entenda e tem ajudado...

Luzes, palco, algumas flores,

Caras com sorrisos frescos,

E eu lacrimando amores

Imaginando que nos cestos

On-line, made por Autores,

Estão pétalas de minhas cores.

«Azoriana, mulher das rimas»

De sonhos e de tormentos,

Só eu sei quanto me estimas

Amor de tantos momentos

E que os meus versos limas

Com o melhor dos pensamentos.



Vem minha Nossa Senhora,

Vem dar-me este gostinho,

Não me deixes ir embora

Sem pegar no meu livrinho

E vê-lo por aí fora

Nas mãos doces do carinho.



Hoje ouço a ventania

Bradar por cima da gente;

Cá dentro faz-me poesia

E me alegra, sorridente,

Sonhando que chegue o dia

De a beijar suavemente.



Cada pétala que glosa

No meu ser, ancoradouro,

São retalhos duma rosa

E dos pais que eram d'ouro,

Do céu de forma bondosa

Vão-me me dando este tesouro.



E graças à Virgem Mãe

Que sabe quanto se pena,

Ela viu o Filho também

Pregado na pior cena,

Faça que nos venha bem

Nesta vida tão pequena.



Rosa Silva ("Azoriana")

Faz hoje um ano que mudei de casa

http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/2008/11/09/



Passado um ano já tenho a casa como era noutros tempos, ou talvez

melhorada. Está cheia: o primogénito & companhia e dois gatinhos para

brincarem com os elementos que cá estavam, inclusive uma cadela que

não gostou nada das novidades. É uma cadela muito zelosa da sua dona e

local, por isso, não pode partilhar do mesmo espaço.



Mas claro que o ser humano está sempre insatisfeito por natureza e

falta sempre qualquer coisa.



O que for será... até lá algo há-de surgir para que não se diga "casa

onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".



Rosa Silva

O mar é um encanto

ancora_sao_mateus.jpg



Canto a São Mateus



Já "cantei" a São Mateus,

Duas letras à Angelina,

Turlu, que foi p'ra Deus,

E no desafio era fina;

Ao olhar dos versos seus

"Forte Grande", lira divina.



O mar beija a marina

Que avista o belo Monte

No bailado da andorinha

E da gaivota defronte

Dos pescadores, à tardinha,

Retocando o horizonte.



A Igreja altaneira

Abençoa os pescadores

Que no Porto da Terceira

A São Mateus dão louvores

E pela vez primeira

Inspiram os cantadores.



Cantadores são trovadores

Que rimam a rocha plena

Se juntam aos tocadores

Com Maria Madalena

Enxugando suas dores

Na onda que mais ordena.



Minha terra, meu tesouro,

Junto ao mar sempre a rimar,

Cada verso vale ouro

Como as ondas do mar

Sereias do ancoradouro

Do Porto sempre a cantar.



Há um busto esculpido

Na fortaleza da sorte

Com o olhar precavido

Para quem vem a desnorte:

Morte Brasil alto e comprido

Mira São Mateus e Forte.



Na densa colina acerta

A mais linda fortaleza

Que tem sempre a porta aberta

A Angra e à redondeza

E a São Mateus desperta

A sineira em alteza.



Canta, canta povo herói

Que ao mar vais buscar pão

Que para muitos sempre foi

A riqueza do serão...

E a muitos tanto dói

Chorando os que lá estão.



Rosa Silva ("Azoriana")

Jornal e blog para jovens luso-descendentes /Newspaper and blog for young Portuguese

Transcrevo um pedido de divulgação por achar interessante e importante:



"O meu nome e Humberta Araujo. Sou jornalista e professora em Toronto. Convido-os/as a visitar  o meu blog e jornal «I Am Future/Eu Sou Futuro» destinado aos jovens luso-descendentes da Diaspora. Divulgue estes projectos e estamos abertos a participacao - fotos, videos ou reportagens das comunidades pelo mundo feitas e dirigidas aos jovens em portugues, ingles ou frances. Aguardamos e obrigado pelo seu tempo e entusiasmo em preservar a cultura lusa no mundo. 

My name is Humberta Araujo. I invite you to visit my blog and newspaper «I Am Future/Eu Sou Futuro» aimed at Portuguese speaking youth around the world.  We would appreciate if you would make this project known to your youth. We are also receive and publish - pictures. videos and stories - writtem by young people in Portuguese , English and French. Thank you for your effort to preserve Portuguese culture around the world. Humberta Araujo Directora/Managing Editos ESF/IMF Toronto, ON

E:iafuture@yahoo.ca B:www.iamfuture.blog.ca

T:http://twitter.com/iafuture

B:www.cunnusreborn.blogspot.com"

Aeroporto das Lajes da Terceira

Espero... Silêncios interrompidos com portas automáticas que se abrem ansiosas tal como eu, que optei por sentar-me numa cadeira pertinho da porta da saudade.

Quanto tempo falta para te ver? Não consigo perceber.

Cá dentro, parece que o coração é que fala mais alto e ninguém ouve o que ele diz...



Coração cantas calado

Por um filho e uma nora

Seja o voo abençoado

Por Deus e Nossa Senhora.



Quando a porta da chegada

Se abrir com os teus passos

Minha rima será levada

A correr para os teus braços.



Ai filho, são as saudades,

Sentires de nós humanos,

As lágrimas são as trindades

Deste povo insulano.

Mas eu não quero chorar

Plo regresso ansiado

Quero sorrir, rir, falar

Contigo em dobrado.



Rosa Silva ("Azoriana")

Cá te esperamos...

esperando.jpg



Diz adeus ao Alentejo

Volta à ilha do coração;

Aprendeste a teu desejo

O que trazes como quinhão.



Ansiosa estou à espera

E atenta a cada hora:

Peço a Deus e quem me dera

Nunca mais fosses embora.



Agradeço a quem te deu

"Pernas para caminhar"

E o valor eu que tens de teu

Em te saberes desenrascar.



Fome, frio, dor, saudades?!

Pensei tanta vez que tinhas,

Mas decerto as amizades

Foram sempre bem quentinhas.



Só o coração falava

Entre mãe e filho ausente

Nos abraços que sonhava

Sentia o choro ardente.



Hoje regressas ao lar

Com a malinha na mão

E eu aqui doida por dar

O abraço de coração.



Da minha parte agradeço

A Mértola e seu pessoal

E desejo com apreço

Tudo de bom, em geral.



Tua ilha, tua mãe,

Teu torrão, tua raiz,

É o que melhor se tem

E que seja cá feliz.



Peço que tenhas emprego,

Ou alguma ocupação,

E à Senhora me apego

Com a maior devoção.



No dia que tu nasceste

Entreguei-te a Seus cuidados

Agora que já cresceste

Sejam eles continuados.



Quem é mãe fará ideia

Do que eu estou a sentir

Vou ficar com a casa cheia

Com os irmãos a sorrir.



Uma cadela e dois gatos,

Uns quartos e a cozinha,

Oxalá que nos sapatos

Não haja alguma "pinguinha".



Quero cantar, ser feliz,

Ter um mar de amor profundo,

Lembrar a minha matriz

Que foi a melhor do mundo.



A riqueza não é ter

As mãos cheias de dinheiro

É delas puder fazer

Render pão pr'o ano inteiro.



2009/11/06

Rosa Silva ("Azoriana")

Meu amor / My love

mylove.jpg

Meu amor (in http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/782271.html)



Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=16157



Translated by my dear friend Katharine F. Baker. She gave me this
translation when she stays in Angra do Heroísmo - 2009/10/31:

My love

My life is an open window,
Just waiting to see you pass by...
And when a certain saudade afflicts me most,
I gather the blue from the sky and the sea.

Because that color soon wakens in me
The fire I catch sight of in your gaze;
That was the true, healthy discovery,
That was reborn to enchant me.

And your smile brings me hours of happiness;
And the words you sometimes speak
Are rays of pleasure and joy.

But perhaps I am not so much like that,
Perhaps I am not a jasmine flower to you...
But I am your love, night and day.

Kathie Baker.
[And thank you so much for your kindness!]

5 de Novembro de 1907... 102 anos depois, à Turlu.

Oh Diva da Cantoria!
Turlu, querida Angelina,
Dou-lhe VIVAS! neste dia
Que nem sequer se imagina.

Neste dia ela nasceu.
Tinha voz, graça e beleza,
Cantou e bem mereceu
Gratidão com gentileza.

Minha alma hoje transborda
De emoção e felicidade
Porque em mim ela acorda
Versos com tal saudade.

A Turlu de São Mateus,
Vai ter a festa devida,
E aos olhos do Bom Deus,
Será pelo mar garrida.

As ondas frescas e belas
Alvas, num doce cantar,
E as gentes nas janelas
Aplaudindo aquele lugar.

São Mateus, dos Contadores,
Freguesia em crescendo
E também dos pescadores
Que ali se vão mantendo.

O dia que acontecer
A homenagem vistosa,
Quero ter olhos pra ver
A Cantadeira saudosa.

Que venham os Cantadores
Da Terceira e mais além
Coroá-la de suas flores
E lhe cantem muito bem.

5 de Novembro de 2009
Rosa Silva ("Azoriana")

Tema relacionado com:
http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/768747.html
Agradeço a resposta vinda da Junta de Freguesia de São Mateus que me
veio encher de alegria e regozijo. Bem-haja!



Eis o que foi feito.

Um livro aberto

No dia que eu partir

Alguém por mim chorará?

Verei a noite sorrir

E o mar de cá para lá,

Sempre da mesma maneira

Numa onda cantadeira.



Se alguém pudesse ver

O que vai dentro de mim

Talvez iria entender

Porque o choro rola assim.

Será tarde, porque em rima,

Chora toda uma vindima.



Não tenho mãe, nem pai,

E vou vivendo a reboque;

Cada filho é o melhor "Ai!"

E o que me tira do choque:

Vou rever o primogénito

Será sim, um grande frémito.



As saudades já são tantas

Espero tirá-las agora

E que as minhas poucas mantas

O aqueçam na nova hora.

Eles são ondas do mar

Que vêm e vão, sem parar.



Louvo a Deus, Pai do Céu,

Pela família que tenho,

E tiro o meu chapéu

Aos que por mim tem empenho.

Amor e sorte todos temos

À medida que merecemos.



Do Amor tive um punhado,

Da sorte rasa medida,

Mas eu sei que o diabo

Também mal faz de seguida...

Porque as lágrimas caídas

Me ardiam como feridas.



Rosa Silva ("Azoriana")

Filho pródigo

Mas que bonita mensagem me chega,
A dois dias do meu filho voltar!
Desde o tempo que andou a estudar
E na volta à sua terra, ele se entrega,

Alentejo, e Mértola, boa gente
Que de dois mil e cinco ali o viu;
Ajudou, ensinou e talvez admitiu,
Pois nos Açores o olhar é diferente.

As Ilhas vão em si no coração
Por cada um que deixa sua mãe,
Com a saudade plantada na mão.

Meu Deus, como é bom voltar a ver
O filho que hoje sabe mais e tem
Na Ilha Terceira quem lhe deu o ser!

Rosa Silva ("Azoriana")

P.S. Obrigada amiga Clarisse Barata Sanches pela mensagem que me enviou num dia certo.

Em dia de finados, o roxo...



Ontem foi dos Santos Todos
Hoje só será de alguns:
As flores serão a rodos
Regadas por choros comuns.

Mas não se chorem às almas
Dos que partiram da terra:
Cantem as flores e palmas
Do perfume que as descerra.

Finados à luz da Vida
Num coro celestial;
Dou um beijo à mãe querida
Que é minha flor imortal.

Ao meu pai e meus avós,
Ao irmão que não vingou,
A tantos que foram sós
E ninguém por eles chorou.

E se agora uma tristeza
Me trespassa o coração
É porque a natureza
Nos traz sempre contrição.

Se meu amor é pecado,
E se peco, por bem-querer,
Peço a Deus, que foi Finado,
Que me possa entender.

No dia que eu partir
Sem dar tempo da Unção,
Desde já estou a pedir
Uma rosa em botão,
P'ra que ela possa florir
Com pétalas do meu perdão.

Se nenhuma pétala houver
Já e agora a desenho
Com a rima que lhe vier
E que nasce com empenho...
Com lágrimas a correr
Por dentro do meu engenho.

2009/11/02
Rosa Silva ("Azoriana")

Katharine & John Baker nos Açores

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Kathie & John Baker deslocaram-se dos EUA aos Açores de 24 Out a 3 Nov.

23-24 Out - EUA
Viajaram de Pittsburgh, Pennsylvânia, através de Boston, Massachusetts, a
Ponta Delgada, São Miguel.

24-28 Out - SÃO MIGUELKathie participou no encontro "Encontro
Escritas Dispersas - Convergência de Afectos" na U/Açores; e ficaram alojados no Hotel VIP Executive em Ponta Delgada.

28-30 Out - SÃO JORGE
De férias. Ficaram alojados no Hotel São Jorge nas Velas.

30 Out - 2 Nov - TERCEIRA
De férias. Estão alojados na Residencial Monte Brasil em Angra do
Heroísmo.

2-3 Nov - SÃO MIGUEL
Irão ficar alojados na Residencial Alcides em Ponta Delgada.

3-4 Nov - EUA
Voltam a Pittsburgh, Pennsylvânia, através de Boston, Massachusetts.

Enquanto que estiveram na ilha Terceira, fomos visitá-los. Às 14 horas de 31 de Outubro já estavam à nossa espera e foi um encontro muito bonito. De novo abracei a amiga Kathie e seu marido, este pela primeira vez. We talk a lot about poetry, books and so many things. I tried to remember my old studies but I understand her conversation very well.

Katharine F. Baker é uma especial amiga das suas origens e extraordinária tradutora, com Diniz Borges, de grandes obras de mérito e dignas de reconhecimento pelas entidades regionais competentes.

Trocámos algumas ofertas, inclusive ela traduziu outra das minhas criações - Meu amor / My love - que fez parte da sua apresentação (Ponto 7.b) cujo conselho na tradução tinha a ver com evitar duplo sentido não intencional. Agradeço reconhecidamente a referência ao meu nome junto de tantos nomes da ilustre literatura.

Depois fomos a pé até a um verdadeiro exemplar de doçaria típica regional terceirense, Banquete, e despedimo-nos em sorrisos de "até breve".

And I really mean what I sad to my friend: - I always remember you!

Abraços e beijinhos e bom regresso a "home sweet home".

Rosa Silva ("Azoriana")