Natal do verbo AMAR.
Há muitos que não têm fé
Nesse Ser que é só Bem,
Talvez andem muito à ré
Só querendo o que não tem.
Hoje um amigo me deu
Um tempo para pensar:
"Loja Doce" vem do céu
Para nos fazer Amar.
E vem aí o Natal,
Não de prendas e brinquedos:
Um momento especial
Para olharmos os dedos.
Dez dedos nos são doados
Para fazer doação,
E os carinhos trocados
Com amor de coração.
Olha um de cada vez,
Mas se já não tens algum,
Em Dezembro é o mês
Para a ajuda comum.
Um Menino nos acena
Renascendo num sorriso
E na esmola pequena
Vai o teu dedo preciso.
Dá as Mãos a quem não tem
As suas a funcionar,
Ou por ter perdido alguém
Ou pela idade lhe tombar.
Uma reza, uma oração,
Se a coragem de enfrentar
Te fere o coração
E começas a chorar.
Eu choro em tantas horas
E me escondo da amargura
E Deus Menino, sem demoras,
Que me alegra e segura.
Aquele rosto mimoso,
Desenhado com carinho,
Faz parecer tudo formoso
E alegra-nos o caminho.
Segue a Loja e o Caminho,
A Verdade e a Vida,
E agarra o teu Santinho
Ou a Santa mais querida.
Ajuda o teu Irmão
Que precisa do teu olhar
E estende-lhe a Mão
Com o Natal do verbo AMAR.
Rosa Silva ("Azoriana")
AVSPE - Natal 2009
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