2010

FELIZ ANO NOVO!


 


 


 


 


Obrigada Agostinho Silva de "Arte por um Canudo", Alberto Flores de "Ailaife Blog", Francisca do "Chica Ilhéu", Kathie Baker do "Já não gosto de chocolajes" e "My Californian Friends", Eduardo do "Planeta-Sol", Maria João Brito Sousa do "PoetaPkDeusKer", Miguel Azevedo do "Porto das Pipas", Clarisse Barata Sanches dos "Cânticos da Beira", Paula Borba do "Joanina", Angela Monforte do "Pé de Vento", Jorge Gonçalves do "Galeriacores", Eugênia Coutinho e todos os membros da "Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores", Jorge Vicente do "Fri-Luso", Euclides Cavaco de "Ecos da Poesia", Luis Castro de "Cheiro a Pólvora", Nuno Barata do "Foguetabrase", Duarte Bettencourt do "Terceira Taurina", Donato Parreira do "CAJAF", Manuela Cardoso do "Alfenim Pomba Branca", José Ávila da "Tribuna Portuguesa" e seus colaboradores, Bruno Mão de Ferro e todos os membros do "Movimento de Elevação de S. Carlos a Freguesia", João Rocha do jornal "A União", Pedro Moura do "Bom Dia Açores", Sidónio Bettencourt do "Atlântida", Paulo Póvoa de "Frases e Poemas", Rosália Sousa de "Escrevo apenas", Félix Rodrigues do "Desambientado", F. Freitas de "Futebol, Gente e Toiros", Miguel Brito da "A Minha Matilde & Ca., Manuel do "De propósito", Tere Penhabe de "Amor em Verso e Prosa", Artesã do "Colcha de Retalhos", Tibério Dinis do "In Concreto", L. Brum do "Bagos d'Uva", Aurélio Almeida de "Biscoitos Blog", Luis Nunes do "Ideias e Ideais", and so on... Amigos, amigas, colegas, visitantes, comentadores, leitores e familiares. Faltará alguém? Espero que me desculpe.


 


Desejo a todos FELIZ ANO NOVO.

A todos que fazem parte da "Tribuna Portuguesa" e ao seu director

À "Tribuna Portuguesa"


Quero hoje expressar


Todo o encanto e beleza


Que nos vem de além-mar.


 


Gratidão na vespertina


Mudança de novo ano


Enquanto a cabeça atina


Vou traçando o meu plano.


 


Quinzenário jornal


Com crónicas insulares


Bilingue também normal


Com a prosa d'alguns lares.


 


Os meus versos vez em quando


Dão um ar carnavalesco


Porque quem canta rimando


Lembra este lugar fresco.


 


A frescura da Terceira


É tecida em cantigas


Alegrando a terra inteira


Rapazes e raparigas.


 


Uma jóia em alto-mar


Brilhando em suas marés


Que as sereias vão ornar


Nas ondas de lés-a-lés.


 


A Terceira bela taurina,


Fadista e abençoada,


É uma alegre menina


De folhos, saia rodada.


 


Uma ilha que deu berço


A poetas e escritores


Os de fé rezam o terço


E também são cantadores.


 


Meu encanto é escrever


Antes que a morte me leve


E a todos bem-dizer


Porque esta vida é breve.


 


A homenagem em vida


É sempre feliz oferta


A José Ávila é servida


E o sorriso lhe desperta.


 


E a quem gosta de ler


Versos da Rosa Maria


Obrigada e podem crer


Que me dão muita alegria.


 


Abraços


Rosa Maria C. Silva "Azoriana"


http://www.tribunaportuguesa.com

Sentidas condolências à família de Mário Silva

mario_silva.jpg



http://silvarosamaria.blogs.sapo.pt/667496.html

1 de Janeiro de 1980: Trinta anos depois...

Terra tremeu em Janeiro


Dum tempo sempre em sentido;


Nosso choro foi inteiro


Perante tudo caído.


 


Dia de Santa Maria


E da Paz se anunciava...


Ano-Novo de agonia


Na tarde que balançava.


 


Oitenta, ano de dor


E maior consternação;


Grupo central em furor


Só via destruição...


 


Um casaco amarelo


Lembro que me abafou,


Da minha mãe (era belo),


E pra sempre me marcou.


 


Eu tremia tanto, tanto,


E o medo se acendeu...


O Divino Espírito Santo


E a Senhora nos valeu.


 


Outra dor me percorreu


Ao saber duma rapariga:


Caiu-lhe pedra... morreu...


Zita, minha boa amiga.


 


Chorei tanto a sua morte,


Das Doze, a melhor colega,


Na escola era forte


Lembro bem da sua entrega.


 


Mais tarde soube então


Que uma prima altarense,


A Aida da Conceição,


Enluta o lar terceirense.


 


E outras mortes mancharam


Outros lares de amargura


E os parentes choraram


Triste sina à sepultura.


 


Trinta anos contam agora


Da tragédia insular;


Reconstrução, sem demora,


Pôs todos a trabalhar.


 


Muitas ajudas de fora,


Do Continente e estrangeiro,


Merecem a toda a hora


Nosso Louvor verdadeiro.


 


E as nossas Entidades,


Forças Vivas e Armadas,


Gente das Comunidades


Sejam pra sempre louvadas.


 


[Para o dia 1 de Janeiro de 2010]


 


Rosa Silva ("Azoriana")

AVSPE FELIZ ANO NOVO 2010 (2) - Agradecimento

Agradeço, querida Malu,
A bondosa simpatia,
Permita tratar por "tu"
Nem que seja um só dia.

Tens na boa Academia
O cargo de Administradora,
Te cabe, por cortesia,
Ser tratada por Doutora.

Efigênia, A Presidente,
Fundadora adorada,
É cortês com toda a gente,
É senhora muito honrada.

Prezado Daniel Cristal,
Com honras de Presidente:
Um poeta magistral,
Ilustre e mui competente.

Professora Ilda Brasil
Nossa Vice-Presidente:
Poesia no Perfil,
Sabedoria em pura mente.

Das Artes de Edição
Sónia Orsiolli, com Mérito,
Vai dando à Publicação
O singular benemérito.

Nobre Assessora Jurídica
É Socorro Lima Dantas
Que melhor se identifica
Com flores e liras santas.

Priscila Loureiro Coelho,
A Secretária Geral,
Que pra nós é o espelho
Da arte ao natural.

Marilda de Almeida, enfim,
Escritora de emoções
Enaltece este Jardim
Com as comunicações.

Patronos e Membros gerais
Florescem na Academia
Virtual com seres reais
Com amor à Poesia.

Àqueles que eu não li,
E aos que 'inda não me leram
E a tantos que conheci
Melhor encanto teceram.

São retalhos de Escritores
Da Academia Virtual
Brasil, Continente e Açores
Num abraço fraternal.

2009 no fim
2010 a caminho...
Da ilha que é um jardim,
Vai o meu grande carinho;
Terceira vos dá por mim,
O abraço e meu beijinho!

Feliz Ano Novo
Rosa Silva ("Azoriana")

Membro Efectivo de:
AVSPE -
http://www.avspe.eti.br 
Fundada por Efigênia Coutinho

AVSPE FELIZ ANO NOVO 2010 (1)

Saúde para os doentes,
Alegria prós tristonhos,
Luar terno para as gentes:
Venham versos salientes
E os rostos sejam risonhos.

Dois mil e dez vai chegar!
Outro ano se anuncia,
Irmanando terra e mar,
Sol e Lua vão brilhar:
* 2010 * quer alegria!

Meus votos ora sinceros
Inflamados de emoção
Levam dois "X" e dois zeros
... Em abraços, não severos.
... Dezembro finda, então...

E
Zela pelo Janeiro no dia mais prazenteiro.

Boas saídas e melhores entradas para todos os membros da AVSPE
In
http://www.avspe.eti.br

Daniel Arruda era o emigrante altarense

"Eu Choro de Dor", o título do poema datado de 27/4/2000, faz-nos sentir a mágoa dele por não mais beijar a sua terra-mãe - a ilha Terceira e a freguesia dos Altares, de onde era natural.
Felizmente, antes da sua partida para o Pai, lançou o seu tão desejado livro "Em Busca de Um Sonho" numa maravilhosa festa em Gustine com a ajuda de tantos amigos, em especial José Raposo, Elen de Moraes e José Ávila que publicou na "Tribuna Portuguesa" todo esse bonito evento.
Recebi uma mensagem recente do caro amigo Germano Silva, de que Daniel Arruda partira para o Pai... Fiquei triste... Tenho o seu livro que o manterá vivo na minha e outras memórias, porque tal como dizem, um poeta nunca morre... E eu acrescento, desde que deixe algo de herança: um livro!
Que a sua alma descanse em Paz!
Sentidas condolências para a família e os amigos que, certamente, sofrem bastante com a falta do homem bom, poeta, improvisador, criador de Danças e Bailinhos e amigo do seu amigo.
Lembro que algumas vezes trocámos correspondência via correio electrónico e ele havia manifestado vontade de vir à sua ilha Terceira. Infelizmente não se concretizou esse sonho.
Rosa Silva ("Azoriana")

"Amor em Verso e Prosa". Para Tere Penhabe

Na véspera do Grande Dia

A noite da consoada

Seja a maior alegria

E todos saiam do nada.



Não haja fome no Mundo

E as dores tenham a pausa

Pelo menos naquele segundo

Que celebra nobre causa.



Jesus sorrindo em palhinhas

Com tamanha doçura

Brilhando as estrelinhas

Num assalto de ternura.



"Amor em Verso e Prosa"

E o Menino de Belém

Na dádiva preciosa

Aos que lhe querem bem.



Felizes sejam as Festas

Nesta Quadra tão querida

Se limem quaisquer arestas

Esteja a família unida.

Abraço e xi coração

Dos Açores, ilha Terceira;

Alegre seja a canção

Pra Jesus a noite inteira.



Rosa Silva ("Azoriana")

Desejo-vos...

Feliz Natal - Postal de Rosa Silva para Todos

 


 





Feliz Natal


 


Que o Menino de Belém
Que Divina Graça tem
Ampare o mundo inteiro.
Na manjedoura singela
Berço da Imagem bela


Há o selo verdadeiro.

 



Selo de Paz e Amor,


Humildade e fervor,
Real símbolo de Vida.


Luz dos Homens, caridade,


Exemplo de santidade,
Com Doutrina conhecida.

 



Que seja este ofício
Feito postal natalício


Para a todos desejar:
Feliz Natal simplesmente
Ao saudável e ao doente


E ao seio familiar.

 


Que em cada Advento
Quatro velas de alento
Iluminem nossa Fé:
Que a cera derretida
Retempere a nossa vida
Para sermos como Ele é.


  


Rosa Silva



Prendinha para a equipa do SAPO e etc...

tribuna_portuguesa.jpg



Cara equipa "sapense"

Que nos guia a toda a hora:

Este louvor vos pertence

Tanto antes como agora.

Prezo a vossa atenção

E o que fazeis por nós;

Com toda a satisfação

Ergo hoje a minha voz.



Desejo um Feliz Natal

Junto dos familiares,

Que a vida seja normal

Em todos os vossos lares.

Saúde, Paz, Alegria,

Amor, Carinho, Amizade,

E a Luz da Harmonia

Acompanhe qualquer idade.



E a todos os clientes

Desta forma interactiva

Que são 'inda residentes

E tem a "posta" activa...

Que a Graça de Jesus

Brilhe em vossos corações;

Sua Festa nos conduz

À colecção de emoções.

Seja farta a vossa mesa

Da alegria fraternal,

Estrangeira ou portuguesa

Todos tenham por igual.



Um abraço a toda a gente

Que partilha sentimentos

E recebe a Deus presente

Em qualquer dos seus momentos.




2009/12/23-24-25




Rosa Silva ("Azoriana")




Comentário in:
http://blogs.blogs.sapo.pt/124545.html?view=4048513

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Feliz Natal e Bom Ano



Que o Natal seja pleno de Luz,

Com a Virgem Maria, São José e Jesus!

Que todos os desejos se realizem

E os maiores sonhos se concretizem!



Que em cada lar haja paz e amor,

Saúde, perdão e o Divino calor;

Que a fome, a dor e tanta tristeza

Se afastem nesta quadra de beleza.



Que os corações partilhem amizade

E que ela perdure pela comunidade;

Haja para o jovem, o velho e a criança

Um salutar sorriso de esperança.



Que não se quebrem as pontes do amor,

Que aqueles que não esperam o Senhor

Se sintam estimados da mesma maneira

No mundo, na Festa Divina que nos abeira.



Abraços natalícios

Rosa Maria Silva

Feliz Natal Senhor Presidente do Governo Regional dos Açores

http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/principal/homepage.htm


 


Clique para ouvir a mensagem de Natal do


Senhor Presidente do Governo da Região Autónoma dos Açores

O Natal do Movimento de Elevação de São Carlos a Freguesia

http://www.indos.pt/me_saocarlos/index.php?/archives/76-FELICITACES-NATALCIAS.html


 


Os melhores agradecimentos


 


Rosa Silva

Boas Festas a todos

Para todos os amigos e amigas, familiares, bloguistas que me visitam assiduamente e comentam (eu infelizmente não vos posso comentar como anteriormente devido a não ter ligação caseira à internet), visitantes em geral, deixo os meus votos de um Feliz Natal e Próspero Ano Novo.



Não vos esqueci e peço desculpas sobretudo ao amigo Fisga (do "Planeta-Sol"), a Agostinho Silva (do "Arte por um Canudo") e restantes amigos de Parada de Gonta, a Jorge Gonçalves da Graciosa (Galeriacores), a Alberto Flores (do "Ailaife Blog"), a Angela Monforte (do "Pé de Vento"), a Maria João Brito de Sousa (do PoetaPkDeusker), a Fernanda (do "Grilinha"), o Paulo (do "Frases e Poemas"), a Rosália (do "Escrevo apenas"), Félix Rodrigues (do "Desambientado"), o Miguel Brito (do "A Minha Matilde & Cª.), a Mafalda (do "GiraFlor"), a Autores-Editora (do "Fábrica de Histórias"), a Paula Belnavis (do "Joanina"), a Francisca (do "Chica Ilhéu"), a Margarida (do "Fábulas"), o Prof. Almeida (dos "Biscoitos Blog"), o Sr. Brum (do "Bagos d'Uva"), a Clarisse Barata Sanches (do "Cânticos da Beira"), o Luis Nunes (do "Ideias e Ideais"), o Tibério Dinis (do "In Concreto"), a Maria (do "Ocaso... Ao Acaso"), o Miguel Azevedo (do "Porto das Pipas"), a Mariana (do "Ardemares"), o Manuel (do "De propósito"), o António (Do "Dispersamente..."), o ROMASI (do "Poemas de Amor e Dor"), a Efigênia Coutinho (da "AVSPE"), o Euclides Cavaco (do "Ecos da Poesia"), a Isa e Luis (do "Virtual/Realidade"), o Shark (do "Charquinho"), o Nelson Fontes (do "Criando Poesia"), o Jorge Vicente (do Fri-Luso), etc. (ver
http://tematico.no.sapo.pt/indice/19blogs.htm) por não ter acesso à caixa dos comentários. Só por e-mail é que vou conseguindo deixar algumas mensagens mas a crise está-lhe a chegar também.



Quero também agradecer publicamente a José Ávila, da "Tribuna Portuguesa", por ter publicado a minha dedicatória natalícia (está na página 13, caso queiram visitar, da 2ª quinzena de Dezembro, in
http://www.tribunaportuguesa.com



Então, festejemos o Nascimento de Jesus o melhor que pudermos. Basta crer!



Abraços a todos



Rosa Maria ("Azoriana")

No blog biscoitense - "Bagos d'Uva"

Encontrei referências à "Memória de uma Tragédia - 1962", por João Vital, dadas a conhecer pelo autor do blog em epígrafe, cujo endereço é: http://www.bagosdeuva.blogspot.com

Não me contive e comentei com algumas quadras imediatas, que republico:



Quando eu era pequena,

Na casa dos meus pais,

Lembro que li essa cena

Em quadras das águas fatais.



João Vital, o cantador,

Urdiu a memória inteira,

Com rima de muita dor

Do sucedido na ribeira.



Queria voltar a ler

O livro todo a eito

Dezembro volta a ter

Tragédia de grande efeito.



A fúria pluvial

Ninguém a pode deter

Pouco antes do Natal

Maior dor irá trazer.



Haja solidariedade

Da gente que já conhece

A hora da tempestade

E quando a vida estremece.



Às famílias chorosas

Do lado norte da ilha

Um abraço e venham provas

Da ajuda de toda a ilha.



Rosa Silva ("Azoriana")

15 de Dezembro - Triste alvorada

Violenta tempestade

Irrompeu na madrugada

Na Agualva, da Terceira,

Que arrasou a ribeira

De vasta calamidade

Após grande enchurrada.



Foram carros arrastados

Por ruas alvoraçadas

De águas em fúria

Provocando tal lamúria

Nas vozes dos sinistrados

Com as casas inundadas.



A nossa televisão

Deu-nos conta logo cedo

Do que ali se passava

E com tudo o que mostrava

Causava consternação

Por todo aquele degredo.



Ajudas de várias frentes

Reunindo autoridades

E serviços de protecção

De apoio à população

Consumida em suas mentes

Com tais adversidades.



Coitado de quem se vê

Numa tragédia assim

Perdendo os seus haveres

Sem força e sem puderes

Gritando por quem mais crê

Para poupar a vida enfim.



O cenário é dantesco

E muito dele se fala

Pla surpresa matinal

Aproxima-se o Natal

Tudo está muito fresco

E o lamento não se cala.



Que o Deus Menino anime

E ajude quem ajuda

No rescaldo do tormento

Ficará no pensamento

Mas que ninguém desanime

Pois há sempre quem acuda.



O Governo Regional

À Agualva se deslocou

Neste trágico dia

O Presidente seguia

A população local

Que com seu apoio contou.



15-12-2009

Ilha Terceira - Açores



Rosa Silva ("Azoriana")

"Vida por Vida" e Fardas Solidárias - Homenagem

Bombeiros e Protecção Civil, Polícia de Segurança Pública, Polícia Judiciária, Guarda Fiscal, Forças Armadas, Força Aérea e Marinha, Profissionais de Saúde, são o que chamo de Fardas Solidárias de "Vida por Vida". Pessoal com Mérito, Coragem, grande Empenho, Profissionalismo e Entrega Pessoal e Humanitária merecem todo o nosso elevado reconhecimento e o melhor agradecimento pessoal e público.

Recentemente e noutras ocasiões, pessoalmente e/ou com familiares próximos, tive provas concretas da excelente acção de socorro prestada pelas Fardas Solidárias com coração cuja missão se distingue, sem sombra de dúvida.

A tragédia de chuvas torrenciais atingiu algumas freguesias do concelho da Praia da Vitória, nomeadamente a Agualva provocando grandes estragos e pânico na população, e algumas dessas forças prontamente fizeram o possível por prestar auxílio.

Mais uma vez, na proximidade do Natal, uma tragédia que nos leva a pedir misericórdia e amparo na fé, clamando pelo Menino Jesus e que tenha compaixão de todos.

Um louvor também para a Rádio Televisão Portuguesa Açores, nomeadamente ao programa "Bom Dia" e ao jornalista Victor Alves que acompanhou a tragédia.

De Angra do Heroísmo para o mundo

Um Natal de Cores

De Estrelas e Flores

Cor da Felicidade

Cor da Amizade

Cor da Esperança

Cor da Confiança

Que o Menino Deus

E os amigos meus

Festejem com alegria

A noite mais fria

Que aqueceu o mundo!



O postal de Natal

A tempo é normal

Na crise do ano

O valor humano

É inesgotável

Se for mais amável.

Dos Açores, o lirismo,

De Angra do Heroísmo...

É universal

Em tempo de Natal!



Um apelo a Jesus

Num momento anormal.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

postdoano

2009 está velhinho

E o novo vem a caminho

Como uma flor em botão;

Agradeço a toda a gente

Que me segue no presente

Com alguma atenção.



A virtude de blogar

Com destaques pelo ar

Formam nobre incentivo;

No SAPO eu acredito

Torna tudo tão bonito,

Com o seu padrão activo.



Desejo um Feliz Natal,

Aquém e além Portugal,

E aos que estão do meu lado;

Que a Estrela de Belém

Contemple os blogs também

Num artigo inspirado.



Bem-haja pla paciência,

Plo trabalho e ciência

Da Equipa encantadora;

"postdoano" uma ideia

Que reúne a assembleia

De artigos produtora.



Não consigo editar,

Nem o blog aprumar

Mas deixo o comentário:

Seja ele apreciado

E se for do vosso agrado

Não ficará solitário.



Rosa Silva, da Terceira,

Blogando à sua maneira,

Carece de uma ajuda:

Gostava de conseguir

O meu blog reunir

Num CD que ao texto acuda.



Boas Festas e um 2010 todo catita.



Abraço terceirense

Rosa Silva ("Azoriana")

Próspero e Feliz Natal! (Todos os dias e para toda a gente)


Aos amigos e visitantes

E população em geral,

Vão meus votos radiantes

De Próspero e Feliz Natal.

Não tendo possibilidade

De vos mandar um postal

Por imparcialidade

Mando no blog global.



O Menino de Belém

Dê a todos do melhor:

Que nos venha sempre o bem

E nada venha a pior.

Um pouco de Oração

Mal não fará de certeza;

A falta de devoção

Faz perder a fortaleza.



Ter pão é muito importante

Mas nem só dele vive a gente

Torna-se insignificante

Viver de pão tão-somente.

Meu blog está colorido

Pla presença dos amigos:

Algum trecho recebido

Agradeço em artigos.



Para ser mais pontual

E assídua no trajecto

Vou pedir ao Pai Natal

Uma dica pró projecto.

Ter a net instalada

Na casa dos Folhadais

Servindo a família amada

Nesses novos rituais.



Se tal não acontecer,

Pela minha previsão,

Possa ao menos o SAPO ver

Cumprindo sua missão.

Boas Festas ao pessoal,

SAPO, equipa com rigor:

Tenham um Feliz Natal

Recheado de Amor!



Rosa Silva ("Azoriana")

Ao poema de Natal de Euclides Cavaco - "NATAL DA AMIZADE"

Oh que Postal tão bonito

Para o Natal celebrar;

Na verdade eu acredito

A Amizade comungar.

Amigo luso-canadiano

De palavras tão douradas

Para todo o ser humano

Nestas datas mais lembradas.



Natal é o dom de renascer

Perante a Humanidade,

E do Amor fazer crescer

Com fé e doce Amizade.

Feliz Natal, forte desejo

A si e aos familiares;

Com gosto e muito ensejo

Chegue a todos os lares.



Abraços natalícios



Rosa Maria



Leia-se o "Natal da Amizade" em
http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Natal_da_Amizade/index.htm

8 de Dezembro

Senhora da Conceição

A Estrela da Nação

Com o Seu Manto de Luz;

Da Fanfarra e dos Bombeiros

Dos taxistas companheiros

E dos irmãos de Jesus. 

É Seu Dia de Festejo,

Tão solene e com ensejo

Dos crentes ao Santuário;

Unem-se as vozes em canto,

Em reza pelo encanto,

Das pérolas do Seu rosário.



Santana e São Joaquim

Os pais deste Amor sem fim

No Céu estão do Seu lado;

E nos altares mundiais

Rainha e Mãe dos leais

E dos que caem em pecado.

Ao Acto de Contrição

Se junta crente Oração

Neste dia glorioso;

Os doentes em hospitais,

E os que não podem mais

Têm o coração piedoso.



Obrigada Mãe Celeste

Por tudo o que já nos deste,

Com zelo e compaixão,

Viva sempre em nossa mente,

O Teu olhar sorridente:

Senhora da Conceição!



Avé, Avé-Maria!

Cantam os Anjos no Céu.

Avé, Avé-Maria!

Canta o Vosso povo ilhéu.



Rosa Silva ("Azoriana")

As melhoras para o Ti'João Ângelo...

ti_joao.jpg

 


Abaixo, uma carta de Liduino Borba sobre a intervenção cirúrgica a que foi submetido o nosso amigo das Cantorias, Pezinho e sobretudo das "Velhas". Desejo que recupere rapidamente e nos presenteie com as suas tão genuínas e famosas cantigas de improviso:

"JOÃO ÂNGELO

Intervenção Cirúrgica

Liduino Borba (*)

Depois da publicação do livro "João Ângelo - O Mestre das Cantorias", em Abril de 2008, que o meu relacionamento com o Ti João Ângelo tem sido mais frequente. Como disse no dia do lançamento, ganhei um amigo, que podia acrescentar muito leal. Espero que ele possa pensar o mesmo de mim.

Neste último ano acompanhei de perto algumas mazelas que a idade e a doença lhe têm trazido. Foi o caso de duas hérnias e a anca direita. As primeiras, ele tem sabido viver com elas, há alguns anos, embora tivessem programadas para irem "à faca", com ele dizia. Quanto à anca foi um pouco mais complicado, porque para além da dor que o atormentava, não permitia que desenvolvesse regularmente a sua actividade de lavoura e também das "cantarolas", como ele gosta de dizer.

Passou a ajudar-se com uma bengala, ou bordão, conforme as situações. Durante 2009, recusou várias actuações em pezinhos e cantorias, na Terceira, Ilhas dos Açores e Califórnia, devido à sua doença.

No entanto, actuou em Agosto, nas Festas das Cinco Ribeiras, ao lado de José Eliseu e Victor Santos (vindo da América), perto duma pequena mesa, que para além de "aguentar" uma garrafa de água também o aguentou. Foi uma noite memorável, só comparável à grande enchente da última cantoria que o Charrua ali efectuou.

Pelas Festas de São Carlos, que promoveram um encontro de várias gerações de cantadores, só a muito custo aceitou participar na cantoria. A ajuda à sua perna direita - a bengala - estava por perto para poder pôr-lhe a mão.

Depois de alguma espera, os médicos Duarte Soares e Fernando Artur, por quem tem estima, acordaram e marcaram a intervenção cirúrgica para o dia 4 de Dezembro, sexta-feira. Foi internado na quinta-feira, depois de já ter efectuado a consulta de anestesia.

Foi operado a uma hérnia e à anca, esta substituída por uma prótese. Fui vê-lo no sábado e estava muito bem disposto e satisfeito porque tudo, até ali, tinha corrido muito bem. Estava esperançado que, para além de se acabarem as dores, poderia vir a desenvolver melhor a sua vida.

Há duas situações que devem ser relatadas pela graça que têm e pelo humor que ele sempre imprime às situações.

A primeira foi na noite do internamento em que não pode comer, por razões óbvias, e deu direito à seguinte quadra dita à enfermeira na manhã seguinte:

Com dores e com fome,
Como esta noite que passou,
Assim é que um homem come
O pão que o diabo amassou.

A segunda foi durante a operação à anca. A anestesia utilizada permitiu que João Ângelo ouvisse e acompanhasse parte dessa cirurgia, daí ouvir os médicos a verificar e corrigir o tamanho da perna, com a outra, quando iam dizendo "se não ficam iguais, ele, nas cantorias, nunca mais nos larga da mão".

Que tudo acabe bem para que no próximo ano possamos ter o Ti João Ângelo nos Pezinhos, Cantorias e Velhas.

Casa da Terra Alta, 6 de Dezembro de 2009

(*) Autor do livro "João Ângelo - O Mestre das Cantorias"

Que a Senhora da Conceição dê melhoras ao Ti João

Um abraço ao Ti João

Que está passando por dores;

Recupere da operação

E se junte aos cantadores.



Com seu olhar sorridente

E o seu canto genuíno,

Venha alegrar nossa gente

Com seu verso raro e fino.



Aposto que muita gente

Está com ele no juízo

Ele é Cantador valente

O melhor do improviso.



É humilde e bom amigo,

E já canta às enfermeiras;

Nestas quadras só lhe digo:

Rima de todas as maneiras.



Senhora da Conceição

E também a da Serreta,

Lhe tire toda a aflição

E o livre da muleta.



Esta é a melhor semana

Para à Senhora cantar;

Os versos da Azoriana

Estão por ele a rezar.



Rosa Silva ("Azoriana")

136º aniversário da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense

Serreta - Angra do Heroísmo - Terceira - Açores



Hoje é o dia de mais um aniversário da Sociedade Filarmónica Recreio

Serretense. A festa comemorativa realiza-se amanhã - Sábado, 5 de Dezembro.



Sobre este tema já existem múltiplos artigos da minha autoria e de outrem. Basta copiar o endereço abaixo:



http://www.google.pt/search?hl=pt-P

e

T&q=%22Sociedade+Filarm%C3%B3nica+Recreio+Serretense%22&btnG=Pesquisarhttp://fotos.sapo.pt/vzeGBsHlhBZppfigHV7Z/



Muitos parabéns aos membros da Direcção, ao maestro, aos músicos e à

população serretense quer presente, quer ausente. Por muito que nos

afastemos nossa alma está lá e festeja com emoção a grandeza desta

colectividade.



Parabéns Paulo Filipe ("Pipoca") pelo teu entusiasmo e evolução musical com um gosto especial.



Vejo tua felicidade

Percurso e aprendizagem

Sei que a tua vida há-de

Ter sempre essa vantagem.



Hinos e tais melodias

Que aprendes com agrado

Farão que nalguns dias

Te sintas iluminado.



Porque ao brilho musical

Junto o dom e a vontade

E se fores sempre igual

Fico feliz de verdade.



Obrigado aos serretenses

E feliz comemoração

Sóis um ramo de hortenses

No palco do coração.



Com olhares de alegria

E sorrisos corajosos

Sóis o brilho deste dia

E dos antigos saudosos.



Franca é a homenagem

Que dedico ao maestro,

João pronto p'ra viagem

Com empenho, zelo e estro.



Rosa Silva ("Azoriana")

"Fado e Poesia" com Euclides Cavaco

Com os melhores cumprimentos

tenho o prazer de informar que vou iniciar hoje

Sexta Feira dia 4 de Dezembro

um novo programa de rádio através da internet

Na Rádio Ondas Musicais com sede em Lisboa

em directo do Canadá com início às:



22:00 horas de Portugal e

17:00 do Canadá (Toronto)



Um programa de 2 horas para o mundo Lusófono

difundido às Sextas Feiras a esta mesma hora com o título:

FADO E POESIA com Euclides Cavaco

onde predominará a música e a poesia portuguesa

dando ênfase aos nossos artistas e à nossa música.



Para sintonizar e ouvir o nosso programa

escreva e abra este endereço da Rádio Ondas Musicais:

www.ondasmusicais.com <https://mail.vodafone.pt/exchweb/bin/redir.asp?url=http://www.ondasmusicais.com/> (sem espaços)



Ficará logo em sintonia com a Rádio Onda Musicais

depois guarde nos seus favoritos .



Aceitamos pedidos e dedicatórias em directo através deste contacto:

ondasmusicais@hotmail.com <mailto:ondasmusicais@hotmail.com>

A sua companhia será um elevado prazer para mim

Euclides Cavaco

Homenagem a Liduino Borba, autor de "Subsídios para a História de São Mateus da Calheta"

DSC00041.JPG



Autor: Liduino Borba

Título: "Subsídios para a História de São Mateus da Calheta"

Blu Edições, de Mário Duarte

Junta de Freguesia de São Mateus da Calheta



http://www.liduinoborba.com

geral@liduinoborba.com



«Bela Pétala Histórica», o que agora eu lhe chamo...



Homenagem ao Autor:

Um homem de tantas artes

Pesquisa por quaisquer partes

Empenhado no seu labor.



Apresenta-se o Autor,

Logo na página três,

E dos livros que já fez

Prova todo o seu valor.



Bendito seja o Senhor,

E a sua Santa Mãe!

Que lhe concedeu o bem

E a meta de Historiador.



"História de São Mateus",

Setecentas e cinquenta e duas

Páginas, de sol e luas,

E a bênção do Bom Deus.



Onze temas principais

Com tudo o que pode haver

E o que o leitor quiser ler

Não lhe escapará jamais.



Trabalho de vários anos

E anseio do Presidente

Que rege cada residente

Com brio pelos seus planos.



Liduino e José Gaspar

E toda a população

Deram voz ao coração

Num projecto de LOUVAR!



Mateusenses foram honrados

Lugares e mais tradições

E deram muitas lições

Às gentes de outros lados.



Um estudo tão profundo

Em tudo que o ser alcança,

Faz deste LIVRO a herança

Para a freguesia e o mundo.



Quem escreve por Amor

E zela pela perfeição

Terá mérito na Região

Longo aplauso e LOUVOR.



Agradeço reconhecida

«Bela Pétala Histórica»

De admiração eufórica

Pela estrutura seguida.



Ganhei um sorriso amigo

E outro também lhe dei;

Doravante não esquecerei

O TESOURO que tenho comigo.



Cada homem é um templo

De histórias e amarguras

De alegrias e ternuras

Do bom ou do mau exemplo.



Cada freguesia tem

A sumária população

Que forma uma Região

Com tudo o que lá tem.



Mas da forma que este Autor

Se entrega à fina arte

Terá sempre em qualquer parte

A gratidão do leitor.



São simples as quadras minhas

Mas fi-las de coração:

Três de Dezembro - Emoção...

É o que reina nestas linhas.



2009/12/04

06:30

Angra do Heroísmo

Rosa Silva ("Azoriana")

SOU MULHER!

socorro_lima_dantas.jpg



Prémio de participação a convite de Socorro Lima Dantas

http://www.socorrolimadantas.com



Muito obrigada!



Basta aceder ao sítio e visualizar o contributo de diversos escritores num elo de amizade.

Musas

DSC00020.JPG

Oh Musas de Encanto
Da suave inspiração
Tira-me o grande pranto
Que me talha o coração.

Oh Menino de Belém
Que em breve voltarás
Renasce por mim também
Indica-me o trilho da paz.

Oh Musas da Inspiração
Vinde acender a minha alma
Tão só, na solidão,
Que de rima se acalma.

Vinde nesta hora fria
Trazer a felicidade
Abre a porta à alegria
Num hino de amizade.

Rosa Silva ("Azoriana")

Ao Fri-Luso nº 46 do 1º de Dezembro

O Natal é uma doçura

P'ra quem o vive integral

Se mantém a estrutura

Do Presépio divinal.



O Menino e sua Mãe

E o Pai que apazigua

Burro e vaca querem bem

Aquecem sua pele nua.



Que o vosso Natal seja

Repleto dessa lembrança

E que ninguém se veja

Falhado de esperança.



A toda a boa gente

Que recheia o Fri-Luso:

Abraços a Jorge Vicente

E a todos que fazem uso.



Rosa Maria



P.S. Um agradecimento muito grande à boa amiga Clarisse Barata Sanches que me dedica um belo soneto. Um grande abraço e que Deus a recompense como o tem feito sempre.



in
http://friluso.no.sapo.pt/

«Sorte da Canastra», na mira de André Pimentel

Uma imagem vale ouro


Quando captada com gosto:


Fica muito bem o touro


Quando nos alegra o rosto.


 


Vi n"Os Bravos" do André,


Em Novembro dois mil e nove,


A Canastra, sempre em pé,


Que em Setembro o touro move.


 


É bonita a brincadeira


Que remonta ao passado:


São os Bravos da Terceira


Em folguedo no Cerrado.


 


Sorte da Canastra é


Verdadeira atracção


E num valente "Olé"


Que faz rir a população.


 


Parabéns pela imagem


No "Cerrado" da Serreta,


Ao André faço homenagem


Por esta sua faceta.


 


Têm imagens de valor,


Preza a fotografia,


Instantâneos com rigor


Louvando a Tauromaquia.


 


Rosa Silva ("Azoriana)


 


Nota: Muito obrigada pelo comentário deixado no meu blog e por esta linda foto da "minha"/nossa Serreta. Brevemente colocarei os comentários à vista mas no momento não me é possível, por questões técnicas.


 


Na minha opinião acho que devias editar um livro e/ou cd porque tens bom material.


 


In http://osbravos-andrepimentel.blogspot.com/2009/11/pico-da-sereta-140909-sor te-da-canastra.html

Ao amigo Tripeiro

Bom dia, caro amigo,

Dei pela tua presença

Que comentaste o artigo

E a soltura está suspensa.



Esta coisa de blogar

Torna-se uma inquietação

Nem te posso comentar

Nem aceder à edição.



Em casa estou barrada

E noutro local também

Sem a net instalada

Só edito com vintém.



Mensagem por telélé

E por e-mail enviada

Espero e tenho fé

Que no blog seja içada.



Tenho gosto nas visitas

E no que vais escrevendo

E certamente acreditas

Que o vintém está tremendo.



Oxalá o Pai Natal

Libertasse a internet

Grátis de acesso geral

Porque esta via promete.



Um abraço querido amigo

Tripeiro com bom sorriso

Te dedico este artigo

Com a rima de improviso.



Rosa Maria

Blog da Grilinha fez 6 anos - 24/11/2009

Parabéns, grande bloguista!



Viva, viva a irmã Grilinha

Com seu blog em festejo

Como gostas de cozinha

Vamos a bolos e queijo.



"Grilinha" é blog antigo

Da amiguinha Fernanda

Que reúne o povo amigo

Ao redor da sua banda.



Todos cantam Parabéns!

Sorriem à tua beira

De longe também os tens

Da bloguista da Terceira.



Como ando atarefada,

Com a minha casa cheia,

O SAPO logo de entrada

É que me abriu a ideia.



O atraso é pequenino

O tempo é que é maior:

Vem aí o Deus Menino

P'ra festejar seu Amor.



Agora para findar

Esta hora de festejo

São seis anos a blogar

Tudo de bom te desejo.



Abraços



Rosa Silva ("Azoriana")

http://grilinha.blogs.sapo.pt/128764.html

2 textos da TSF e a minha nota e outras notas...

a) Laboratório aconselha suspensão da vacina no Canadá

2009-11-25

Hoje às 15:06




O laboratório GlaxoSmithKline, que produz a vacina contra a gripe A,

aconselha a suspender a vacinação no Canadá. O aviso surge depois de se

terem registado vários casos de alergia à vacina naquele país.

O laboratório GlaxoSmithKline decidiu aconselhar a suspensão da vacinação no Canadá, depois de terem sido registados vários casos de alergias naquele

país, desde problemas de pele a problemas respiratórios e cardíacos.

No Canadá já foram suspensas cerca de 170 mil doses da vacina contra a gripe A que é também usada em Portugal.

O laboratório garantiu que o lote que causou reacções alérgicas não chegou à Europa.




Fonte:

 


http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1430311



b) Alergias graves à vacina contra gripe A registadas no Canadá

2009-11-24

Ontem às 11:09




A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, esta quarta-feira, que foram registadas alergias graves em pessoas que tomaram a vacina contra a gripe A no Canadá.

Um número pouco habitual de reacções alérgicas «graves» à vacina contra o vírus H1N1 foram registadas recentemente no Canadá.

O lote em causa pertence ao grupo farmacêutico GlaxoSimthKline, a mesma marca que é utilizada em Portugal, foi retirado, anunciou esta quarta-feira a OMS.

Fonte:

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Intern



Nota: Precisamente nesta quarta-feira foi ministrada a dita cuja vacina do dito cujo lote na minha pessoa por estar integrada num dos grupos de risco.

Será caso para alarme?

Entretanto ouvi dizer que a Agência Europeia do Medicamento já divulgou nota sobre não haver causas/efeitos.

Não me apetece é ler mais nada sobre o assunto...acional/Interior.aspx?content_id=1428961

Já voa pelo mundo o cartaz das "Sanjoaninas 2010"

"Angra Jóia do Mundo"



Pedra preciosa

Alma voadora

Ametista glosa

Lilás sedutora.

Venham todos ver

Terra, Mar e Céu,

E o bem-querer

Deste povo ilhéu.



És Jóia encantada

Que te fica bem

Angra engalanada

Do melhor que tem.

Angra "Borboleta"

De cores garridas

Bela silhueta

Pedras coloridas.



Saltando a fogueira

Nosso São João

Faz a ilha inteira

Dar-lhe sua mão.

É um mar de gente

De dentro e de fora

Que vê sorridente

A Jóia que adora.



Angra de mil cores

Formosa e festiva,

Sofreste horrores

Agora estás viva;

Canta povo angrense

Ao teu São João

Jóia Terceirense

De alma e coração!



Voa minha flor,

Voa meu amor

Jóia e balão

Do meu São João!



Rosa Silva ("Azoriana")



Uns versos feitos ao correr da tecla após ver o cartaz da autoria de Bruno Fontes (
http://www.cm-ah.pt/showNT.php?Id=62) e ler o que está exposto em http://festas2010.sanjoaninas.com

A Liduino Borba, de São Mateus da Calheta

Bom dia, caro artista,

De obras de categoria

E também louvores conquista

Na popular Cantoria.



Da "História de São Mateus",

Ainda só vi uma parte,

Mas julgo que até Deus

Se orgulha da sua arte.



Minúcia, trabalho e amor

A tudo aquilo que produz,

Faz de si o historiador,

Escritor, poeta que reluz.



Não quero ser mentirosa,

A verdade quer-se dita:

A pena aqui, desta Rosa,

É não ser por si escrita.



Olhando sua experiência

Em contar o que o rodeia,

Elogio a paciência

E a ventura que o recheia.



Quem verseja desde novo,

Tem amor pelos versos seus,

E tem a estima do Povo

Cujo berço é São Mateus.



Eu versejo o que me canta

Cá dentro do pensamento:

A Serreta e cousa tanta

Sob a balada do vento.



São macias as baladas,

E os versos do coração!

(Minhas rimas, encalhadas

À espera de edição).



Que alegria deve ter

O autor das flores da vida,

Em folhas que vamos ler

Antes da última partida.



Tão feliz, fiquei então,

Com o comentário seu;

Fui falar-lhe à "2ª Mão"

Mas troca de hora se deu.



Depois fui eu que falhei

Ao contacto p'la tecnologia,

Perdoe se não lhe dei

Resposta no mesmo dia.



Lhe respondo nesta hora,

Ficando à disposição;

São Mateus e a Mãe Senhora

Lhe dêem sempre inspiração.



Faço aqui uma homenagem

A Liduino Borba, escritor,

Continue sua viagem,

Na vagas de Historiador.



E à melodia do mar,

Junto as vozes do mundo

E a minha, que sem parar,

O elogia bem de fundo.



Rosa Silva ("Azoriana")



Veja-se, por favor:
http://www.liduinoborba.com/liduino

Pico é lindo...

... E negro de mistérios, traz-nos a nostalgia, a saudade e o querer voltar a vê-lo um dia. Altaneiro e vistoso, com seu manto todo branco, como que comandar as outras ilhas irmãs que, à distância, lhe acenam sorrindo por entre dias claros ou nublados. Nem lembro bem, há quanto tempo não vou mas é como se estivesse lá. Fecho os olhos e avisto, sentada na ponta do muro da casa do meu tio Amaro, aquela conchinha beijada pelo mar e pelo cantar forte ou suave das ondas que jamais nos deixam sós. Regalam os dias e embalam as noites...



Naquele cais pequenino mas grande de histórias dos maiores construtores de barcos e traineiras que, infelizmente, nunca vi serem levadas pela primeira vez ao mar numa inauguração feliz e entusiasta. Muito andei para lá e para cá, no Santo Amaro, no Terra-Alta, no Espírito Santo e outros. Tudo se acaba: são as gentes e as coisas... É uma pena mas nada por cá fica a não ser a doce recordação e os descendentes que vão honrando a memória do passado.



Quando eu era pequenina, digo pequenina e sempre avultada de corpinho, e mais tarde, na adolescência, a minha maior alegria era quando diziam cá em casa: - Vamos ao Pico! Nessa altura crescia em mim uma alegria que era difícil de explicar mas fácil de adivinhar olhando o meu rosto eufórico. Toca de fazer as malas, ir para o Porto das Pipas, dizer "adeus" ao Monte Brasil e ala em frente directos para o ilhéu do Topo, deslumbrante na passagem, e até ao porto da Calheta olhando aquelas calmas Fajãs e o escasso casario que mais parecia um presépio acolhedor, até aportarmos um bocado nas Velas. Como a ânsia era tal em chegar ao Cais de São Roque, achava sempre uma demora eterna as paragens e a viagem, muitas vezes com alguns sobressaltos: era só mar dum lado e do outro como que a querer engolir a minha felicidade que tardava em saltar para o cais.



Finalmente, avistava-se a ilha e o seu Pico majestoso e o coração batia tão forte que quase era uma ajuda para avançar mais depressa. A loucura total era o passar do barco para terra. Pensava para mim: "finalmente cheguei, só falta um bocadinho agora"! Às vezes tinha alguém que nos reconhecia mas a surpresa era sempre o nosso anúncio de chegada quando o carro estacionava junto da primeira porta do amor: a casa da Tia Vieira! Gritos de alegria, abraços tão apertados que uniam os corações que há muito não se estreitavam tanto...



E depois? Depois era um nunca mais parar, era largar-me por aqueles caminhos e atalhos a procurar todos os rostos de família... Num instante se colocavam as notícias (de cá e de lá) em dia entre sorrisos e lágrimas sãs...



Uns anos mais tarde, quando já a morte levara os mais velhinhos e doentes, eu fazia sempre uma visita ao cemitério para abraçar o silêncio dos entes falecidos e só depois ia ver o Santo Amaro, que ficava mesmo ali ao lado no seu altar salgado pelas ondas que ficam a espreitar as manhãs e noites picoenses e jorgenses, mesmo ao lado. Aquelas luzinhas do casario nocturno jorgense parecem velas a iluminar o Santo que saúda de cá o grande cavaleiro São Jorge, esguio, espraiando-se pelo mar em cânticos de júbilo e companhia melodiosa.



Quando era para voltar para a Terceira começava uma lágrima teimosa a querer saltar para se ir juntar ao mar que também se exaltava com o nosso regresso. Cheguei a ver da janela da casa da minha querida tia Margarida, a que dizem que eu sou mais parecida com ela, o mar a galgar o muro e vir lavar o caminho. Contavam-me que certos dias de tempestade, ele entrava pela porta da frente e saía pela que encontrasse mais próxima, que na verdade era a cozinha onde o cheiro a torresmos, salsichas, linguiça e inhames me fazia sair de cada refeição com o paladar regalado e agradecido. De certeza vinha de lá sempre com mais uns quilinhos... Ai que ricos doces de fruta, que queijos deliciosos, o bolo-tijolo, as vésperas, a angelica, o espirituoso vinho, uvas, figos e o manjar de deuses que sempre nos preparavam em cada convite, à vez e sempre numa casa diferente. Voltar para a Terceira era uma tormenta, um choro de abraços, lágrimas compridas que não estancavam mais... Quando já não via a minha "conchinha de amor", porque o barco já se ia afastando do cais da Ilha Maior, o meu coração perdia-se em tristeza e amargura... Pensava "deixei-me ficar em Santo Amaro..." mas tal nunca foi possível.



A vida continua e a minha residência estava fixa na ilha que me vira nascer, naquele quarto perto dos ares da Serra de Santa Bárbara, na pequenina freguesia da Serreta, com a janela voltada para o alto-mar que abarca o trio das ilhas que já visitei, felizmente: Graciosa, São Jorge e o Pico (até dizem que quando se vê surgir claramente a pontinha acima de São Jorge é sinal de que chove dali a três dias).



Queria tanto voltar aquela metade do meu coração mas há sempre algo que me impede. A vida modificou-se de tal forma que raramente há lugar a viagens de encontro à saudade. O dia que eu conseguir lá voltar, sei que muitos já nem saberão quem eu sou, apenas os de mais idade e os familiares vivos. Tantos que já se foram e tantos que ainda me esperam sempre com o grito de amor à chegada.



Querida amiga nova, Margarida, que Deus a proteja nessas Américas junto de sua família, que seja sempre muito feliz e, tal como eu, sinta o pulsar da Montanha no seu coração de ilhoa.



Nunca gostei das partidas... gosto sempre mais das chegadas porque nos tiram as lágrimas tristes e dão-nos as alegres.



Até outro dia que a prosa se solte ou a rima favorita.



Abraços da Rosa Maria

Heróica Pesca do Bacalhau

Bacalhau passa em revista

Contada e bem cantada

Por Amália, grã fadista,

Torna-se muito honrada.



Debaixo de esforço humano,

Trabalho e tanta saudade,

Em grande parte do ano

Sós no mar da imensidade.



Lembrando das suas gentes

Rendidos à sua missão,

Com lágrimas pendentes,

Mas para a frente é que vão.



Pescando o pão do mar,

Esse nobre e honrado povo;

Que as mulheres viam regressar

Com choro e um riso novo.



Oh, valente marinheiro,

Marujo de honradez,

Num mar nem sempre fagueiro

És heróico português

Meio ano dás-te inteiro

Trazendo de cada vez

O bacalhau verdadeiro.



Rosa Silva ("Azoriana")

A leitura faz-nos bem...

Desabafos pontuais.



Cansei-me da luz da tarde,

Do dia e da manhã,

E daquele fogo que arde

À boquinha da sertã.



É que a vida, meus senhores,

É uma luta até à morte

A pacatez dos Açores

Já não é mais o seu forte.



Que saudade da verdura

Que pingava matinal

Com a água da doçura

De um véu celestial.



Hoje tudo é martírio

E o mal torto e a direito

E raramente um lírio

Povoa o último leito.



A paixão que me domina

Talvez nunca vá morrer

Faz parte da minha sina

Ver nas rimas o prazer.



Li as "Crónicas Terceirenses" (1)

Do ilustre Victor Rui Dores,

Recorda os seus pertences

E dá-lhe melhores valores.



De que serve bater no peito

Persignar, rezar, orar,

Se raramente é perfeito

O que se faz sem pensar?!



Deus está em toda a gente,

No campo e na cidade,

E no coração ardente

Dos Homens de boa vontade.



Rosa Silva ("Azoriana")



Nota: (1) Tribuna Portuguesa 11/15/09 in

http://tribuna.npgproductions.com/news-26.html - página 5 - Crónicas

Terceirenses - "Recordação da túnica vermelha". Victor Rui Dores

Versos para filha e filhos

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Na verdade, minha filha,

Foste grande lutadora,

Procuraste nesta ilha

Agora és trabalhadora.



Perdoa se a mãe magoa

Ou ralha alguma vez;

Sabes que toda a pessoa

Diz mal por bem talvez.



Quando eras pequenina

Cabias no meu regaço,

Agora és flor menina

Que merece meu abraço.



Nao és dada aos afectos,

Fazem falta podes crer;

Porque pais, filhos e netos

Toda a vida os hão-de ter.



E quando a mãe te deixar,

Chega a todos essa hora,

Lembra que por te amar

Nunca te mandei embora.



A ti e aos teus irmãos,

As pérolas do meu viver,

Oxalá que por suas mãos

Façam tudo por bem fazer.



Que procurem ajudar

A mãe, que já vai cansando,

O futuro possam trilhar

Lembrem a mãe de vez em quando.



Luís, Aida e o mais novo,

Paulo, e tudo que me abeira:

Sejam bons junto do povo

Que vos ajuda na Terceira.



Nao é uma despedida

É a sã dedicatória:

Amo-vos por toda a vida

Vocês são a minha história.



E não sei mais que fazer

Para não faltar comida...

A pobreza podem crer

Faz pensar melhor a vida.



Há quem tenha muito mais

E não viva com amor,

Gastam tudo aos seus pais

E lhes fazem maior dor.



No rosto brilhe um sorriso

Nos olhos cheios de mar,

Dou beijos de improviso

A quem vive no meu lar.



Rosa Silva ("Azoriana")

"Tristeza" - poema de Euclides Cavaco

Leia aqui: http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Tristeza/index.htm



Ao seu poema



Um dia o hei-de abraçar

Nem que seja noutra esfera

Nesse dia vou chorar

Pelo tempo de espera.



Sua poesia é profunda,

Triste, linda ou como lhe der,

O seu estro sempre abunda

E sabe se defender.



Há Tristeza, há Alegria,

Mal se nasce pensa a morte

Mas o poder da poesia

É o valor e o seu forte.



Querido amigo Cavaco,

Perdoe as minhas falhas,

Meu verso se sente fraco

Junto das suas Medalhas.



Medalhas de Poesia

De encanto e ternura

Fazem com que cada dia

Seja uma grande ventura.



Ainda bem que eu encontrei,

Ao toque de um botão,

E algumas letras lhe dei

Com profunda admiração.



Se deste lugar me for,

Em dia que Deus destina,

Lembre sempre que uma flor

Deu o nome a uma menina.



Rosas são flor de santo,

De alegrias e tristezas,

Algumas colhem o pranto

De algumas tristes donzelas.



Outra rosa eu lhe dou,

É feita em rima breve

Minha tristeza tirou

E com sorriso lhe escreve.



Quando um livro eu editar

Hei-de mandar-lhe com gosto

Se o sonho não quebrar

Ou vier maior desgosto.



Um abraço muito apertado



Rosa Maria

Homenagem "Às Castanhas", de Euclides Cavaco

Graças ao belo poema de Euclides Cavaco alusivo às Castanhas e a São

Martinho in

http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/As_Castanhas/index.htm,

ofereço-lhe uma simples homenagem risonha:



As "Castanhas" de Cavaco

No seu timbre fazem rir

E por cá se enche o saco

Para comer a curtir.



Na Praça Velha de Angra

Assadas pla tradição;

E o vinho até sangra

Do nosso bom garrafão.



Ai que belo este Santinho

Que na Adega faz furor

Põe a dançar o seu vinho

Na boca do provador.



Obrigada pela oferta

Que me chega à Terceira

E o cheirinho desperta

As quadras de brincadeira.



Castanha boa cozida,

Assada ou até crua:

Faz Novembro dar-nos vida

E "foguetes" à luz da lua.



Castanheiro do meu quintal

Muita castanha já deu

E hoje acho normal

Foguetes no que é meu.



Abraços risonhos



Rosa Maria

É Dia de São Martinho

É Dia de São Martinho

Canta a castanha e o vinho

Em qualquer lar que se preze

E na Adega vai provar

O que andaste a trabalhar

Mesmo que alguém te despreze.



O vinho dá à garganta

A toada p'ra quem canta

Depois duma grande dose;

Prefiro sempre o licor

Dos Bagos do tal Senhor

Que guardo em grande pose.



Vinho doce, vinho fino,

Cantas tu e canta alguém;

És o líquido divino

Que bebe o Padre também.



São Martinho, São Martinho,

Que pelos pobres repartes

O que faz ficar quentinho

E cobre todas as partes.



Rosa Silva ("Azoriana")



P.S. Faço hoje uma sincera homenagem ao autor do blog Bagos d'Uva

(
http://www.bagosdeuva.blogspot.com)

que nesta arte de vinhos é o maior!

AVSPE - Natal 2009

selonatal.jpg

Natal do verbo AMAR.

Há muitos que não têm fé
Nesse Ser que é só Bem,
Talvez andem muito à ré
Só querendo o que não tem.

Hoje um amigo me deu
Um tempo para pensar:
"Loja Doce" vem do céu
Para nos fazer Amar.

E vem aí o Natal,
Não de prendas e brinquedos:
Um momento especial
Para olharmos os dedos.

Dez dedos nos são doados
Para fazer doação,
E os carinhos trocados
Com amor de coração.

Olha um de cada vez,
Mas se já não tens algum,
Em Dezembro é o mês
Para a ajuda comum.

Um Menino nos acena
Renascendo num sorriso
E na esmola pequena
Vai o teu dedo preciso.

Dá as Mãos a quem não tem
As suas a funcionar,
Ou por ter perdido alguém
Ou pela idade lhe tombar.

Uma reza, uma oração,
Se a coragem de enfrentar
Te fere o coração
E começas a chorar.

Eu choro em tantas horas
E me escondo da amargura
E Deus Menino, sem demoras,
Que me alegra e segura.

Aquele rosto mimoso,
Desenhado com carinho,
Faz parecer tudo formoso
E alegra-nos o caminho.

Segue a Loja e o Caminho,
A Verdade e a Vida,
E agarra o teu Santinho
Ou a Santa mais querida.

Ajuda o teu Irmão
Que precisa do teu olhar
E estende-lhe a Mão
Com o Natal do verbo AMAR.

Rosa Silva ("Azoriana")

Hoje apetece-me ouvir TT em "Faz Acontecer"...

[Refrão]

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver entra nesta história

Vem-me conhecer



Tu és a coisa mais doce

Que me aconteceu

Tu és o fruto proibido que assim nasceu

Tens sido a companhia que me leva a viajar

Em cada episódio desta vida vais lembrar



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver (envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



Desde o principio que me motivas

A continuar, Por ti eu

Ponho as mãos no fogo e vejo-as congelar

Tens sido exemplo p'ra todos de como é bom viver

Tens despertado emoções que eu não sabia ter



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



De uma vez por todas, anda vem-me conhecer

De uma vez por todas anda deixa-te envolver

Eu sei que tu vais gostar, vais pedir para não parar

De uma vez por todas, anda vem-me conhecer

De uma vez por todas anda deixa-te envolver

Eu sei que tu vais gostar, vais pedir para não parar



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer



Só eu sei que não te vou esquecer (só eu sei)

Ei ei ei ? EeEeE

E tu sabes que não me vais perder, oh oh

Vem-me conhecer



[Refrão]

Mexe, faz acontecer (faz acontecer)

Deixa-te envolver(envolver), Entra nesta história

Vem-me conhecer

Mexe, faz acontecer

Deixa-te envolver, oh oh

Vem-me conhecer

A meus pais, minha irmã, cunhado e afilhado, filhos, ao meu amor, a Autores Editora e a quem me entenda e tem ajudado...

Luzes, palco, algumas flores,

Caras com sorrisos frescos,

E eu lacrimando amores

Imaginando que nos cestos

On-line, made por Autores,

Estão pétalas de minhas cores.

«Azoriana, mulher das rimas»

De sonhos e de tormentos,

Só eu sei quanto me estimas

Amor de tantos momentos

E que os meus versos limas

Com o melhor dos pensamentos.



Vem minha Nossa Senhora,

Vem dar-me este gostinho,

Não me deixes ir embora

Sem pegar no meu livrinho

E vê-lo por aí fora

Nas mãos doces do carinho.



Hoje ouço a ventania

Bradar por cima da gente;

Cá dentro faz-me poesia

E me alegra, sorridente,

Sonhando que chegue o dia

De a beijar suavemente.



Cada pétala que glosa

No meu ser, ancoradouro,

São retalhos duma rosa

E dos pais que eram d'ouro,

Do céu de forma bondosa

Vão-me me dando este tesouro.



E graças à Virgem Mãe

Que sabe quanto se pena,

Ela viu o Filho também

Pregado na pior cena,

Faça que nos venha bem

Nesta vida tão pequena.



Rosa Silva ("Azoriana")