Cantigas ao desafio...

Está a fazer-me falta, ou melhor escrevendo, estou com saudades de uma cantiga ao desafio para animar o meu ser... É que a chuva, as preocupações (várias) estão a precisar de algo animador.

A chuva que nos invade
Caindo em turbilhão
Não sei como é que há-de
Consolar esta ocasião.

Na rua e na minha alma
Caem versos em solitário
E p'ra vencer esta calma
Chovem ais neste diário.

17 comentários:

  1. gotas_de_orvalhonovembro 27, 2007

    O sol vem tarde de mais
    mas minha alma espera
    Neste Diário chovem ais
    memórias da primavera

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  2. olha a dona Rosa a rimar
    mas parece com tristeza
    Tenho quase a certeza
    que algo se está a passar

    O que será ?

    abraços

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  3. A chuva até inspira
    Os poetas cantadores
    É condição que cativa
    Até mesmo os escritores.

    Pode até nos inspirar
    Nas futuras desgarradas
    E com isso clarificar
    As ideias mais bizarras.

    Por falar em desgarradas vamos lá ver se me resta algum tempo para me inspirar novamente, talvez esta época natalícia que se aproxima sirva de inspiração.

    É sempre um enorme prazer visitar este teu lindo blog, parabéns amiga Azoriana , um abraço.

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  4. "Chovem ais neste diário"
    Porque queria muito cantar?
    Está a correr ao contrário
    Sem ninguém a ripostar

    Mas eu, de passagem
    Por esta Ilha Terceira
    Juntei palavras e coragem
    Para dar resposta à maneira

    Nestes dias que passam
    Dois meses já lá vão
    São tempos que esvoaçam
    E fica a saudade no coração

    Nova vida, trilhos que desconheço
    Mas como guerreira que sou
    Quero menos que mereço
    E aventurar-me por aqui eu vou

    Vou lançar-me ao mar
    Sem promessa e sem jura
    Ausente do medo de naufragar
    E de cair em amargura

    Quero dar sem receber
    E preencher todo o vazio
    Vou lutar contra o sofrer
    E aquecer este teimoso frio

    A Cagarra

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  5. Olá Azoriana

    Por aqui está um belo dia de Outono com o céu azul e o sol brilhante mas muito frio.

    No meu blog está um prémio á tua espera.

    beijinhos

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  6. Olá amiga,

    Gosto do teus versos, é um grande prazer ler-te.

    Beijos e sorrisos

    Isa

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  7. À friorenta Cagarra
    Agradeço sem demora
    À boa quadra se agarra
    E me visita nesta hora.

    Visitante de viagem
    Pela nossa ilha Terceira
    E nas quadras de passagem
    Vem a rica cantadeira.

    O que faz cá pela ilha
    A Cagarra amistosa?
    Gosta e vejo que partilha
    Os versos em vez de prosa.

    Veio conhecer a saudade
    Aprendeu a cá voltar
    Nasce sempre amizade
    Ao passar neste lugar.

    E na secreta missiva
    Planta o lado cantador
    À luta não se esquiva
    E ao mar encantador.

    Nossa ilha tem mais encantos
    Sabe dar e bem receber
    Embrulhamos nossos prantos
    Pra sorrir ao amanhecer.

    Obrigada!
    Volte sempre

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  8. Nada se passa amigo,
    Rimar pra mim é normal,
    Está tudo bem comigo
    Mas vem aí o Natal...

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  9. Gotas de Orvalho no ar
    Sinais de uma nova era
    Passam por mim a rimar
    Lembrando a primavera.

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  10. O Natal já se aproxima
    Com um brilho todo novo
    E é com muita estima
    Que te vejo aqui de novo.

    Na época a desgarrada
    Trará outra emoção
    Falta pouco, quase nada
    Pra virar a estação.

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  11. Olá Grilinha

    Muito obrigada pelos prémios. Vou tentar seguir com os mesmos logo que possível.

    Bem-vinda de volta e parabéns pelo 4º aniversário.

    Beijinhos

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  12. Há muito que conheço a Saudade
    Fruto da distância e separação
    Na vida temos de seguir a vontade
    E partir ao serviço da vocação

    Passagem me trás por cá
    Mas estou a fazer que permaneça
    Minha bagagem quero pousar já
    E que este meu trabalho apareça

    Meu "ilhéu" banhado por mar
    É lindo por natureza
    Praias, sol e bom ar
    Esperam por si com certeza

    Pouco tenho de Cantadeira
    Sou alguém que canta a dor
    Contagiada pela terceira
    Terra de tanto Cantador

    Vinda de outra até à sua Ilha
    Trago em mim imensa amizade
    Na união a essência da partilha
    E talvez a suposta felicidade

    O seu "volte sempre" agradeço
    Gosto de me sentir Bem-Vinda
    Vamos a ver se mereço
    Sua hospitalidade tão linda

    Quando eu tiver de parar
    Por favor, avise-me logo
    Será um pedido a respeitar
    Porque é a dona deste blog.

    A Cagarra

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  13. Outrora uma revelação
    Fez parar um bom rimar
    Vou perder a tentação
    De pedir p'ra se revelar.

    Faço gosto na cantoria
    Que corre e ao seu dispor
    Canta-se em qualquer dia
    Agora com mais fervor.

    Siga a sua vocação
    Por trilhos que acalenta
    Na maior satisfação
    E na forma que apresenta.

    Espera felicidade
    No mar, terra e ar,
    Na ilha a amizade
    Ocupa um bom lugar.

    Seu trabalho de certeza
    Merece a nossa atenção:
    "Canta a dor" dá tristeza
    De resto não faz menção.

    Respeito a sua vontade
    Gosto da sua presença,
    E p'ra dizer a verdade
    Peço que não seja doença.

    "Volte Sempre" eu insisto,
    Cante com grande emoção
    Do Desafio não desisto
    Rimar é minha vocação.

    Azoriana

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  14. Descansada pode ficar
    Porque não é doentio
    Inspira-me um bom rimar
    Quando no interior há vazio

    As palavras me confortam
    E o gosto de escrever
    São melodias que não voltam
    E trazem sonhos ao entardecer

    Nostalgia ao peito erguida
    Coração sempre apaixonado
    Desejo e vontade contida
    Num presente quase passado

    Mas deixemos de lamúrias
    Para dar a si resposta
    São pequenas luxúrias
    De uma alma bem disposta

    Eu fiquei sem saber
    Se na minha ilha acertou
    Não me deu a conhecer
    Se sabe de onde sou

    Uma coisa que me intriga
    É que nunca mais postaram
    Nem mais uma só cantiga
    Os outros comentaram

    Nem o "Galeriacores" nica,
    Nem o "Ilhas" vem ao contrário,
    Nem o "Ideias&Ideais" dá pica,
    Como este pobre comentário?

    Talvez me possa ensinar
    Com experiente explicação
    O modo de funcionar
    Deste meio de comunicação.

    A Cagarra





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  15. Descansada já eu estou
    E pronta p'ro desafio
    Porque aqui nunca cantou
    Cagarra com tanto brio.

    Vou abrir a nova sala
    Pra mudar os comentários
    Porque agente não se cala
    Enchendo estes diários.

    Sua ilha eu não sei
    'Inda não levantou o véu
    Em Santa Maria pensei
    Valha-me esta Mãe do Céu.

    Para além desse "ilhéu"
    Devem haver mais belezas
    Vá tirando o chapéu
    Para me dar mais certezas.

    Sua alma é bem disposta
    Inda me vai contagiar
    "Cagarra" também aposta
    Neste modo de blogar.

    Se eu passar para artigo
    As cantigas neste tom
    Aposto que algum amigo
    Vai comentar nosso dom.

    Vou numerar as cantigas
    Como fiz noutra ocasião
    Estas linhas são amigas
    São ecos d'inspiração.

    Eu lhe posso ensinar
    A blogar deste meu jeito
    "O modo de funcionar"
    Virá todo a preceito.

    Um e-mail irá criar
    Junto do SAPO amigo
    E depois já pode entrar
    Na edição de um artigo.

    Pense um título p'ro blogue,
    Seu rumo p'ra navegar
    Depois disso então jogue
    A rima nesse lugar.

    Importa o endereço
    Ser algo fácil e são
    Depois eu já não esqueço
    Far-se-á revelação.

    Aconselho nome curto
    De fácil memorização
    De cantá-lo não me furto
    Prestar-lhe-ei atenção.

    Cagarra e Azoriana
    Uma dupla imbatível
    A rima já não engana
    Faz a vida apetecível.

    De mim sabe quase tudo
    De si não sei quase nada...
    Daqui até ao Entrudo
    Saberei sua 'morada'?

    Azoriana

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  16. Fiquei tão admirado
    com tão bom rimar
    por isso estou tão calado
    p`ra ninguem chatear

    este desafio d`Azoriana
    está a dar que falar
    Já dura à mais de semana
    e acho que vai continuar

    Aqui onde se agarra
    o mar com o rochedo
    mora uma cagarra
    poetisa sem medo

    a desgarrada animada
    que faz alguem feliz
    vai aqui ser continuada
    como azoriana quis.

    abraços para as duas

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  17. Você será a "Cagarra Mariense". Agora sou a "Cagarra Azoriana" :)

    Onde andará a minha homónima?

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