Desenho do Soneto

 


manuscrito

Chave de prata fez-se p'ro soneto.
O sentir brota daqui para baixo,
talvez na melodia o contrabaixo
e no sorriso baila o amuleto.

Às voltas ando pelo alfabeto,
procuro letras, sem susto encaixo
num desenho composto altibaixo,
depois das quadras vem primo terceto.

Oito versos formam o ponto vistoso.
Não se pode deixar a folha caída;
A rima é «amor» que chama à acção.

Aqui reside o ponto grandioso,
sentes o impulso da força da vida:
Na chave d' ouro reina o coração!

Rosa Silva ("Azoriana")


Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=5967


Índice temático: Desenho sonetos

Este não é soneto mas tem tudo a ver...

Há um site sempre em crescendo
As
visitas são bem prova disso
Os
sonetos que nós vamos lendo
São exemplo e digno compromisso.

secções mui bem estruturadas
«Busca soneto» pla temática
Origina listas ordenadas
Quão bela será a estatística.

Bernardo Trancoso eu aplaudo
P'lo
trabalho de obra inteira
Adivinho qual será seu laudo
Tem uma fã na Ilha Terceira!

Certo! Tenho que reconhecer,
O
sorriso vai acontecer...

Azoriana

Segunda-feira de São Carlos





26-09-2005: Uma tarde com direito a tolerância de ponto, no concelho de Angra do Heroísmo, incentivou-me a ir ver a tradicional tourada da segunda-feira de São Carlos.

Cheguei cedo e arranjei assento num muro alto e vistoso. Passado um bocado, vi chegar o transporte com as gaiolas e a boa disposição dos acompanhantes, provocando uma animação no arraial.

Vieram para a estrada os toiros bem seguros pelos pastores que evitam que o animal ultrapasse os riscos pintados no chão, que determinam a área da corrida do toiro e actuação do capinha a pé.

Participaram quatro ganaderias diferentes. Eu preferi um dos
toiros, por ser mais fotogénico. Todos fizeram as delícias duma tarde que para mim foi a primeira. Não me lembro de já ter visto toiros neste dia, neste local de muros bem altos e residências centenárias.

Acabada a folia disparei um andamento certeiro e cheguei a casa com os pés cansados e contentes. Para mim foi talvez a última tourada deste ano bem como o tempo de fechar com "chave de ouro" as festas de verão.

Haja saúde e até para o ano, se Deus quiser.



Rosa Silva ("Azoriana")

Em dia da "Tourada do Porto" - Biscoitos

no dia dos Toiros do Porto

25-09-2005, o último Domingo de Setembro, foi o dia da tradicional "Tourada do Porto" na Calheta, da freguesia dos Biscoitos, iha Terceira, Açores. Sempre me lembro de ser assim.
O dia amanheceu convidativo para uma viagem de camioneta, o transporte colectivo de passageiros, da nossa Empresa de Viação Terceirense.
Os preparativos foram ligeiros e vamos que se faz tarde.
A paisagem, ao longo do percurso Angra - Biscoitos, estava um encanto. Talvez porque é bom viajar com distância no tempo e no espaço.
Passei pela minha freguesia natal, Serreta, e no coração da Terceira, como costumo apelidar a "Mata da Serreta", local onde os piqueniques são o atractivo no verde ideal.
Seguiu-se a freguesia do Raminho, que há muito não via e está bela e asseada. Depois os Altares, onde residi durante uns anos, e finalmente, a freguesia dos Biscoitos, o destino a que me propus neste Domingo de sol.
Descemos a rua a pé com a mala da paparoca, com um sorriso bem disposto, até à Calheta dos Biscoitos, onde iria decorrer a festa brava.
Claro que ainda era cedo para o desfile dos toiros presos pela corda ao pescoço. Eu já sabia que não ia ver nenhum porque tinha que regressar na última camioneta e não dava tempo de esperar pela saída nem do primeiro bicho bravo.
Então, quis aproveitar ao máximo este passeio domingueiro.
Dei uma volta pelo local e atraíu-me o mar. Aqui o mar é o dono poderoso. Estava algo revoltado. As ondas irrequietas galgavam as rochas desenfreadamente num espumante alvo. Assustou-me!
Cheguei perto delas porque vi algumas pessoas reunidas na zona alta, a seguir à piscina natural. Fiquei curiosa.
Nada me indicava que tinha havido uma tragédia. Chamou-me a atenção uma fita a vedar a passadeira onde eu gostava de me aproximar do mar mas como não dava para banhar, pensei ser um sinal de interdição de banhos.
Não permaneci ali muito tempo e voltei para a zona dos calhaus e onde ia decorrer a festa.
Umas frutas, água e um descanso numa mesa junto ao bar fizeram-me ouvir as vozes a comentarem que alguém tinha sido captado pelas águas. Espantada perguntei o que tinha acontecido e disseram-me que uma jovem tinha sido arrancada das rochas pelo mar e outra e mais uns rapazes.
Pormenores não insisti em saber. Fiquei a pensar: Oh! Mas que tragédia!
Uma moça, já se sabia, tinha falecido.
Senti uma inquietação, uma tristeza.
O mar... o mar... o mar... sempre o mar! Talvez ele, o mar, tenha avisado que estava alvoraçado... (eu percebi logo isso) que era tempo de só o avistar, de longe...
Enfim, um acontecimento inesperado e doloroso.
Procurei os meus familiares e fiquei-me a olhar de longe o movimento no arraial.
Penso que neste dia não havia conversa que não se falasse dos (6 ou 7) jovens ao mar; na chegada das ambulâncias, da tragédia...
Antes das cinco da tarde já eu me fazia ao regresso com destino a casa... e sempre carregava na mente... "o mar hoje estava revoltado", mas é um dos seus estados normais, num dia normal, com factos anormais.
Gosto do mar mas só do avistar!
Por favor, lembrem-se sempre: o mar é nosso amigo mas avisa-nos do perigo.

Azoriana

Feliz aniversário, Filho!

É possível escrever uma prosa, com sentido, pegando em pedacinhos de muitos sentidos.
Assim, uni-os e o texto fluiu:

Tudo é belo nessa Terceira.
De lés a lés bebi as saudades de uma Terceira distante.
Quase sempre os fundos de gavetas cheiram a saudade.
Obrigado pelo tempo, pelas palavras, pela distância.
Virei todos os dias à alvorada do teu verbo.
Um sorriso enorme para ti (bem o mereces).
Entendo agora porque o mar te fez prisioneira.


Eu sei de quem é a autoria. Eu costumo guardar todas as autorias.
A prosa denuncia uma saudade... essa saudade que hoje sinto.
Estou prisioneira do mar e do ar que não me leva onde eu quero.
Tem tudo a ver com as quadras a seguir:

Estou numa jangada de terra
com o pensamento além mar:
Não foi ninguém para a guerra
só sei que está a estudar...

O dia já está a raiar,
Salvé! É teu aniversário;
O primeiro fora do lugar
onde tinha o seu armário...

Um armário com o meu amor
trabalho e dedicação,
ofereço-lhe quadras em flor
e todo o meu coração!

Um grande beijinho
para o primogénito
Há semanas que não o vejo;
algures no Alentejo

25-09-2005

Azoriana

Vozes em sonho



Em transparência a noite toquei,
(Incandescente é mais que luminosa)
Soube tão bem a surpresa saudosa
Na noite tudo em mim despojei.

Ouvi o corpo remando e suspirei
Por mim deslizam odores de rosa
E na fresta da pele tão sedosa
A fruta mais doce teci. Voei!

Cobri-me de veludo crepitante
De cor volátil em dorso delirante
Numa força que se infiltra... boa!

O brilho no meu olhar flutuou,
Na frase escaldante que me queimou...
(Não se deve sonhar, assim, à toa)

Rosa Silva ("Azoriana")


Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=5802


Índice temático: Desenho sonetos

Publico uma carta muito bonita... o mote era: «Quando te leio!»

Quando te leio, sinto a nostalgia do tempo que nos separou entre o oceano e a ilha que te abrigou, sinto a água do mar revoltada pelo nosso afastamento, ainda que por breves momentos me recordo dos beijos que trocamos. O teu cabelo sabia a sal. Beijei-te e fiquei por ali eternamente, preso àquele momento que me consumia e me dava vida...
Desejei nunca mais acordar e entrei no nosso mundo, um criei à parte deste, só para ti. Lá desenhei castelos e verdes prados, dei vida a animais selvagens, seres nos quais já não acreditas. Havia fadas, duendes e até um pequeno unicórnio... desenhei para ti um rio de agua transparente, fresca, com pequenas pedrinhas coloridas no fundo, com cascatas que cantavam enquanto adormecíamos no vale.
De vez em quando, uma ou duas borboletas passeavam-se por ali, batendo as asas ligeiramente, penso que era delas que vinha aquela brisa de verão.
Deixei que dormisses... só tu sabes como precisavas desse sono, desses sonhos... o meu, estava a realizá-lo naquele preciso momento. E não me conseguindo suster, deixei escorregar uma pequena gota de água dos meus olhos, uma gota de um azul brilhante, luminosa, que deixava transparecer toda a felicidade que sentia... por vezes pergunto-me se em algum tempo voltarei a ser tão feliz...
Com os dedos desenhei na areia, junto ao riacho, uma pequena espiral de desejos, começavam de fora para dentro, primeiro os grandes, extensos, depois cada vez mais pequenos, mais simples, cada vez mais importantes, cada vez mais difíceis de alcançar, até chegar a um ponto final, que és tu... e aí deixo cair mais uma lágrima que não resvala, não desaparece entre os grãos de areia... fica ali suspensa, como que te acarinhando e segurando, para que não voltes a fugir de mim.
Molhei os dedos no rio, e ao lado da espiral fiz apenas dois traços, de alto a baixo, para te lembrar que somos dois e até podemos ser sempre diferentes, sempre distantes, sempre únicos, mas nunca deixaremos de ser azuis, pois somos da mesma agua, do mesmo fogo, da mesma terra, da mesma brisa que sopra... e o meu espírito, esse é teu! Então desenhei mais quatro pequenos pontos ao lado dos traços.
Por fim apenas soprei... a espiral ergueu-se no ar, em tons de vermelho forte e carmim, subiu, subiu e explodiu numa nuvem de pequenos brilhantes que desceram sobre ti, alojando-se nas tuas faces ruborizadas, nos teus cabelos dourados, no teu corpo coberto por uma fina túnica branca...
Não quis perder aquele momento e então guardei todo o meu desenho numa pequena garrafa de vidro, tapei com uma pequena rolha de cortiça, selei-a com um pequeno de lápis de lacre e envolvi-a no pequeno lenço de seda que usei outrora para te limpar as lágrimas do rosto.
Voltei para junto de ti... dormias ainda, serena, silenciosa, secreta, sozinha, sem medo, sem pressa de viver, sem vontade de acordar...
Beijei-te o cabelo, sabia a sal... estava preso naqueles cheiros e sabores e texturas e acima de tudo na tua luz e nos nossos dois traços azuis, nos quatro pontos elementares e nos meus sonhos que são, afinal de contas, só um...
Suavemente, suspiraste... acordaste... eu sorri... perguntei-te com que sonharas, mas não respondeste, sacudiste as pequenas pedrinhas de sal da cara e do cabelo, levantaste-te e foste embora.
Não quis perder aquele momento e guardei-o para sempre dentro de uma pequena garrafa de vidro...

Friedrich do blog:A Babushka

A rosa e a laranja

Num jardim da cidade
reinava harmonia e paz
os canteiros com boa idade:
O sonho não se desfaz!
Uma rosa trabalhava,
animava outras flores
no seu canteiro brilhava
o exemplo dos Açores.

Um dia um pombo voou,
uma laranja vinha no bico,
perto da rosa pousou,
aqui fica o que foi dito:
- Eu vivo neste jardim,
no meio de amizades,
as flores aqui junto a mim,
só querem felicidades!

Responde o pombo matreiro,
com um sorriso amistoso:
- Sou o novo jardineiro,
venho num voo honroso!
Esta laranja que trago,
de sementes fabulosas,
não irá causar estrago,
a este jardim de rosas.

A rosa, no jardim certeira,
retorquiu de seguida:
- Eu sou flor trabalhadeira,
a um projecto eu dei vida!
Tua laranja está esquecida,
o campo foi-te fechado,
deve estar apodrecida,
pousou no jardim errado.

O pombo fica sofrido,
voa para destino incerto,
a laranja em tom dorido,
sentiu-se como num deserto.
Mas a rosa que é bondosa,
perante toda aquela cena,
sentiu-se mais poderosa,
e cantou p'ra açucena:

- Este meu lindo lugar,
não se deve desfazer,
quero continuar a tratar
destas cores com prazer.
Vamos todos a cantar,
neste jardim encantado,
os canteiros enfeitar,
num abraço partilhado!

Uma história com moral:
Leituras têm reacções,
Panfletos, é tão normal,
arrastam as opiniões.
Na campanha que é local,
p'ras renhidas eleições,
p'ro Povo é habitual,
nas urnas vão as razões.

A política no meu entender,
vale tudo, luta-se p'lo cargo,
mas é preciso bem dizer,
se não fica um caso amargo.
"Porque Angra está melhor"
isso vê-se neste presente,
para mim o que está pior:
um adjectivo mui repetente.

Porque não se dão as mãos
numa verdade comum,
no povo há corações,
com valor em qualquer um.
Esta vida são dois dias,
interessa o bem estar,
uns com tantas regalias,
outros há a bom chorar.

Melhor! É o que está no ar,
tudo merece mesmo o Melhor;
Não se tire "o santo do altar",
se faz trabalho com valor!
As oitavas estão compridas,
tenho agora que as parar,
com cordiais despedidas:
Angra, Cidade exemplar!

Azoriana

Reflexão...

Fez-me bem ler, Gandhi, em reflexão.
Segui o segredo, que não foi em vão,
E apaziguei algumas agonias
Motivadas pelo rumo dos dias.

Que presente contém meu coração?!
Há incerteza na minha razão;
O mundo crivado de ventanias,
Catástrofes, perdas, mais avarias.

Não deixam saída os temporais,
As vidas são fustigadas em ais.
Em quantas bocas por certo o jejum?

Que faço com este pensar dolente
Se não posso gritar a tanta gente
Um abraço com tudo e medo nenhum!

Rosa Silva ("Azoriana")


 


Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=5774


Índice temático: Desenho sonetos

Um fadista de origem Terceirense

Um fadista de origem Terceirense que vive no Canadá, está em festa de aniversário e vejam só a surpresa/novidade que lhe foi preparada pela autora da página pessoal de João Carlos Silva.

Parabéns!

Azoriana

Em horas de aflição

No artigo "Preces" foi colocada uma oração de uma amiga que se encontra em horas de aflição, na Ilha de São Miguel:

imagem da net

Mãe Santíssima ajoelho-me diante de ti sei que sou pó aceita-me com todos os defeitos prepare meu espírito que o Divino Espírito Santo desça em mim e nesta hora fazei de mim um instrumento vosso. Mãe bendita entrego-te todo o povo micaelense que sofre nesta hora que as tuas benditas mãos acalmem a fúria da natureza para que cada um te olhe e te exulte no altar da vida. Mãe doçura nossa, esperança nossa, temos nossos corações a sangrar limpa-nos a face com o manto do teu amado Filho. Mãe dulcíssima sinto-te em mim já não sou eu a orar mas sim tu permanece e ensina-nos a orar com a tua simplicidade. Maria, Mãe aqui te esperamos como sempre dá-nos esse sinal; Dá-nos a tua luz. Amém"
E.V. (21-09-2005)

Eu também escrevo uma oração, que junto à dela:



Mãe querida que estás connosco, olha por nós, dá a Tua Mão a este povo que está num lamento, assustado. Faz com que a terra se acalme; Faz com que os corações sosseguem a aflição.
Maria! Nossa Mãe! Olha pelos micaelenses que se prostam a Teus Pés e peço que acalmes aquela tremura, aquela maresia de agonia.
Mãe do Céu, rogo-Te: Abranda o furor da natureza e serena o desespero de crianças, jovens, adultos e também dos animais indefesos...
Mãe, choro... seca todas as lágrimas assustadas porque sei que podemos confiar no Teu Poder de Mãe.
Rogo-Te, a Ti, que guardas o Teu Filho no colo, ampara todos estes filhos que te adoram.
Eu sei o que é sentir o chão ondular sob os nossos pés e sei, também, que acalmaste um vulcão no mar junto à Serreta. Nessas horas de aflição o nosso grito é por Ti: Avé, Mãe!

Azoriana

Página da Junta de Freguesia das Cinco Ribeiras - Ilha Terceira - Açores

imagem da JF5Ribeiras
(imagem daqui)

Por este caminho passei
quando vinha para a cidade
confesso-vos que até fiquei
com emoção, nesta saudade!

Eram uns tempos mais pacatos
a pressa até esperava...
Vejam agora os novos factos:
nova página divulgada.

Freguesia das Cinco Ribeiras,
(Concelho Angra do Heroísmo)
tens pessoas hospitaleiras
com honra, fé e patriotismo.

Quero aqui felicitar
vossa Junta de Freguesia
pelo trabalho bom, exemplar:
Parabéns! Louvor neste dia!

imagem da JF5Ribeiras

(imagem daqui)


© Azoriana

"A Voz de Portugal" de 14-09-2005

A edição de 14 de Setembro de 2005 do Jornal Canadiano "A Voz de Portugal", o mais antigo semanário de língua portuguesa do Canadá, que foi fundado em 25 de Abril de 1961, em Montreal, Quebeque, Canadá, trouxe a notícia que eu já esperava. Em destaque está a Festa de Nossa Senhora dos Milagres - "O enlevo místico da Serreta em Montréal", num texto de António Vallacorba e fotos de Sylvio Martins.
Se seguirem o link acima, irão perceber, na página 10 da referida edição, que a fé não está só na Freguesia da Serreta mas estende-se bem mais longe. Este longe fica tão perto quando se ama a Nossa Mãe.
A Serreta, da Ilha Terceira, tem um Altar para a Imagem Milagrosa mas a Fé espalha-se por outros cantos do Mundo.
O quão feliz está a Senhora dos Milagres!
Salvé, Nobre Padroeira!

Azoriana

Para ti que fizeste 2 anos de escrita!

A norte onde ainda te leio, com gosto!
Cruzei-me na escrita eléctrica e sorri-me para o dia 17 de Setembro deste navegar 2005.
As felicitações estão aqui ao alcance do teu olhar.
São os Parabéns por "Dois anos de escrita" com bonito assento... a Norte!
Um abraço do tamanho do oceano que também é teu e te saúda sempre!

Azoriana

Preces

Eis que a fé chegou além Terceira. Recebi um comentário em forma de oração, vindo de Aluena, de Lisboa.

O Milagre começou e tem de chegar longe, muito longe para que Maria tenha o seu Santuário na Freguesia da Serreta.

Guardarei todas as "vozes" que aqui quiserem deixar destinadas à nossa Mãe.

Transcrevo a primeira oração/carta que me deu a ideia. Sei que virão mais, porque esta é só o começo...

Nossa Senhora dos Milagres, da Paz, da Harmonia, Maria de Nazaré, mãe querida de JESUS e nossa querida mãe, peço PAZ e PROTECÇÃO no mundo e em cada coração e que chova em Portugal, que nossas famílias sejam mais tolerantes, que sejamos amorosos uns para com os outros e solidários nas horas de amargor. Obrigada por tudo. Amén. De Aluena - Lisboa.

E tu, o que ofereces a Maria? Uma carta, uma história real, uma prece?

Azoriana

Agradecimento à RTP - Açores (Reportagem sobre a Senhora dos Milagres)

Em tempo de notícia.

Venho por este meio agradecer à RTP-Açores pela reportagem magnífica transmitida hoje, dia 17 de Setembro de 2005, no Programa "Bom Dia" do Sr. Pedro Moura, sobre a Festa de Nossa Senhora dos Milagres da Freguesia da Serreta - Ilha Terceira - Açores.

Um Bem Haja a todas as pessoas que fizeram parte deste trabalho maravilhoso sobre a Senhora dos Milagres.

Fiquei emocionada e se minha mãe fosse viva de certeza também tinha ficado porque esta era uma de suas vontades: ver uma reportagem alusiva à Senhora da Serreta que é a Mãe de todos!

Muito obrigado, mais uma vez, a todos quantos divulgam a tradição e devoção dos Açorianos.

Azoriana

Regresso



Por entre as lágrimas da chuva desenfreada, vi pessoas descalças em alegrias para cumprir as promessas e louvores à Santa Mãe. No segundo sábado de Setembro, do ano de 2005, as ruas estavam repletas de gente e carros e todos com um destino: Senhora dos Milagres!

Fizeram-se arcos para a Procissão enfeitados com as mais belas flores, fizeram-se tapetes com mais flores, colchas garridas suspensas nas janelas e as cinco Filarmónicas apresentaram o que de melhor havia nas suas pautas, e eis que o andor surgiu na porta da Igreja da Serreta, iluminada de preces: a Senhora dos Milagres!

E eu ali estava... emocionada, no meio de tanta gente! Vi, mais uma vez, a Mãe que sabe que nasci naquele lugar, que sabe todo o meu percurso e que sabe o porquê da minha emoção...

Faço votos para que a Igreja que é de todos nós, passe a chamar-se Santuário. Este foi o apelo que ficou gravado na minha mente. O meu desejo é que se concretize essa vontade e que continue a brilhar na terra a maior Estrela: a Senhora dos Milagres!

Agora estou de regresso ao meu outro lar mas na mente continuam os ecos da Mãe que me pediu: - Vai e fala de Mim... porque o mundo está a esquecer-se de Mim...

15 de Setembro de 2005

Azoriana

Imagens lindas!

Nª Sª Milagres

A Estrela que mais Brilha!

Esta é uma das cinco imagens que coloquei na Galeria de Fotos, do Portal Açores.
No dia 11 de Setembro de 2005, após a Procissão de Nossa Senhora dos Milagres, fui junto do andor com a intenção de captar imagens do Rosto da Senhora e do Seu Menino.
Agradeço reconhecida ao jovem residente na Freguesia da Serreta, José Manuel Sousa, por me ter facultado tão maravilhosas imagens.
Por favor siga o link para visualizar a imagem #1, #2, #3, #4 e #5.
Quem tiver mais imagens deste evento religioso e quiser enviar-me, terei todo o gosto de as divulgar. A Nossa Senhora dos Milagres, Padroeira da Freguesia da Serreta, da Ilha Terceira, vos dará a recompensa!

© Azoriana

Há boas notícias

Ela gosta desta flor

Há milagres!
Sigam este link por favor. Eu acredito que sim. A fé é muito importante. Obrigado, Mãe!

Em tempo de notícia

Venham todos os que puderem
Numa viagem p'ra Terceira
Faz favor de aparecerem
Na Festa da Serreta, à maneira!

A Rádio Televisão dos Açores,
um Directo podia realizar,
filmava tudo em boas cores;
Os Serretenses iam gostar!

"A
televisão que viaja pelas ilhas à procura de uma história"

No dia seis deste nosso mês
ouvi a voz da boa notícia
nesta expressão que aqui lês
esperamos a vossa perícia!

Uma reportagem de recordação
ficava bem na memória
o filme deste nosso torrão
imagens com grande História.

E depois deste trabalho
procura-se uma boa refeição
não seria Açorda de Alho
mas uma Alcatra, porque não?!

Batem a uma porta branca
com cheiro a massa sovada
na Serreta há gente franca
Televisão não se faça rogada.

Agora para finalizar
nesta hora de improviso
será que p'ra aqui vão olhar?!
Deixo no ar esta meta
Um abraço quero enviar
e boa "Viagem à Serreta"!

Azoriana

Primeiro Adeus!



Tu fostes no bico da ave gigante, essa ave que de tão carregadinha, nem deu tempo para fixar longamente o seu voar... estava apressada em levar o meu primeiro rebento que um dia num berço me olhava sorrindo... hoje está homem feito e no abraço senti a despedida... o meu Primeiro Adeus...

Um amigo disse-me: - Aí está um bom começo para escreveres algo. E segui o mote: Primeiro Adeus!

Não consegui rir, chorar ou pensar
d'um país parecia ter chegado
nem consegui sequer acreditar
que me despedia do filho amado.

Já soube que chegou ao seu destino
carregando na mão seus poucos sacos
ainda me lembro dele menino;
agora o meu pensar está em cacos.

Nunca gostei d´acenar despedidas
deixam-me apática, sem acção,
vejo que estas são umas partidas
que fazem doer muito o coração.

Oxalá tenha muita e franca sorte;
Este coração seja muito forte!

Azoriana

Senhora dos Milagres

















Senhora dos Milagres

O Sorriso de Nossa Senhora
Que nos olha do seu Altar
Não podemos dali ir embora
A promessa é de lá voltar.

Vinde, vinde,
À Serreta, vinde irmãos
vinde amigos
todos
daremos as mãos! (bis)

Santa Mãe que és Milagrosa
E p'ra todos quereis o bem
Tua Imagem é tão formosa
A doçura que a Serreta tem!

Vinde, vinde,
À Serreta, vinde irmãos
vinde amigos
todos
daremos as mãos! (bis)

No regaço trago uma prece
Um olhar p'ra Ti, Maria!
O Povo todo te oferece
Uma dádiva de alegria!

5 de Setembro de 2005

Rosa Silva ("Azoriana")
















Coelho de Sousa - Dez anos depois

Presto aqui a minha homenagem a Dionísio de Sousa que, com toda a razão, escreveu um artigo lembrando a data da morte do Pe. Coelho de Sousa. Destaco aqui uma parte do texto: (...) "Para Coelho de Sousa, o mês de Setembro ficou assinalado por dois factos relevantes. A sua morte, em 2 de Setembro de 1995, e o seu nascimento, em 30 de Setembro de 1924."
Esperemos que o silêncio se quebre para reconhecer a voz do amor ao próximo, que é o que sempre foi Coelho de Sousa.
Aqui deixo registado, com um dia de atraso, o meu testemunho na comemoração dos 10 anos da sua partida para Deus e mantém-se viva a sua memória nos escritos maravilhosos.
E também é digno de registo um testemunho colocado no sítio onde se encontra a divulgação de detalhes da obra de Coelho de Sousa, intitulado «Álamo Esguio».
Espreitem este sítio e deixem o vosso testemunho, se assim entenderem quebrar o silêncio.

Azoriana

Um poema de Coelho de Sousa:


PASTOR



Pastor

Estou no monte ao luar,
Vigiando o meu rebanho,
Não venham lobos tragar
Os anhos que guardo e tenho.

Neste mundo ingrato e vário,
sem cuidar vivido instante,
Não quero ser mercenário;
Quero morrer vigilante.

E dou por ti e por todos
- A minha alma e pastoreio -...
Não tenho medo dos lobos!
Estás comigo em meu seio...!

Coelho de Sousa

Tenho que trabalhar por Nossa Senhora

- Maria é o nome da nossa Primeira Mãe! -
Todos sabemos que Ela é só uma, mas cada lugar onde Ela tem Altar atribuiu-Lhe um sinal de crença e distinguiu-A para melhor ser identificada de acordo com a sua residência na terra.
Nem existem dúvidas sobre isso e já muito se escreveu ao redor desta verdade.
Cada população defende e preza o lugar onde tem um Imagem rodeada de luz e flores e presta-Lhe todas as homenagens porque está ali representada a Santa Mãe! É impossível não querer bem à mãe e esta Nossa Mãe não tem mácula alguma. Por essa razão, nunca será considerado bairrismo gostarmos da Senhora que embeleza de fé os altares espalhados pelo mundo inteiro.
Reparamos é que há peregrinações distintas e notórias. Ou porque seguem um acontecimento visível, ou porque existe uma origem especial vinda de séculos passados e que até hoje foram passando de boca em boca, de geração em geração. Primeiro o Milagre de Fátima, e Maria passou a ser conhecida como Nossa Senhora de Fátima e outra é a Nossa Senhora dos Milagres, da Freguesia da Serreta, que teve e tem história e já acolheu e acolhe milhares de peregrinos de toda a parte.
Estamos na semana de preparação para a Festa, que atinge o auge no (2º) segundo Domingo de Setembro. Para os peregrinos que nas vésperas e no dia rumam a pé e/ou de carro é o momento por excelência de agradecer Graças e sobretudo agradecer o facto de ainda terem saúde para assistir às cerimónias religiosas tão majestosas.
Mas não só os que têm saúde, em pleno, visitam a Senhora dos Milagres, também os que têm dores e os que menos podem. Aqui, recordo a minha falecida mãe que mesmo numa cadeira de rodas raramente ficava ausente da celebração da Missa de Festa. Já tinha o seu lugar "reservado" junto à porta da sacristia e mesmo sem ver, ouvia atentamente um louvar constante à Santa Mãe. Este era, sem dúvida, um momento feliz de uma doente!
Era impossível não correrem lágrimas emotivas perante este cenário de apego à sua e nossa Mãe. Elas caíam com mais intensidade aquando do retorno do Andor ao adro e ao interior da Igreja, no momento Solene de se ouvir o Hino, o côro final cantado por todos os presentes: Oh! Glória da nossa terra!, na Grande Hora de Louvor!
Sabe-se já que este ano os escuteiros da Serreta vão fazer uma contagem de peregrinos para efeitos da preparação do processo de elevação a Santuário da Igreja de Nossa Senhora dos Milagres. Quedo-me, então, num pensar: Qual seria a reacção da minha falecida mãe a este apelo?!
Se para A louvar fazia tantas deligências em vida, imagino o que faria perante um apelo destes. Eu parece-me que ouvi ela segredar-me neste momento:

- Tens que trabalhar por Nossa Senhora!

E chorei!...

Chorei de saudade... aquela saudade do cheiro da Serreta nesta altura. É verdade!
Nestes dias a Serreta tem um cheiro diferente: Cheira a Fé vestida de sorrisos, das melhores colchas às janelas, dos tapetes de flores, dos arcos para a Procissão, dos foguetes aos milhares; cheira também ao profano, ao preparar da massa sovada, das alcatras, das cortinas lavadas do perfume do nevoeiro, dos fatos que se estreiam, das casas branquinhas enfeitadas para receber os emigrantes, das tasquinhas... e mais, muito mais! Gentes se acercam da Igreja, da Junta de Freguesia, da Sociedade Filarmónica e da Casa Paroquial... Presto aqui a minha homenagem ao Pároco de Nossa Senhora dos Milagres, Pe. Manuel Carlos Sousa Alves que tem sido incansável no seguimento desta Fé na Senhora e tudo faz para bem dos Serretenses e da população em geral.
Por tudo isso eu choro mas não um choro triste... um choro alegre! É que agora os meus avós, os meus pais e os familiares no descanso eterno, podem ver tudo numa outra dimensão de Paz. Ficarão tão contentes pelo quase Santuário!
Este Templo merece ser reconhecido Santuário em nome de todos os que já partiram, de todos os que de uma forma ou outra se empenham no seguimento desta Devoção, quer presentes quer ausentes (os emigrantes), porque foram todos eles que num eco ajudaram a colocar as pedras no alicerce da Fé à Senhora dos Milagres da Serreta.

«Tens que trabalhar por Nossa Senhora!».

O que quer isto dizer? Qual a interpretação que devo fazer?!
A resposta está lá, bem junto do Altar-Mor...

O primeiro "trabalho" foi esta minha pausa neste Sábado para escrever esta prosa. Desta vez rascunhei primeiro, precisamente ao contrário do que geralmente faço, porque queria ouvir no silêncio o ditado de Maria... Não sei o que farei a seguir por Ela - Maria, mas agora faço mais um apelo. Ninguém obriga ninguém a segui-La mas sei que Ela ficará feliz. Por isso vos peço:

Vamos todos pra Serreta
a pé, de carro ou avião
não há passagem secreta
todos sabem pr'onde vão!

Venham de todas as raças
façamos grande cordão
Romeiros de gratas Graças
lindas vozes na Oração:

Avé, Maria! Cheia de Graça!
O Senhor é Convosco!
Bendita sóis Vós,
entre as mulheres
e bendito é o Fruto
do Vosso Ventre: Jesus!

Santa Maria, Mãe de Deus!
Rogai por nós pecadores
agora e na hora
da nossa morte. Amén!


Angra do Heroísmo, 3 de Setembro de 2005. 14:45

Azoriana

Festa de Nossa Senhora dos Milagres 2005 - Um lema por dia!

in Jornal a União

Início do Novenário de preparação para a festa de Nossa Senhora dos Milagres.
Freguesia da Serreta - Concelho de Angra do Heroísmo - Ilha Terceira - Região Autónoma dos Açores.

Hoje às 20:00 e sempre o mesmo horário até ao fim da Novena:

Sexta feira - 02-09-2005: "À vossa protecção acolhemos".
Sábado - 03-09-2005: "Maria, exemplo de vida religiosa".
Domingo - 04-09-2005: "Nas pegadas de Maria" (para viúvos e viúvas)
Segunda-feira - 05-09-2005: "Terceira, continuamos a viver" (para idosos)
Terça-feira - 06-09-2005: "Ensina-nos a dizer: Amén!" (para catequistas)
Quarta-feira - 07-09-2005: "Rogai por nós pecadores"
Quinta-feira - 08-09-2005: "Saúde dos doentes"
Sexta-feira - 09-09-2005: "Irmãos no Mundo" (para as Irmandades)
Sábado - 10-09-2005: "Sou Jovem e não desisto" (para os adolescentes e jovens)

O Templo abrirá aos peregrinos desde as 8 horas da sexta-feira (dia 9) até às 24 horas do Domingo (dia 11).
Durante as noites será recitado o terço a cada duas horas.

Noite de sábado:
20:00 - Novena;
22:00 - Missa dos Imigrantes, celebrada pelo Director do Serviço Pastoral da Mobilidade Humana (orientada para os imigrantes, agentes de turismo, pescadores e outros grupos);
24:00 - Missa dos Jovens das Lajes, promovida pelo grupo de jovens da Paróquia das Lajes e presidida pelo respectivo pároco.

Domingo, 11 de Setembro de 2005:

06:00 - Missa dos Peregrinos
10:00 - Missa pelo povo da Serreta
16:00 - Missa Solene da Festa, presidida por Dom António Sousa Braga, Bispo da Diocese de Angra
17:15 - Procissão
24:00 - Encerramento da Igreja.

Informação importante:
a) Os escuteiros serretenses irão fazer uma contagem de peregrinos destinada à preparação do processo de elevação a Santuário da Igreja de Nossa Senhora dos Milagres;
b) Foi construído um lugar apropriado no exterior do templo para a queima das velas para evitar acumulação excessiva de fumos e calor dentro da igreja. Acendem-se as velas dentro da Igreja e no fim deverão deixá-las a arder no local referido;
c) Afim de evitar acidentes, os peregrinos que vão a pé à Serreta devem levar coletes reflectores ou pelo menos algum dos elementos de um grupo;
d) Visita aos doentes (dia 08, pelas 15:00);
e) Confissões (dia 08, pelas 17:00 e 20:00);
f) Celebração mariana (dia 09, pelas 22:00);
g) Terço (dia 10, pelas 12:00, 14:00 e 16:00); Idem (no Domingo, dia 11, pelas 02:00 e 04:00);
h) Vigília Vocacional (no mesmo dia, às 18:30).

Nota: Esquema elaborado tendo em conta o texto publicado no
Jornal "A União" de 2 de Setembro de 2005.

Azoriana

Artigo 560: Agradecimento sorridente

Nas muitas vezes que visito o sítio de Bernardo Trancoso é frequente pesquisar um termo ou outro na categoria de "Busca" - na zona de "Busca soneto".

Digitei o meu nick e surgiu-me a lista dos meus sonetos e mais um que não estava de todo à espera, porque pelas minhas contas só existiam, nesta data, um total de 30 sonetos meus. Mesmo sabendo que eles são pobres de qualidade, fico muito satisfeita por ter conseguido colocar toda a minha sensibilidade equivalente a um soneto por dia e o mensário completou-se.

Acreditem que até eu estou sem palavras e mais ainda quando surgiu um, de outro autor, na referida pesquisa. Será que existe outra Azoriana nesta comunidade? Isso seria muito bom, uma vez que sinto-me sem a companhia de representantes das nossas ilhas dos Açores.

Verifiquei a lista e encontro um soneto diferente:

Título:
"Aos Sonetistas deste Sítio (livro-virtual)" de Ivan Magalhães, e declaro-vos que estimei ler os catorze versos.

Muito obrigado pelo que li no décimo verso. Emoção é uma palavra que traduz o meu eco contente...

É certo que gosto de sonetos e há quem os bem proclama, basta entrar no sítio e por lá ficar... Vem comigo!

Azoriana

Prisioneira de emoções!


Se quiseres chamar-me de poeta:
Não vou selar-te isso, não sou louca!
O Cupido não vai recolher seta
E minha voz jamais quer-se vã e rouca!

Já vistes como é bom fazer colecta
De pensamentos nunca sentir-me oca.
Gosto de correr letra tal qual atleta
Esta mente não se quer sentir mouca.

Sinto-me prisioneira de emoções
Nestas ilhas quantas são as erupções?!
Minha pluma beija tantos escritos.

Podem acreditar que há dias fartos
Palavras nascem na hora dos bons partos
Poeta: a delícia desses gritos!

Rosa Silva ("Azoriana")


 


Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=5479


Índice temático: Desenho sonetos

Agradecimento à autora de...



Um blog recheado de belos poemas.
Agradeço reconhecida à autora que me dedicou um maravilhoso poema intitulado: Sílabas de Silêncios. Todos são lindos mas um chamou a minha atenção: Alucinação.
Sugiro que visitem o blog da poetisa E. Vieira.