Mesmo sem escrita...

Por vezes a letra adormece
Na foz do nosso querer
A rima também padece
Quando teima em não se ver.

O calor ora aparece
Entre a nuvem insegura
Sabe bem quando anoitece
Ou na sombra da frescura.

O descanso é maravilha
No lugar improvisado
Como se a redondilha
Fosse sempre do agrado.

E quando a Praia se presta
A juntar população...
Podem ir todos à Festa
Que daqui não saio não.

Rosa Silva ("Azoriana")

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