Uma Angra majestosa
Com o ventre para o ar,
Ao natural e tão formosa,
Toda ao léu a navegar.
Os bicos do seio Monte,
Dão-se ao céu, por mero gosto,
E pra traz, no horizonte,
Só esconde o próprio rosto.
Minha Angra, ó terra Amada,
Sem outra princesa igual,
Maravilha ancorada
Ao reino de Portugal.
Rainha ela então foi
E bem continua a ser
Do país que foi herói
E não se pode perder.
Rosa Silva ("Azoriana")
Angra, princesa linda
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