E "voilá" um "post" a meias (com direitos autorais)

"quem não tem que fazer também não tem em que pensar" - esta frase tem dona mas não sou eu.


 


Isto a propósito do que se segue:


 


Perguntei-te sobre o medo:



  1. O que é o medo? Ou melhor escrevendo, o que é ter medo?

  2. Quem terá sido o primeiro a descobrir o medo?

  3. Como se transmite o medo?

  4. Quais as consequências imediatas de ter medo?

  5. O medo é pior que a dor, que a saudade ou que a solidão?

  6. Será pior nem se aperceber do que é o medo?

  7. O medo pode matar?

  8. Quanto mais medo mais fragilidade ou fortaleza?

  9. O medo será sinal de fraqueza ou ansiedade?

  10. Fingir medo faz medo?


E a resposta veio em riste:


 


- Com esta chego à conclusão que quem não tem que fazer também não tem em que pensar!


 


E pronto foram-se os medos e vieram as verdades. Simples.


 


Na volta deliciei-me na rima:


 


Perguntei-te o que era o medo
Respondeste com a razão
Disso não faço segredo
Deste-me a grande lição.


 


«Quem não tem o que fazer
Também não tem o que pensar»
O mesmo será dizer
Que a verdade é para se dar.


 


Revelo outra verdade
Que da mente se descerra
O sono em quantidade
Também a mente enterra.


 


O sono também nos diz
Conselhos sem atropelos
Sem pesadelo é feliz
Ao invés são maus novelos.


 


Rosa Silva (“Azoriana”)


 


P.S. A dona da expressão se quiser pode comentar com a identidade :)

1 comentário:

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