Que “ninguém” (ou alguém) me ouça…

Não é a primeira vez que me ocorre um pensamento (e até já o balbuciei a algumas pessoas amigas) de que gostava de me candidatar a presidente da Junta de Freguesia da Serreta e esperar a reação dos votantes.

Isto de fixar residência permanente fora da Serreta não invalida que me sinta serretense de gema, uma vez que a naturalidade ninguém me tira e consta dos registos oficiais, mesmo que a mesma não se veja a olho nu no novo cartão de cidadão mas basta passar num leitor automatizado para se comprovar o que aqui está escrito.

E porquê este desejo íntimo e pessoal? Porque mesmo afastada do local estou em permanente ligação com o mesmo, seja por via do “diz que disse”, seja por via eletrónica ou ida ao local em corpo com alma, ainda…

Sei que ficaria sobrecarregada de ofícios e outros trabalhos mas tinha um ideal e a minha própria vontade com algum saber e gosto pelas tecnologias. Juntamente com aquele punhado de gente, cuja naturalidade também é de lá mesmo que só lá estejam “de facto”, faríamos a continuação da Serreta com o que ela merece preservar e/ou atualizar.

Como “ninguém” lê isto fico pelos meus escritos relacionados com a querida terra natal, meu berço natural.

Rosa Silva (“Azoriana”)

1 comentário:

  1. Quem disse que ninguem le isto
    Nao conhece os seus leitores
    Porque este bog esta sendo visto
    Dentro e fora dos Acores


    Continua a publicar
    Mantem a tua confianca
    Para um objetivo se alcancar
    Nunca se perde a esperanca

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