Imagem da autoria de Liduino Borba
In Serreta na intimidade, 2011. Página 103, figura 258 (de 2010)
A VALSA DAS CORES
Dançam verdes, azuis frescos,
Numa valsa acetinada
Nesses quadros pitorescos
De quem os vê da estrada.
Dançam palavras de sonho
Pela mente de um escritor;
Nas minhas eu sei que ponho
Com enlevo o meu amor.
Na linha do horizonte
Pasma o céu perante o mar
E o que vejo ali defronte
Entontece o meu rimar.
Na rima que em mim dança
Num atalho de ternura
Há um tom de esperança
Frente ao azul da aventura.
Rosa Silva ("Azoriana")
Numa valsa acetinada
Nesses quadros pitorescos
De quem os vê da estrada.
Dançam palavras de sonho
Pela mente de um escritor;
Nas minhas eu sei que ponho
Com enlevo o meu amor.
Na linha do horizonte
Pasma o céu perante o mar
E o que vejo ali defronte
Entontece o meu rimar.
Na rima que em mim dança
Num atalho de ternura
Há um tom de esperança
Frente ao azul da aventura.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: Jamais esquecerei a expressão de contentamento de José Fonseca de Sousa quando me lembrou desta Valsa das Cores, ao ponto de voltar a reler o que tinha escrito em 2010. Confesso que também gostei de viajar nestas cores que nos tingem de alegrias.
Rosa Silva,
ResponderEliminarque encantamento suas rimas com a grandeza da imagem vista aqui, que lugar lindo, parece o paraíso , aqui na terra, o verde em tons sobre tons, dando a mãe natureza a real beleza, meus PARABÉNS
Com admiração, sua amiga,
Efigenia Coutinho
Eu não preciso te elogiar
ResponderEliminarPorque tu sabes o que vales
E se alguém te criticar
Vai em frente e não te rales
Eu não sei o que dizer
Saber é o que queria
Donde veio o teu saber
E tambem a tua sabedoria
Fazes versos e historia
Escritos com a tua mao
Tu tens uma memoria
Que nem o rei Salomao
Mas Salomao tinha sabedoria
Porque ele a pediu a Deus
Mas tu pedes é a Maria
Estou confuso outra vez
Mas não vou falar de religiao
Mas sim da tua boa escrita
Que é feita com tanta paixao
Que quem não vir não acredita
Vejo-te tao atarefada
Com toda a dedicacao
Tentando salvar a tourada
E outras coisas da tradicao
É de louvar o teu desejo
E a tua boa vontade
Mas da maneira que eu vejo
Tens que formar sociedade
Pede a virgem Maria
Para eu não seja o teu socio
Porque senao num so dia
Eu arruinava o teu negocio