Ultimamente, o que mais se ouve é aumento de impostos, redução disto e daquilo, e aquelas pessoas que estão habituadas a um certo "status" social como é?
Por mim, que estou em crise antes disto tudo, e que percebi que o euro ia tramar-nos porque a despesa foi toda para o dobro e a receita não, estou habituada a poupar e até posso dar algumas dicas de poupança:
- Tomar banho geral só quando a sujidade for mesmo vísivel (não se deve abusar nem do gasto de água, nem de gaz, nem de produtos de limpeza que também gastam a pele do ser humano);
- Fazer uma barrela com a roupa mais suja e lavar na pia, à mão, sempre que possível, evitando assim gastos exagerados de electricidade e água;
- Lavar a louça uma primeira volta com água no lava-louça e só depois passar por água mas com pouca pressão;
- A juventude devia semear para colher, sobretudo quem tem uma pisca de terra que produza alguns dos produtos essenciais;
- Na próxima época natalícia, evitar ao máximo a iluminação da árvore, casa e adjacentes. Pelas ruas da cidade dispensar a iluminação a favor de pinheirinhos colocados nas ruas, enfeitados com a reciclagem de caixas e caixinhas, aplicadas pelas crianças em idade escolar, que apreciam verdadeiramente essa época;
- Se todos temos de poupar porque o imposto vai doer ainda mais, basta de gastos globais. Por uns pagam os outros e não tarda nada chegará mesmo a banca rota. Aí vai começar a calamidade geral;
- Os canais televisivos ter hora de fecho e abusar do velho ditado: "deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer", etc. etc.
São sete recomendações e muito mais haverá a enumerar... O problema é que se criam hábitos que muito dificilmente se querem ver pelas costas.
Por agora, as atenções estão voltadas para o sucesso da saída da profundidade da terra de 33 mineiros do Chile. Isto é uma boa notícia e distrai-nos das maiores tristezas até que outra novidade faça esquecer esta e outras... É sempre assim, atrás de uma vem sempre outra.
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