Cantam as ondas de espuma
Na Angra sonho de areia
Da ilha onde a bruma
É pão nosso de mão cheia.
Cantam gaivotas marinhas
Pelo céu a despertar
O marulhar das rainhas
Sereias do meu cantar.
Ó Angra
Do Heroísmo
Prainha do mar
em quilha
Ó Angra
Do meu lirismo
Baía a cantar
a ilha.
Terceira
Verso lilás
Sereia ao luar
Rosquilha
Terceira
Belo cartaz
Doce a rimar
redondilha.
Num abraço em tom dourado
Pelo sol de aurora pura
Brilha o teu corpo alado
Pela onda da ternura.
És Prainha de afectos
Na cor das tuas areias
És de filhos, pais e netos,
Rima que corre nas veias.
Rosa Silva ("Azoriana")
ResponderEliminarOlá amiga Rosa
Mais um lindo poema de inspiração a cheiro de maresia---o que nos é comum!
Mais um ano que não há "Pézinho" em casa do nosso amigo comum - Luís Bretão!
Infelizmente dois anos pelo mesmo motivo...mas é a Lei da Vida!
Eu não estou bem, ando desanimada, triste e sem alento!
Podes ler no meu blogue o que lá postei!
Fica bem!
Beijinhos e amizade
Chicailheu