A(mar) e(ternamente)

Descaem-me os braços na falésia de verdes

Vou de encontro ao mar dos meus desejos

Azuis molhados de melodias sentidas

Nas pautas da clave adormecida.



Procuro, bem fundo, a origem das palavras perdidas.

Onde estão?

O amor, a paixão, o pulsar da tua mão...

Eu sei... Sempre o soube... Estão em ti, mar da minha vida,

Estão no teu olhar que me convida a amar



A(mar) e(ternamente).



Rosa Silva ("Azoriana")

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