Mudam-se os tempos e as vivências

Todos sabemos que há crises: a económica, a dos valores morais, a da sociedade e da saúde mundial. Cada vez mais há casais separados e/ou divorciados e há pessoas que, por diversas circunstâncias, vivem juntas ou em união de facto. Estes deixaram, aos olhos de Deus, de puder fazer parte integrante das cerimónias religiosas: não podem comungar, nem ser padrinhos, nem pertencer activamente a grupos religiosos com estatutos.


Por outro lado, um casal que viva discutindo e com ausência do amor que os uniu e onde a violência doméstica é o prato forte e onde a traição, por vezes, tem a porta escancarada... Mas se volta e meia se abeirar do sacerdote para se reconciliar com Deus, deveras arrependido(s), tem retorno a todas as cerimónias. O que acontece nestes casos é um dos membros do casal ter verdadeiro arrependimento e o outro fingir que "Sim Senhor, Amen" e no dia-a-dia contornar tudo o que seja ensinamento divino. Assim, mais dia menos dia, o casal deixa de o ser e mais vale ser realista e cortar o mal pela raiz. Ouve-se então a expressão sair da boca de um dos lados: - Não aguento mais! Se há filhos é complicado mas, aos poucos, volta a reinar a harmonia que andava quebrada.


Noutras situações, acontece que novas vidas se formam onde não há casamento religioso (não são viúvos) mas há bom entendimento. Pena que estes não possam integrar-se no seio dos tais grupos religiosos com estatutos. O problema, julgo, é que seria um mar de gente, nestas circunstâncias felizes, a querer participar das Obras do Bom Deus... Depois ouve-se dizer que as pessoas não aparecem e os bancos das Igrejas tendem a ficar vazios, sobretudo na frente... Será que não há volta a dar se se provar que há família unida?


Tudo isto porque dói a quem quer e não pode ser Escravo da Senhora e ama a Senhora. É uma dor infinita que a Senhora entenderá: Com Amor tudo se entende?

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