No império de ramos
A bela encruzilhada
Parece até que estamos
Sob cobertura dourada.
As árvores grassam de pé
Das fundações serretenses
Uma imensidão à ré
Dum terço dos seus pertences.
Canta a alma quando passa
Canta o céu lá nas alturas
Canta o mar que se abraça
A um tecto de venturas.
E canto eu encantada
A minha terra natal
Que se vê cedo beijada
P'la ternura matinal.
E a tarde quando cai
No coração dessa Mata
Doura tudo e sobressai
A saudade que nos ata.
A Serreta ao natural
É centro de atenções
Quem passa pelo local
Tem maiores emoções.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: Parabéns ao autor da imagem, Rui Matos, in «Olhares - Fotografia Online».
Muito bonito.
ResponderEliminarParabens.