Caro amigo Eduardo Gonçalves
A ternura seja
feita
Em molduras como esta
Porque tudo o que espreita
Aos poucos
se manifesta.
Há muita surpresa e dor
E também muitas
desgraças
Para semear o amor
Muita mais ternura passas.
A
ternura já se vê
Pelas ruas da amargura
E hoje não sei porquê
Quis
tê-la com mais fartura.
Venham abraços aos molhos
De encontro ao
coração
E no sorriso dos olhos
Nasça a luz de um
refrão.
Ternura, bela ternura,
Não te vejas como um fardo,
Tira
toda a desventura
E dá ao amigo Eduardo
A prova que há
ventura
Nestas rimas em que ardo.
Ternura rima com paz
Amor e
muita amizade
E no virtual se faz
Tom amigo de verdade
E cada verso
nos traz
O que fica p'ra mais tarde.
Um abraço de
ternura!
Rosa Silva ("Azoriana")
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A propósito de um poema de Eduardo Gonçalves "Fisga", "Planeta-Sol"
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Olá Amiga Rosa. Como lhe disse, eu fiquei embasbacado. Não esperava, e ainda hoje não sei se mereço. Mas a pesar de tudo, queria pedir-lhe se posso publicar esta grande homenagem que me prestou, no meu blog. A fim de eu fazer denuncia publica da sua grande Alma poética. E fazer ao mesmo tempo agradecimento, também ele publico pelo seu carinho, amor e amizade desmedidas, com que brinda as pessoas, de quem gosta. Será que posso, contar com a sua bênção? E publicar? Um grande abraço deste seu amigo do peito. Eduardo.
ResponderEliminarPode publicar à vontade. Ainda bem que gostou porque foi o que me saiu instantaneamente ao ler o seu poema.
ResponderEliminarUm grande abraço da amiga terceirense e muito obrigada pelo comentário que me oferece sempre.