Quando morre um escritor
Os anjos cantam no céu
Um hino em seu louvor
E mais quando é ilhéu.
Um ilhéu que o mar abraça,
As baleias e os golfinhos,
E quando na terra passa
Tem admiráveis carinhos.
E por ser mais conhecido
Das terras e do seu mar,
Fica o povo entristecido
Com a lágrima a acenar.
Ó meu Deus que tudo sabes
E que o dom belo lhe deste
O meu verso não acabes
Sem que homenagem lhe preste.
Dias de Melo, o Picaroto,
Que viu o "Mar pela Proa";
A escrita deu-lhe no goto
Fez dele nobre pessoa.
Baleeiros do mar vivo,
Lá da terra do meu pai,
Chega-vos triste motivo
Na lágrima que sobressai.
Rosa Silva ("Azoriana")
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