Berço de Jesus

Mote

Quando Jesus veio ao mundo

Veio num berço de palha

Para o pobre e vagabundo

Não há berço que lhes valha.




Glosa

Há uma crise geral,

Diz-se a todo o segundo,

Estaria assim igual

Quando Jesus veio ao mundo?!



Ponho-me logo a pensar

Numa verdade que calha

O mundo não olvidar:

Veio num berço de palha.



Quantos nem um berço tem

Pra se deitar um segundo...

Mas Jesus só quer o bem

Para o pobre e vagabundo.



Os milagres acontecem

A caridade não falha;

Se outros males se tecem

Não há berço que lhes valha.



Rosa Silva ("Azoriana")


 


Nota: Após a feitura destes versos tive uma gentil surpresa. Há almas boas neste mundo pese embora ele estar como está. A essas boas almas que Deus lhes dê tudo o que mais necessitam e que sejam felizes como me fizeram a mim hoje. Que Deus as recompense por tudo o que me têm feito. Elas sabem quem são. Um abraço do tamanho do mundo da amiga Rosa Maria. Já venho a seguir falar nos Destaques do SAPO, para os quais fui convidada a eleger e a rima veio logo de rompante. O Pedro queixou-se da sua falta e ela veio de rompante para não ficar mal vista :) É que o tempo está de feição para cantorias e desafios não acham? A festa continua na ilha e há que cantar pois dela sou filha. Está tudo no Blog do SAPO. Vejam se fiz boa escolha ou não.

4 comentários:

  1. Parabêns pelo blog.
    Gostei muito!
    Beijinhos da "irmanhe" da Joanina.

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  2. Oh pah ... Não e por nada... Mas eu cá acho que fizeste uma óptima escolha!
    Agora a serio: OBRIGADA AMIGA E MADRINHA AZOR!
    Fiquei cheia de nervos e fui logo a correr fazer estas rimas...

    Foi grande a surpresa minha
    Em tal não tinha “pansado”
    Mas pela minha madrinha
    Meu blog foi destacado

    E o(s) SAPO(s) concordaram
    Que tal coisa acontecesse
    O “bloguezi” destacaram
    Embora ele não merecesse

    É solene a ocasião
    E em prova de grande estima
    Do todo o meu do coração
    Aos dois ofereço esta rima

    A todos eu agradeço
    E homenagens eu presto
    Minha amizade ofereço
    Em troca d’ amável gesto

    Deste lugar bem distante
    Que é a Terra dos “Camones”
    Dou um abraço GIGANTE
    Aos meus qu’ridos “patrimones”

    A minha rima é fraquinha
    O povo dela não gosta
    Com cuspo é coladinha
    Não rima, mas sempre encosta

    Desculpem a singeleza
    Mas melhor não sei fazer
    E foi tão grande a “supresa”
    Que ‘inda estou toda a tremer

    P’ra não vos causar fadiga
    O verso vou terminar
    E do meu bolo uma "fatiga"
    A todos dou a provar!!!

    Bj da Jo

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  3. Obrigada e parabéns pela selecção feita na spoa de blogs.A amizade entre dois velhos amigos virtuais mantém-se. Digo velhos, porque quase cinco anos é a idade dos nossos blogs e na blogosfera é muito tempo. Nessa altura se providenciaram amizades que ainda hoje se mantêm.Continua amiga do Blog Azoriana com a mesma convicção do inicio e encanta quem pelo teu canto passa com uma quadra sempre à mão.Beijinhos do amigo do Arte por um Canudo 2.

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