Mote
Quando Jesus veio ao mundo
Veio num berço de palha
Para o pobre e vagabundo
Não há berço que lhes valha.
Glosa
Há uma crise geral,
Diz-se a todo o segundo,
Estaria assim igual
Quando Jesus veio ao mundo?!
Ponho-me logo a pensar
Numa verdade que calha
O mundo não olvidar:
Veio num berço de palha.
Quantos nem um berço tem
Pra se deitar um segundo...
Mas Jesus só quer o bem
Para o pobre e vagabundo.
Os milagres acontecem
A caridade não falha;
Se outros males se tecem
Não há berço que lhes valha.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: Após a feitura destes versos tive uma gentil surpresa. Há almas boas neste mundo pese embora ele estar como está. A essas boas almas que Deus lhes dê tudo o que mais necessitam e que sejam felizes como me fizeram a mim hoje. Que Deus as recompense por tudo o que me têm feito. Elas sabem quem são. Um abraço do tamanho do mundo da amiga Rosa Maria. Já venho a seguir falar nos Destaques do SAPO, para os quais fui convidada a eleger e a rima veio logo de rompante. O Pedro queixou-se da sua falta e ela veio de rompante para não ficar mal vista :) É que o tempo está de feição para cantorias e desafios não acham? A festa continua na ilha e há que cantar pois dela sou filha. Está tudo no Blog do SAPO. Vejam se fiz boa escolha ou não.
Parabêns pelo blog.
ResponderEliminarGostei muito!
Beijinhos da "irmanhe" da Joanina.
Sim senhora, muito bem :)
ResponderEliminarOh pah ... Não e por nada... Mas eu cá acho que fizeste uma óptima escolha!
ResponderEliminarAgora a serio: OBRIGADA AMIGA E MADRINHA AZOR!
Fiquei cheia de nervos e fui logo a correr fazer estas rimas...
Foi grande a surpresa minha
Em tal não tinha “pansado”
Mas pela minha madrinha
Meu blog foi destacado
E o(s) SAPO(s) concordaram
Que tal coisa acontecesse
O “bloguezi” destacaram
Embora ele não merecesse
É solene a ocasião
E em prova de grande estima
Do todo o meu do coração
Aos dois ofereço esta rima
A todos eu agradeço
E homenagens eu presto
Minha amizade ofereço
Em troca d’ amável gesto
Deste lugar bem distante
Que é a Terra dos “Camones”
Dou um abraço GIGANTE
Aos meus qu’ridos “patrimones”
A minha rima é fraquinha
O povo dela não gosta
Com cuspo é coladinha
Não rima, mas sempre encosta
Desculpem a singeleza
Mas melhor não sei fazer
E foi tão grande a “supresa”
Que ‘inda estou toda a tremer
P’ra não vos causar fadiga
O verso vou terminar
E do meu bolo uma "fatiga"
A todos dou a provar!!!
Bj da Jo
Obrigada e parabéns pela selecção feita na spoa de blogs.A amizade entre dois velhos amigos virtuais mantém-se. Digo velhos, porque quase cinco anos é a idade dos nossos blogs e na blogosfera é muito tempo. Nessa altura se providenciaram amizades que ainda hoje se mantêm.Continua amiga do Blog Azoriana com a mesma convicção do inicio e encanta quem pelo teu canto passa com uma quadra sempre à mão.Beijinhos do amigo do Arte por um Canudo 2.
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