
Minha alma é um fio retorcido
P’las malhas de uma doce ventania.
Se páro esse reflexo dá-me azia,
E faz cair o verso ao comprido.
Tento que ele renasça com sentido...
Mas a bruma assombra a foz do dia
E dá-me o calafrio da fantasia
De ter um verso novo assim erguido.
E tento sempre soltá-lo ao vento,
Na vontade de dar-lhe realeza
Num verso rente à norma portuguesa.
Crua dor tranca-se no pensamento
Da cor mais negra, digo insanidade,
Queima o que penso ser felicidade.
Rosa Silva (“Azoriana”)
Índice temático: Desenho sonetos
Oi amiga ainda não muito bem, mas tentado regressar.Agradeço o carinho deixado no meu canto, obrigada.Beijinho e bom fim de semana.
ResponderEliminarSalomé
ola amiga rosa pois nao me esqueci de si nao me esqueci do nosso encontro no alto das covas pelas nossas festas e dos versos que me dedicou e ha minha mana pois tudo isso so´mostra a sua simpatia mas tenho tide muitas avarias no computador por isso nao tenho ca vinde com tanta frequencia mas continuo sua fa ,bjs da amiga xana
ResponderEliminarCuidado com essa azia :o)
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