(O "Monstro"das Tapadas), morreu a 27 de Julho de 2008.
A notícia lê-se em vários blogs, mas chamou-me a atenção o blog de "my name is fair play" e o blog de "futebol, gente e toiros", entre outros.
“My name is fair play” apelidou-o de “Monstro das Tapadas”, no verão de 2006. Foi o próprio que me disponibilizou esta imagem, que muito agradeço:
Foto: Paulo Almeida
Os blogs de temática taurina associaram-se a ele e sentiram a sua perda.
Eu, pessoalmente, não o vi nas ruas mas vi-o em muitas fotos e videos.
Ouço por todo o lado: morreu o 64 do Ti’ Humberto Filipe.
Penso... Este toiro ficará na recordação de muitos aficionados. Dedico-lhe umas quadras:
Grande "Monstro" das tapadas
(morreu a 27 de Julho de 2008)
Sessenta e quatro sucumbiu,
Grande "Monstro" das tapadas,
Toiro assim nunca se viu
Na ilha e pelas estradas.
A festa brava perdeu
Uma atracção especial
O ganadeiro sofreu
Uma perda intemporal.
E de todas as varandas
Tal visita se desfez;
Sei que por elas não andas...
Foi-se, o Bravo, de vez.
Nesta ilha mais taurina,
Terceira, flor de bravura,
Desfila agora em surdina
O adeus com mais ternura.
Rosa Silva (“Azoriana”)
OBRIGADO D. Rosa Silva.
ResponderEliminarVamos mostrar ao Mundo que na ilha Terceira dos Açores os animais bravos são bem tratados e quando por motivos de desaparecimento entre os vivos são sentidos como se de pessoas se trata-se.
Enorme a tristeza que assola ganadero, familiares, amigos, e aficionados, a ilha Terceira, a sua aficion perdeu no final da tarde de 27 de Julho de 2008,
aquele que para muitos será sempre Simply The Best!
Paulo Almeida - emigrado nos EUA.
http://mynameisfairplay.com
O 64 O "Monstro" das Tapadas, podemos comparar ao que os adeptos do futebol chamam ídolos.
ResponderEliminarFaleceu em vida, mas nunca sairá das nossas mentes, do meu coração, afirmo que o 64 é o meu ídolo da Tauromaquia.,
E escreve contra algumas boas pessoas a melhor página de tauromaquia da tourada a corda da ilha Terceira de que há registo.
Realmente Foi-se (O Artista) ficam os registos da maior (Estrela) a que mais brilhou nos caminhos e arrais da ilha Terceira dos Açores.
Paulo Almeida - emigrado nos EUA