Ao FRI-LUSO, de Jorge Vicente!
- Agradecimento
Sinto-me muito honrada
E também emocionada
Por me ver na trajectória
Do FRI-LUSO, vinte e sete.
Melhor sorriso compete
P'la sua dedicatória.
P'ra mim é felicidade,
Alegria de verdade,
Ter visto essa homenagem.
Em vida é que saboreio
Amizade do recheio
Qu'encontrei nesta viagem.
Maio que é o mês da mãe,
Mesmo p'ra quem não a tem
Está viva na lembrança;
E nos versos que já li,
No FRI-LUSO então colhi
A ternurenta herança.
Que também os Pastorinhos,
Presentes nos pergaminhos
Da sua grande afeição:
Peçam a Deus e à Senhora
Que, em toda e qualquer hora,
Protejam cada Nação.
"Rosas Vermelhas", soneto
Seu estro, amor, afecto,
Para quem lhe é querido.
São lindas e mais vistosas
Nos espinhos vigorosas
P'ra selar o que é sentido.
Vi retrato de Pessoa,
Que na poesia voa
Num encanto desigual:
É o poeta da sorte
Que nem a prematura morte
Lhe tira ser imortal.
Tinha laços c'a Terceira,
Que é ilha pioneira
De festas e de touradas;
Das nove ilhas dos Açores
Esta é que reúne as cores
Destas horas regaladas.
Para si vão estes versos
Com alegria impressos
Nesta rede hospitaleira:
Quero deixar meu abraço
E agradecer o espaço
Dado à filha da Terceira.
Jorge Vicente, com mestria
Acompanha o dia-a-dia
Dum punhado de escritores;
Ama a poesia lusa
E acolhe cada musa
Dando-lhe tantos valores.
Por mim, sou Azoriana,
E na primeira semana
Do mês da Virgem Maria:
Mando abraço apertado,
Que Ela esteja do seu lado
Abençoando a poesia.
Bem-haja!
Rosa Silva "Azoriana")
Mesmo p'ra quem não a tem
Está viva na lembrança;
E nos versos que já li,
No FRI-LUSO então colhi
A ternurenta herança.
Que também os Pastorinhos,
Presentes nos pergaminhos
Da sua grande afeição:
Peçam a Deus e à Senhora
Que, em toda e qualquer hora,
Protejam cada Nação.
"Rosas Vermelhas", soneto
Seu estro, amor, afecto,
Para quem lhe é querido.
São lindas e mais vistosas
Nos espinhos vigorosas
P'ra selar o que é sentido.
Vi retrato de Pessoa,
Que na poesia voa
Num encanto desigual:
É o poeta da sorte
Que nem a prematura morte
Lhe tira ser imortal.
Tinha laços c'a Terceira,
Que é ilha pioneira
De festas e de touradas;
Das nove ilhas dos Açores
Esta é que reúne as cores
Destas horas regaladas.
Para si vão estes versos
Com alegria impressos
Nesta rede hospitaleira:
Quero deixar meu abraço
E agradecer o espaço
Dado à filha da Terceira.
Jorge Vicente, com mestria
Acompanha o dia-a-dia
Dum punhado de escritores;
Ama a poesia lusa
E acolhe cada musa
Dando-lhe tantos valores.
Por mim, sou Azoriana,
E na primeira semana
Do mês da Virgem Maria:
Mando abraço apertado,
Que Ela esteja do seu lado
Abençoando a poesia.
Bem-haja!
Rosa Silva "Azoriana")
Belo amiga Rosa,penso que deveria oensar a sério em publicar seus poemas.Beijinho de carinho aqui deste meu Pico,e também um pouco seu.Salomé
ResponderEliminarATENÇÃO AMIGOS
ResponderEliminarA Rosinha está "vaidosa"
Por no Fri-Luso uma "rosa"
Vir ali com elegância!
Também eu a felicito
Por vir num sítio bonito
E até de muita importância.
Essa terra Açoriana
Dá-lhe um ar de soberana
Que merece, pois então!
Com muita facilidade
Faz poemas, de verdade,
Saídos do coração.
Como é minha "comadrinha"
Também quer ser a madrinha
Do meu blog: sim ou não?
Já me lembrei: p'ra "padrinho",
Talvez possa o Senhor Pinho,
Se ele aceitar a "missão"...
C.B.S. Góis - Portugal
Beijinhos Salomé e obrigada. Se eu tivesse meios já tinha publicado mas estou à espera de um milagre :)
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