Dedico a Clarisse Barata Sanches
Não sei porque choro, mas sei que choro.
É Saudade! E dela eu me decoro.
Penso no Além que, ao certo, não vi;
Sinto que chega nas flores de ti.
Há lágrimas que são doces. Adoro...
Chorá-las sozinha. Com gente coro
No farol da minha dor. O que senti,
Não foi dor mas sim fervor p'lo que li.
[Pausa]. Minhas leituras são d'espaços.
Quero ler mais flores, feitas de abraços,
Nas tuas linhas com graça de Deus.
Olhei-as tanto! Brilharam-me ideias
Dos livros fraternos que bem semeias...
Com Deus me vi rezando versos teus!
Rosa Silva ("Azoriana")
Em http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=12132
Índice temático: Desenho sonetos
Prezada Senhora da Ilha Terceira,
ResponderEliminarVim aqui espreitar seu aconchegante espaço na net. Estou retornando agora de Góis. Informo-lhe com satisfação que ontem chegou-me o livro "Rosários de Amor" de C.B.S., que pôs-me boquiaberto, porquê a Mulher simplesmente documentou em versos (metrificados) a história daquele lugar, sua família, amigos, tudo. Eu li uma parte. Voltei para o início. A terceira vez. Toda vez leio e re-leio o prefácio... Enfim, para não cansá-la, lhe direi de volta o recado que deixou no meu jovem blog:
- Clarisse Merece mesmo quaisquer homenagens.
A propósito, parabéns a você também.
Adorei as desgarradas.
Com um cordial abraço.
Renã Leite Pontes
As palavras são como que uma teia. Um emaranhado de ideias que de repente desatam todos os nós e a poesia acontece.
ResponderEliminarSaudações continentais