Cara AZORIANA ", ouvir falar dessas ilhas maravilhosas, e com tão elevado grau de portuguesismo, agrada-me, emociona-me e alegra-me muito. Eu, ainda não visitei os Açores, apesar de ter sido convidado por várias vezes por grandes amigos, que tenho na cidade da Horta, no Faial. porque ainda não encontrei tempo e disposição para fazer essa viagem. Mas ainda não é tarde. Qualquer dia aí estarei. E agora, uma palavra de grande apreço, pela qualidade dos seus trabalhos poéticos, que reputo de óptimo interesse cultural e dignos de publicação nacional. Eu que não sou poeta - longe disso - já publiquei um livro de poemas a que pus o título de: "ACREDITEI". E na verdade é preciso acreditar naquilo que fazemos, caso contrário não vamos a lado nenhum. Vou, oferecer-lhe um pequeno poema, que publiquei no meu livro: " Tenho saudades do tempo Em que o tempo Não era tormento E o lamento Tinha um tratamento Quase sem tempo Sou desse tempo Em que o passado, e O futuro não tinham tempo. Por mais que uma vez Perguntei ao tempo Quanto tempo tinha o tempo, E o tempo respondeu-me Que tanto tempo tinha o tempo Como o tempo, tempo tinha. As minhas recordações do tempo São as do tempo do meu tempo E não há tempo que as apague, Por isso, recordo aqui o tempo Que perdi no tempo Da minha mocidade...!
Cara AZORIANA ", ouvir falar dessas ilhas maravilhosas, e com tão elevado grau de portuguesismo, agrada-me, emociona-me e alegra-me muito. Eu, ainda não visitei os Açores, apesar de ter sido convidado por várias vezes por grandes amigos, que tenho na cidade da Horta, no Faial. porque ainda não encontrei tempo e disposição para fazer essa viagem. Mas ainda não é tarde. Qualquer dia aí estarei.
ResponderEliminarE agora, uma palavra de grande apreço, pela qualidade dos seus trabalhos poéticos, que reputo de óptimo interesse cultural e dignos de publicação nacional. Eu que não sou poeta - longe disso - já publiquei um livro de poemas a que pus o título de: "ACREDITEI". E na verdade é preciso acreditar naquilo que fazemos, caso contrário não vamos a lado nenhum. Vou, oferecer-lhe um pequeno poema, que publiquei no meu livro:
" Tenho saudades do tempo
Em que o tempo
Não era tormento
E o lamento
Tinha um tratamento
Quase sem tempo
Sou desse tempo
Em que o passado, e
O futuro não tinham tempo.
Por mais que uma vez
Perguntei ao tempo
Quanto tempo tinha o tempo,
E o tempo respondeu-me
Que tanto tempo tinha o tempo
Como o tempo, tempo tinha.
As minhas recordações do tempo
São as do tempo do meu tempo
E não há tempo que as apague,
Por isso, recordo aqui o tempo
Que perdi no tempo
Da minha mocidade...!
Um abraço do JTS