Parabéns à Sociedade Filarmónica Recreio Serretense!

É com uma enorme alegria que acabo de receber o CD da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense, que foi lançado aquando das comemorações do seu 134º aniversário, com 13 temas escolhidos a capricho e que nos levam ao sonho, à glória, a outros tempos e mais além e que, por fim, termina com o Hino da filarmónica. É impossível conter a emoção que me lavra a alma.



Que a Senhora dos Milagres, sua Padroeira, continue a dar-lhes o talento para rumarem com o constante entusiasmo e que consigam divulgá-lo por toda a ilha e fora dela, bem como junto dos seus emigrantes queridos.



Agradeço, publicamente, esta beleza que não me canso de elogiar e divulgar. É um sonho que se tornou realidade e imagino quantos sorrisos não colocou naqueles que abnegadamente contribuíram para este acontecimento ímpar.



Em plena Rua da Sé tive conhecimento da chegada do CD, através do Rui Gomes, um filho da Serreta, que continua a zelar pela sua freguesia natal com muito afinco.



O CD foi gravado no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo com equipamento de som e captação áudio de João Paulo Furtado; misturas e masterização de Porfírio Domingues; a capa foi idealizada por João Marcelino Alves Costa (maestro da Filarmónica) e Porfírio Domingues; a concepção gráfica esteve a cargo de Luis Saial e Porfírio Domingues, numa edição de Luís Saial. Os textos foram da responsabilidade da Direcção da Filarmónica e as fotos do Padre Manuel Carlos e Ricardo Meneses.



E agora adivinhem lá porque sinto o coração a bater mais forte e vou estimar muito, mas muito mesmo, este CD: Para já porque é pioneiro, o primeiro a ser feito por estas bandas; é o culminar de muito trabalho e abarca a freguesia inteira e até alguns elementos de outras freguesias; porque tenho um filho a aprender música nesta Filarmónica e, ainda, porque acolheram uma das minhas inspirações em louvor de Nossa Senhora dos Milagres.



Viva a Sociedade Filarmónica Recreio Serretense!



Leia-se o artigo anterior relacionado com este assunto. Para qualquer informação oupedido disponibilizo o meu e-mail.



Artigo publicado em simultâneo aqui.



Rosa Silva ("Azoriana")

O meu desgosto... (que já não o é. Tudo foi resolvido a 2008-02-20)

Virou-se a página da noite de maior brilho para se seguir a espera pelo volte face do ano velho para novo. Enquanto não chegam mais uns momentos de festa (afinal estamos sempre em festa) estou deveras preocupada com uma dívida ao amiguinho SAPO que quase me obriga a ter de voltar a face a ele também.

Em fins de Setembro p.p. fui na cantiga de uma promoção que vinha a calhar para mudar o meu equipamento muito antigo e cuja lentidão no acesso à internet metia dó e stress e lá aderi a uma campanha que até me dava um novo telefone (o que tinha estava bem merecedor de renovação) e não hesitei e zás: Venham daí as modernices!

Qual não foi o meu espanto (e azar) que mal chegaram as caixinhas novas, nada funcionava na perfeição: o telefone foi alvo de avarias sucessivas ao ponto de vir outro e com a ajuda especializada chegou-se à conclusão que até o meu número de telefone não correspondia ao que devia ser. Mudei de número e o novo teve também de ser mudado. Para uma leiga no assunto, isto já não agradou mesmo nada.

Só que o pior estava para vir. Para me desconectar dos antigos números e aparelhos foi uma canseira ao ponto de me fartar de tanto contacto e os novos trouxeram-me dissabores. Afinal a velocidade para aceder à internet continua lenta e dizem que tudo devia funcionar bem. Estou descontente. Ainda por cima, recebi uma missiva para pagar o mês de Outubro e Novembro a dobrar, porque até o meu username de acesso à internet teve de ser outro. O computador é o mesmo, a casa a mesma, apenas mudou um username e uma data de números.

Resumindo, eu que quis ficar bem servida acabo quase na falência e aborrecida com tudo isto. Eu, que nunca tinha usufruído dos "benefícios" de uma campanha, quando me meto numa saio prejudicada e falida. Não há jeito de perceberem que estou a pagar 2 vezes o mês de Outubro e Novembro por um serviço que não tem qualidade, é lento e ao pedir para regressar à velocidade de navegação mais baixa (pois não adianta a alta) tenho de pagar ainda mais.

Por este andar os meus blogues e páginas terão de desaparecer tudo por causa de uma campanha que nem valia a pena ter aderido. Nem imaginam a tristeza que sinto neste momento e ninguém me pode ajudar a resolver esta situação nem eu mesma. Fiquei vacinada contra campanhas.

Amiguinho SAPO, queres mesmo que eu desista de tudo (blogues meus e de outrem, páginas pessoais?!) Eu que estou quase a fazer 4 anos de bloguista? Já não sei o que fazer ou a quem pedir clemência. Caso me respondas, este artigo auto-destruir-se-á em segundos.

Foi só um desabafo numa crise de desespero que não interessa a ninguém. Verdade?


 


_________________


Queridos amigos,

Esta situação finalmente foi resolvida a 20 de Fevereiro de 2008. Vou continuar a pagar a mensalidade que está dentro das minhas possibilidades e tudo voltou ao normal. Esta serviu de emenda para que eu não me meta em mais campanhas.

A maior felicidade é não ter de ficar sem este meu cantinho. Obrigada SAPO!

A todos que me visitam e mandam e-mail

BOAS FESTAS
DE NATAL
E
UM PRÓSPERO 2008

Voltarei a seguir ao Natal.

Os meus agradecimentos
a quem me comenta, escreve cartas,
e envia e-mails

Aos meus familiares e amigos
e a todos os que por aqui vão passando
Um abraço e Sejam Felizes!


Brinde natalício

A beleza entrou na minha porta e fixei o meu olhar na ilha (*) e na poesia de Gabriela Silva

Adorei!

Pelas minhas mãos o veludo de emoções.

Uma dúzia de postais
Grandes “palavras de amor, cenários de liberdade”
Momentos especiais
De uma terra em flor
Sonho e felicidade.

Lindo!

Parabéns.

Obrigada.

(*) Ilha das Flores. Fotos de de Kristie McLean | Poemas de Gabriela Silva | Tradução de Katharine F. Baker.

Feliz Natal e Bom Ano
deseja
Rosa Maria (“Azoriana”)

"Ilhas" e Azoriana em tempo frio...

O "Ilhas" cheio de frio canta:
217
Aqui muito enroupado
Agora te vou responder
Teu desafio foi culpado
Do inverno vir a correr
218
O frio é de "rachar"
Estamos a tremer
Só o "Menino a mijar"
Nos poderá aquecer
219
Sempre ouvi dizer
Que dos Santos ao Natal,
Verão já não deve fazer,
Pois é Inverno natural.
220
Eu andava radiante
Frio ainda não tinha
Mas veio num instante
Culpa da minha "maninha"
221
Agora é só agasalhar,
Ventania muito granizo,
Nas telhas a tilintar
Tanto não era preciso...

17-12-2007
"Ilhas"

Azoriana sorrindo e a tilintar de frio, responde:
222
"Eh, Hôme!" não foi por mal
Que o Sol eu espantei,
Mas daqui até ao Natal
O que sabes também sei.
223
O frio congela o canto
Mas nunca o pensamento
Por isso não causa espanto
Que se anime o momento.
224
Eu não sou ave agoirenta
Nem peço muito granizo
O meu tecto 'inda aguenta...
Nos meus filhos vejo riso.
225
Espreitaram à janela
As bagas qu'então caíam
Por mim fugi logo dela
Cobertores me cobriam.
226
O frio fez-me a saudade
Voltar como a ventania
Este viver na cidade
É diferente da freguesia.
227
Enroscada no sofá
A pensar na cantoria
Até que enfim chega cá
P'ra lembrar melhor o dia.
228
Lembras-te da tal "Cagarra"?
Não sei se voou p'ro destino
Se o granizo a agarra
Peço ajuda ao Menino.
229
Que a deixe então voar
Para junto dos seus pais
Para puder festejar
As férias fenomenais.
230
Mas o Sol veio outra vez
Não arrumou vento e chuvas
Prepara-te porque talvez
Vais ter que usar umas luvas. :)

Abraços
18-12-2007
Azoriana

Concurso: ***Poemas da Minha Terra***

O sítio da Poesia em Rede lançou novo concurso ao público cujo tema é o que referi no título supra.




Participei e fiquei colocada na posição nº 13. Há quem diga que este número não é de sorte... Para quem acredita até pode ser mas trata-se apenas de um número e peço ao Pai Natal que olhe por ele. Afinal fiz uma pequena e sentida canção... Agora adivinhem qual "A Minha Terra"?

"Ilhas" e Azoriana ainda cantam...

É a vez do "ilhas" cantar:
202
A demora em responder
É por causa Natural
Fica-se muito a dever
à proximidade do natal
203
Nesta altura trabalho
Passa sempre a dobrar
E como a ele não falho
Tempo é pouco pra cantar
204
Mas não penses que desisto
Desta cantoria virtual
Porque até muito insisto
Que chegue até ao Natal
205
Meu presépio pronto está
A arvore de luzes a brilhar
Altar ao menino fiz já
Para a todos abençoar
206
Tudo a postos já tenho
Para a época festejar
Feito com muito empenho
Para os amigos brindar
207
Como és uma pessoa
Que se diz minha irmã
Penso que não é à toa
Que nossa amizade se tem
208
A casa tens cheia
Penso que ainda bem
Formando-se assembleia
Presidida por ti sua mãe
209
Teus filhos têm orgulho
Naquele que os viu nascer
Pois és como embrulho
Ssurpresa para aparecer
210
Tas sempre a surpreender
Tens um dom tão especial
para rimar e bem escrever
Que para ti é coisa normal

15-12-2007
"Ilhas"

E agora canto eu:
211
O desafio dá apetite
P'ra seguir sempre avante
Oxalá que sempre se fite
Rimas de sol radiante.
212
Entendo o teu atraso
Sem tempo de responder
O Natal com sol dá aso
A teres mais que fazer.
213
Nunca vi uma coisa assim
Nosso frio é tão terno
Parece que teve fim
Não há sinais de inverno.
214
O sol beija cada janela
Contagia felicidade
Haja comida na panela
Com um toque de amizade.
215
Cai em mim a nostalgia
Quando penso no Natal
Que todos no grande dia
Vivam o momento ideal.
216
E para vocês dois
Um abraço fraternal
Não sei o que virá depois
Cantemos até ao Natal.

Abraços
15-12-2007
Azoriana

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte IX)

225
Pelo o que posso constatar
Mantém a primeira intuição
Quem diria q'iria adivinhar
A "dona" de tal confusão
226
Afinal a ilha é pequena
No meio de tanta gente
Ser tão longe é pena
Senão'tava mais contente
227
Admirada ainda estou
Um telefonema não receber
Afirma que sabe quem sou
De voz não se faz aparecer
228
À minha mãe não desvendou
Brincadeira de outrora
Será que alguém já lhe contou
Ou espera por outra hora?!
229
Essa lenda quero continuar
P'ra partilhar desta alegria
Quando lá for vou me informar
Dos cantadores de Santa Maria
230
Do nada nasceu
Por mera inspiração
Veja até onde cresceu
Essa nossa conjugação
231
É algo de se louvar
Em tão poucos bens
Às duas vou desejar
Os sinceros Parabéns!

14/12/2007
A Cagarra

232
Se for certa a teoria
Brevemente confirmarei
Não se acabe a cantoria
Se enigma desvendei.
233
'Inda não tenho a certeza
Do que vai p'raqui armado
Em cima de outra mesa
Há um número anotado.
234
E se tal se confirmar
E eu receber resposta
Pudemos até marcar
A ligação bem disposta.
235
Não revelo à multidão
O número que já ditei
Queria ter a solução
Pois já tanto aguardei.
236
Agora já me chegou
A resposta que esperava
E tudo se confirmou
Daquilo que se cantava.
237
Duzentas e trinta e sete
Marca a quadra divinal
A rima bem promete
Falar antes do Natal.
238
Do "Céu" veio a emoção
Pela "actriz" veio até nós
E na cor do coração
Venha daí sua voz.

14/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII)

A "Super Bock"

Neste dia, logo pela manhã, tive um comentário que me surpreendeu. Ei-lo:

«A Super Bock lança a 1ª Edição dos Super Bock Super Blog Awards! Expressa-te, dá a tua opinião e mostra o que vale o teu Blog! Inscreve-te já e habilita-te a mais de 3.000 Euros em Prémios. Sabe mais em:
www.superbock.pt
Super Bock
Super Bock Super Blog Awards»

Descobri que:


«Os Super Bock Super Blog Awards são uma homenagem a ti e a todos quantos, diariamente, celebram a língua portuguesa em total liberdade de expressão e ajudam a criar uma nova Internet, a Web 2.0. Vamos fazer a festa dos Blogs em Portugal, premiando a importância desta forma de livre expressão colectiva e partilha de opinião.


Todos os anos, os prémios Super Bock Super Blog Awards irão reconhecer a autenticidade, a actualidade, a relevância, a interactividade e também a criatividade dos melhores Blogs portugueses.


Com esta iniciativa, a Super Bock pretende contribuir para a difusão dos melhores Blogs, estimulando os portugueses a participarem na consolidação da Identidade Portuguesa online.


Para fazeres parte deste desafio, só tens que inscrever o teu Blog e votar nos teus preferidos.»



E pode ler-se mais sobre o assunto na hiperligação supra.

Tenho que me decidir se me inscrevo ou não. Em breve darei notícias.

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte VIII)

207
Confusa fico e fiquei
Com as pistas que me deu
Agora então já não sei
O que é dela e o que é meu
208
Já me fez pensar
Numa pessoa mais
Gostam ambas de rimar
Mas de nada são iguais
209
Uma p'ra saúde trabalha
E a outra p'ros aviões
Qual delas me baralha
Nessas minhas indecisões?
210
Divertidas por natureza
Têm isso em comum
Faz parte da sua beleza
Fazer rir a qualquer um
211
O 'aparelho' passou-me ao lado
Mas há hipóteses a considerar
Julgo que está controlado
Ou um toque lhe quer dar?
212
Será ela uma boa actriz
Ou de uma piada bonita
Estamos a falar da **atriz
Ou então da S** *nita
213
Pela minha mãe irei saber
Se o ovo tem clara e gema
Meu nome irei esclarecer
Como "Garota de Ipanema".

12/12/2007
A Cagarra

214
Isto está a fazer rir-me
Em casa que agora é cheia
Se você pudesse ouvir-me
Tirava o bicho da teia.
215
Para tal o telefone
O aparelho normal
Por via do microfone:
Boas Festas de Natal :)
216
Já sei o que é teu
Porque dela já eu sei
Pelo nome que me deu
A solução eu encontrei.
217
**ita eu não conheço
Nem nunca ouvi dela
A outra, sim, é que peço
Que se ponha à janela.
218
Haja saúde com fartura
E alegria pelo mundo
A **atriz é uma ternura
Faz rir-nos logo ao segundo.
219
Oh "Garota de Ipanema"
Rima com teu nome (?), lindo,
E também com a tal gema
Que me deixa aqui sorrindo.
220
E por este caminhar
Voltarás a Santa Maria
E eu aqui a adivinhar
O segredo da maresia.
221
Onda vai, onda vem
Neste mar de cantoria
Quadra sai, quadra se tem
Não tenha medo, sorria!
222
(José de Alencar escreveu
Uma história de amor
Sei de quem nunca a leu
Mas à pesquisa deu valor).
223
Os versos na minha mente
Voam com velocidade
É feliz certamente
Se rimar com Qualidade.
224
Cirando revelações
Sem surtir qualquer efeito
Espero as decisões
Nalgum momento perfeito.

12/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I,II,III,IV,V,VI,VII)

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte VII)

199
Reparei aqui deste jeito
Nossas quadras não estão lentas
Com mais uma fica feito
O lindo rol de duzentas.

12/12/2007
A Cagarra

200
Isto agora é muito sério:
Após contacto de almoço
Vai acabar-se o mistério
Sem criar grande alvoroço.
201
"Foi 'um toque' que me deu"
É a frase que li atrás
Será a função que exerceu
E exerce e bem a faz?!
202
A amiga, desta amiga
Mariense2 com boa rima,
Se é colega já "antiga",
Tem 'aparelho' que estima?
203
Cagarra com qualidade
Na rima e cantoria
Diga lá se é verdade
A descoberta deste dia?
204
À sua mãe vai comunicar,
E dizer o que se passa
Para depois naquele lugar
Acharem isto com maior graça.
205
O trabalho agora aperta
E não lhes deixa as 'mãos livres'
Não sei se esta descoberta
Vai fazê-las mais felizes?!
206
Agora preste atenção:
Dê-me sua quadra bo'nita'
Com "gema" rime então
Se a verdade aqui foi dita.

12/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III, IV, V, VI)

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte VI)

177
Pelas palavras que me diz
Faz com que eu pense
Será "duas vezes" actriz
Essa conterrânea mariense?

7/12/2007
A Cagarra

178
Bingo, Bingo, cara amiga
"Bis" também lhe faço eu
Agora por bem me diga
Que pista virá de seu?!

7/12/2007
Azoriana

179
Peço desculpa pela demora
Mas há mto trabalho por aqui
Não pense que já me fui embora
Nem tão pouco que já desisti
180
Quero acreditar que acertei
Na mariense sua amiga
Coincidência em quem pensei
Pois é minha conhecida "antiga"
181
Foi 'um toque' que me deu
Pensar ser tal pessoa
Só não sei como não pensou ser eu
Porque p'ra isso também é boa
182
Não avisto problemas de ninguém
Mas julgo que ela sabe onde estou
Sendo amiga e colega d'minha mãe
Facilmente saberá quem eu sou.

11/12/2007
A Cagarra

183
A mensagem já foi vista
Pela tal minha amiga
Agora quero que assista
À resposta sem fadiga.
184
Chegou cedo e mui perfeita
Merece boa atenção
Mas na resposta ela deita
Certas dúvidas e então:
185
"A minha ideia continua de pé
Mas agora se desvaneceu
Como posso saber quem é
Se não sei quem sou eu.
186
Uma dúvida existencial
Que muda constantemente
Quando penso que está mal
Estará bem certamente.
187
Sabe que é mariense
cagarra bem convencida
Tem alma por isso sente
E sabe da minha vida.
188
Vamos a ver se consegue
saber de facto quem sou eu
uma ajuda a alguém se pede
aqui alguém me socorreu."
189
A 'Mariense2' deu resposta
E lança-se a confusão
Será que está bem disposta
A dar-nos mais uma mão.
190
Certamente ela não leu
O "Bingo" que eu te dei,
Depois do nada escreveu
E nada agora eu sei.
191
Fico à espreita da versão
Que vai clarear o dia
Tenho agora a missão
De alegrar a cantoria.
192
A ela vou comunicar
Desfazer aquela dúvida
Da 'saúde' vou tratar
Fica a tarefa cumprida.

12/12/2007
Azoriana & Mariense2

193
Oh Azoriana isto agora
Não chegou ao lugar certo
Diga-me sem demora
Se isto se mantém aberto
194
Já nesta corrente semana
Dei pistas da cagarra de cá
Parece-me que a Azoriana
Não as levou à cagarra de lá.

12/12/2007
A Cagarra

195
As notícias chegarão
Aguardar não custa nada
Penso que a confusão
Já anda aqui instalada.
196
A culpa é toda minha
Pelo "Bingo" atrasado
Espero pela "andorinha"
Com correio aprumado.
197
Vamos ficar a aguardar
Com o olhar esperançado
À amiga vou telefonar
P'ra me rir cá deste lado.
198
Parte VI já vai nascer
P'ra que fique bem à vista
E a "actriz" puder ler:
Espero que não desista.

12/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III, IV, V)

Desafio das marcas de felicidade - "Ilhas" e Azoriana

O "ilhas" encantou-me na continuação do desafio:
190
Azoriana está feliz
Primogénito vai abraçar
Lembrar quando, ele, petiz
Com ela se punha a brincar
191
Hoje é homem feito
E a vida faz rumar
No continente satisfeito
Ainda anda a estudar
192
Trás o amor à ilha
Que lá foi encontrar
Terás mais uma filha
Dentro desse teu lar
193
Serão dias de felicidade
de paz e amor natural
Onde a boa vontade
Passará além do Natal
194
Decerto te irei visitar
Com gosto e amizade
Também fico a esperar
Que saias da cidade
195
Que nos venhas visitar
e nosso presépio ver
A "mijinha" vais provar
vamos a taça erguer!

Abraços
11/12/2007
"Ilhas"

E eu, feliz, respondo:
196
Primogénito já abracei
E está na sua feição
Nova "filha" também beijei
Tem beleza e perfeição.
197
Fiquei agora contente
Com a surpresa da chegada
Agora estou sorridente
Sou uma mãe "babada".
198
As saudades que eu tinha
Por ora ficaram calmas
Há muito que cá não vinha
Agora merece palmas.
199
Obrigada pelo convite
Cumpri-lo não sei se consigo
(P'ra "mijinha" há apetite
-Esse termo é muito antigo).
200
É belo o Porto Judeu
Muito melhor no Natal
E no lar que é teu
O presépio é especial.
201
Preparas a felicidade
Já te vejo com sorrisos
Vou ver se saio da cidade...
Não sei horários precisos.

Abraços
11/12/2007
Azoriana

Prémio Amizade





Foi-me atribuido por A Minha Matilde & Cª. este prémio amizade, o qual recebo com muita honra.

"Os blogs para além de permitirem ao "comum dos mortais" exprimirem os seus pensamentos, os gostos, etc, fazem com que as amizades aconteçam, mesmo que não se conheça a outra pessoa. É com naturalidade que ganhamos o hábito de ver o que escrevem e por consequência ganhamos afinidade com essas pessoas."

Retribuo ao amigo Miguel Brito, o prémio e a todos aqueles que já fazem parte da amizade com a Azoriana.

Se és meu amigo(a) leva-o contigo...

Continuação do desafio entre "Ilhas" e Azoriana

Continuação de "Ilhas":
158
Esta Devoção maternal
Nas tuas veias a correr
Vem de amor natural
Que um dia te viu nascer
159
Tua mãe com sua mão
Sempre para lá te levou
Enchendo-te o coração
Dessa fé que em ti ficou
160
A esse altar de muita fé
Que a Terceira faz mover
Numa romaria a pé
Cada vez mais a crescer
161
Todos os anos é tão lindo
Ver o povo a percorrer
Este caminho indo
A pé para a Senhora ver
162
A mãe de todas as mães
que nos olhos tem luz
Lindos e fortes guardiães
Da nossa fé em Jesus
163
O seu altar ornaria
de luz santa celestial
E o seu nome Maria
Daria a este Portugal!
164
Mais não posso prometer
Porque não sei se consigo
Mas sei que lá vou ter
Com o meu filho comigo!
165
E por hoje já termino
Já me estou a alongar
Que a Virgem e o menino
Fiquem a todos a guardar.

9/12/2007
"Ilhas"
 
Continuação de Azoriana:
166
O desafio em cadeia
Toca temas especiais
Ficarão sempre na ideia
As cantigas fraternais.
167
Considero-te meu irmão
Agradeço o que me cantas
Virá boa ocasião
P'rás ideias que levantas.
168
Lembro que a tua mãe
Que vi só aquela vez
Deixou marcas também
Na fé que agora vês.
169
Onde quer que ela esteja
E será num bom lugar
No silêncio da Igreja
Contigo irá rezar.
170
Em frente a Nossa Senhora
Mostrarás teus q'ridos filhos
Sei que pela vida fora
Velará pelos seus trilhos.
171
Embora seja diferente
A vivência da juventude
Não sei se daqui p'ra frente
Vão honrar esta virtude.
172
Mesmo sendo pecadora
E ter quedas vez em quando
Recorro sempre à Senhora
Nesta rima estou rezando.
173
Rainha de Portugal
Senhora da Conceição
Dos Milagres especial
Dai a todos protecção.

Até à próxima
Abraços
10/12/2007
Azoriana

E o "Ilhas" responde:
174
Voando vai ligeira
Esta nossa cantoria
E assim desta maneira
vou voando até Maria
175
A Ela tenho recorrido
Em momento de aflição
E lhe tenho pedido
Especial protecção
176
Tens bastante razão
Quando me vens dizer
Que a ela tenho devoção
Será assim até morrer
177
Minha mãe agonizava
Numa cama hospitalar
E eu em oração estava
Pensamento em seu altar
178
Mas alguém me ajudou,
Fazendo-me em Maria pensar,
Aqui no Blogue comentou
Que pra Maria me devia voltar
179
Pecados todos temos
Decerto não és exemplar
Não és nada de extremos
Tens a fé Dela no olhar
180
Claro que vou ensinar
Valor do amor ao meu filho
E também ele irá ao altar
Levando no olhar o brilho
181
O brilho de quem ama
E sente sua protecção
À sua beira se acalma
E lhe oferece o coração

10/12/2007
"Ilhas"

E eu, de novo, respondo-lhe:
182
Ruma até quase ao Natal
Esta nossa cantoria
Nasceu de algo banal
E cresceu em harmonia.
183
'Mariense' incentiva
A bloguista a cantar
Numa rima sempre viva
Que te fez também rimar.
184
Brevemente ela regressa
À sua ilha p'ro festejo
E também já se apressa
Quem eu há muito não vejo.
185
Meu filho vem visitar
A família cá de casa
Espero breve abraçar
A saudade já me arrasa.
186
Já estou numa euforia
Que tu não fazes ideia
Ansiosa pelo dia
Que esta casa fica cheia.
187
Minha "nora" também vem
Conhecer o nosso mar
Há muito que ela tem
Vontade de cá estar.
188
O Natal nos aproxima
Com festas e mais sabores
O mote vem ao de cima
Quando toca os Açores.
189
Se quiseres visitar-me
Vês a moça do Continente
Até podes ajudar-me
A falar da terra e Gente.

Abraços
11/12/2007
Azoriana

Presépio e árvore da família







O Presépio é armado,
A árvore é enfeitada;
O menino está deitado:
Nasce sorrindo à entrada.

O lar queda-se estrelado
Da palavra mais amada;
Na cabana está o gado
Com Família Sagrada.

Lá dentro os animais
Aquecem o Deus Menino
Na companhia dos Pais.

Cá fora gente de cores
Completa este destino.
Feliz Natal meus amores!

Rosa Silva ("Azoriana")


 


Índice temático: Desenho sonetos

Um prémio - Amigos para sempre


Santuário de Nossa Senhora da Conceição - 20 anos



Santuário de Nossa Senhora da Conceição
Angra do Heroísmo
8/12/2007




Faz hoje, precisamente, 20 anos que a Igreja foi reaberta ao culto e elevada a Santuário Mariano.

É Paróquia desde 26 de Março de 1553, contando neste momento com 454 anos.

Os Bombeiros de Angra do Heroísmo, a Fanfarra Operária e Sacadura Cabral, os taxistas, os escuteiros e os paroquianos em geral fazem a homenagem à sua Padroeira e Santa Mãe.

Eis um momento captado pelo meu filho aquando da passagem, pelas ruas da cidade de Angra do Heroísmo, das viaturas dos Bombeiros:


 


 





Há um ano publiquei uma oração.


Ceia de Natal da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense

Depois da visita ao restaurante, foi a vez de irmos à ceia da Natal da Sociedade da Serreta onde estava à disposição, de uma sala cheia, um autêntico banquete.

Que o Deus Menino vos recompense por todo o trabalho que tiveram e o nosso bem-haja a toda essa colectividade.

Obrigada!



Votos de um Feliz Natal para todos.

Visita ao restaurante serretense «Ti Choa»

"A espiga de milho – a soca -, tem várias camadas de folhas para proteger os grãos.
As de fora são ásperas e ficam desgastadas, mas as de dentro são cada vez mais finas, leves, suaves, e brancas… até que se chega aos grãos enfileirados, presos ao soco – ou carolo.
Numa desfolha tudo se aproveita. As folhas brancas servem para renovar os colchões, as outras para alimentar o gado, os socos para animar o lume ou fazer juntas de bois de brincar.
Ou se desfolha tudo e o grão fica à mostra, pronto para a debulha, ou se abrem apenas algumas folhas e se voltam para trás.
O trabalho seguinte requer saber e destreza: trata-se de armar os pêlos de socas de milho – também chamados cambulho, cambulhão ou camulhão – num molho, às vezes de oito, dez ou doze.
Depois é preciso outra arte: a de encher a burra, ou seja, colocar, camada sobre camada, a partir de baixo, os pêlos de socas, encavalitados nas varas horizontais da pirâmide de madeira, metade para dentro metade para fora, formando um telhado bem fechado, onde não entra gota de chuva.
Feito isso, o milho está pronto para a invernia, e a riqueza assim guardada só precisa de um cão debaixo e de chapas nas pernas da burra para que ratos (humanos ou de quatro pés, tanto faz) a deixem em paz."

Fonte: AZORESdigital. Autor: Dr. Maduro Dias



 


Foto tirada na freguesia da Serreta, no restaurante típico «Ti Choa» - Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007.
Com um cheirinho a chicharros assados no forno de lenha, pão de trigo acabado de sair do forno e vinho de cheiro. Uma delícia de sabores e um excelente visual que lembra um passado um pouco distante. É assim que se vive na freguesia da Serreta:


 




A tirar o pão do forno



O pão de trigo delicioso e quentinho. Asseguro que é muito saboroso.



Vejam só o aspeto do pão de trigo...



Cozinha típica do restaurante serretense - Ti Choa
Em cima: Exposição as peneiras de trigo e milho
Ao lado: Alguns pratos e tijelas antigas



Oratório



Copeira
Expositor de diversas peças antigas



Máquina de costura antiga



Gaiola de pássaros




 


Artesanato


 


Mesa posta para jantar
com candeeiro em estilo antigo



E o desejo de Boas Festas
Com a beleza e simplicidade do Menino Jesus


 


Este é o aspecto do restaurante típico serretense - Ti Choa - que nos recebe com muita simpatia e apresenta uma ementa regional como manda a tradição. É um ponto de encontro a não perder e onde se come, bebe e se passa um serão muito agradável com música ao vivo. À sexta-feira há todo o tempo do mundo para confraternizar nesta paz e sabores inesquecíveis.

Antes do fim-de-semana: "Ilhas" e Azoriana

De "ilhas" a 7 de Dezembro de 2007
145
Aqui faço a ligação
Entre a Terra e o Ilhéu
Cantando a sua união
Com o azul do Céu
146
E tu fazes mais rimas
À Senhora dos Milagres
A ela toda só mimas
Em amor não lhe cabes
147
Tens sido boa difusora
De seu culto ancestral
Uma crente promotora
daquele altar maternal
148
A ela tenho promessa
Que pertendo cumprir
Sei que o que lhe peça
Ela me dá a sorrir
149
Na sua linda procissão
vou em cortejo integrar
Gratidão do meu coração
Pelo filho que me vai dar
150
Sabes que faz hoje anos
Que Angra beleza regional
De entre os lugares Açorianos
Foi elevada a Patrimonio Mundial?
151
Não sei se hoje terei
Muito tempo pra desafio
Mas se não for hoje, o farei
Noutro dia com mais brio.

Abraços
"Ilhas"

De Azoriana a 7 de Dezembro de 2007
152
No "Guidness Book" há-de entrar
Essa que é a Melhor Rainha
Acabei por assoalhar
A fé que a minha mãe tinha.
153
No dia que tu lá fores
Levas teu sorriso à Mãe
Enlaçado com as flores
Que adornas tanto bem.
154
Dou-te já o meu conselho
Fazes toda a diferença
Transformas o que é velho
No ramo da tua crença.
155
Se visse tu enfeitares
O Altar desta Senhora
Visitas era aos milhares
Para vê-La sem demora.
156
Estas quadras rascunhei
Ao subir uma escada
Foi a forma que encontrei
P'ra não perderes pitada.
157
Este "bicho" salutar
Vai seguir com emoção
Não esqueças que vou jantar
Onde reina a devoção.

Até 2ª feira
Abraços
Azoriana

Vim do "Porto das Pipas"

Acabei de ler as "últimas" notícias no blogue «Porto das Pipas» e fiquei encantanda com duas delas:



1ª A votação no concorrente "João Saavedra" para a Rádio Comercial



Angra do Heroísmo como Património Mundial da Unesco que completa 24 anos.



Pronto, é o que tenho a destacar por agora.



Lá para as 20 horas de hoje também tenho uma festividade importante cujo convite me foi endereçado e tenho muito gosto em estar presente. Escusado será referir que é ali para os lados serretenses. Impossível não ser... :)

Se me quiserem visitar, na Serreta vou estar.

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte V)

A Cagarra continua:

163
Agora a Azoriana " pede ajuda
Procurando um cantador
Oh Deus Pai me acuda
Até sinto um calor
164
Eu não tinha previsto
A cantoria acrescentada
Já não percebo nada disto
Estou ficando atrapalhada
165
Agora só me apetecia
Do outro lado saber
A "bloguista" de Sta Maria
Porque a mim deve conhecer
166
A Mariense eu não entendi
Se está também por cá
Se ela estiver por aqui
Podíamo-nos ver "já"
167
Em Sta Maria tanto corria
Para a linha poder manter
Na Terceira é a cantoria
Para a saudade entreter
168
Por cá estou a trabalhar
Mas dentro de dias vou aí
Já conseguiu lá chegar?
Dê-me também pistas de si.

7/12/2007
A Cagarra

Respondo à 1ª Mariense que é "A Cagarra":

169
Peço, não fiques aflita,
Por lembrar do Cantador
Foi Cantoria bonita
Que outrora teve valor.
170
Essa atrapalhação
Vai ficar apaziguada
Olhas p'ra numeração
Segui-la não custa nada.
171
A 2ª Mariense
Vive em Santa Maria
Um trabalho lhe pertence
Continhas faz todo o dia.
172
Gosta muito de versejar
Só não sei se alguém sabe
Ela ao "Ilhas" foi cantar
Em bloguista 'inda não cabe.
173
Trabalha igual a mim,
E acho que te conhece
Comigo não fiques ruim
Dá-lhe pistas, pois merece.
174
Ela é boa criatura
Mas não está na Terceira.
Se vier à minha procura
Conto-lhe tudo à maneira.
175
Ela deu-me uma pista
Mas ficou sem saber bem
Se és a mulher que avista
Os problemas de alguém.
176
Podes estar longe daqui
Na Praia ou outro local,
Meu contacto clica aqui
Escreve antes do Natal.

7/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III e IV)

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte IV)

A Cagarra assim me canta:

151
Desculpe o meu atraso
É que eu ando em correria
Surge um ou outro caso
E lá se passa a cantoria
152
Mas sempre que é possível
Aqui venho eu espreitar
Agora há que manter o nível
E não pense que lhe 'tou a "enganar"
153
Estou a ver que apresentou
Algo aqui que me "pertence"
Pois reparo que já entrou
Conterrânea minha, Mariense
154
P'rá novidade pronta fico
Muito mais neste lugar especial
Ajudará ela, a Cagarra dar nico
Nesta cantoria Regional?!
155
Ou se pelo contrário
A sua rima instantânea
Não virá a ser solidária
Com a da sua conterrânea?!
156
Para ela não ficar triste
Se me quiser identificar
Dê-me pistas de que existe
Que eu o mesmo posso dar
157
Bravo, Azoriana, bravo!
Por centena e meia de cantigas
Troca a rosa pelo cravo
E no fim ficam amigas.

7/12/2007
A Cagarra

Respondo prontamente:

158
Não sei se está certo
A sequência deste dia
O avião está perto
De voar p'ra Santa Maria?!
159
É que nesta euforia
Já me vejo fazendo malas
P'ra vos visitar um dia
Depois já não nos calas.
160
Acabei mesmo de falar
Com a outra Mariense
Já estive a convidar
P'ra ela ser "Terceirense"
161
Respondeu que não podia
Mas ficou mais curiosa
Em saber quem bem fazia
Versos em vez de prosa.
162
Deixo à sua consideração
Responder com suas pistas
Por mim reservo avião
Vou tentar não dar nas vistas.

7/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I, II, III)

O desafio entre "Ilhas" e Azoriana sorri...

Vira e volta o amigo "Ilhas":
132
Doces a abundar
É que mais há por cá
Mas não posso abusar
Pela doença que já há.
133
A diabetes já entrou
E começa a chatear
Por aquilo que se abusou
estou agora a pagar
134
Quanto à felicidade
que agora estou a viver
É um facto, realidade
Que vai breve acontecer
135
Conto os dias sem parar
Esperando tempo correr
não vejo hora de chegar
O dia de ele(a) nascer
136
Felicidade a transbordar
O que sinto deves saber
Passo dias inteiros a sonhar
Com a hora de o ver
137
Com chegada do Natal
A vida toma mais cor
sinto-me mais paternal
E pronto para dar amor.

abraços
6/12/2007
"Ilhas"

E assim respondo eu:
138
Ontem fiz uma remessa
De cantigas para te dar
Esqueci e com tal pressa
Não dei p'lo SAPO travar.
139
Como as fiz em directo
Perdi tudo quanto tinha
Como é fraco o intelecto
Fiquei com nenhuma minha.
140
Agora vou-te cantar
Continuo mui animada
Porque não vou eu parar
Esta nossa caminhada.
141
Tens na mira o Ilhéu
Das Cabras como é sabido
E entre o mar e o céu
Nada está adormecido.
142
Transbordas felicidade
E sei bem o que isso é
Virá a realidade
Redobrarás tua fé.
143
À Serreta podes ir
Frente à Mãe, querida Mãe,
Na oração vais pedir
Que vos corra tudo bem.
144
A chegada do Natal
É boa ocasião
A época especial
P'ra bonita oração.

Abraços
7/12/2007
Azoriana

Procuro...

Onde será que está
O primeiro "Cantador"
Pode até andar por cá
Cante de novo, por favor.

Outra "Mariense" entra na cantoria

In blog "Ideias e Ideais"
encontrei um comentário que logo reconheci:
De mariense2 a 6 de Dezembro de 2007

Sou também de Santa Maria
vou convosco versejar
com alguma nostalgia
quero vos cumprimentar.

Santa Maria meu berço
minha terra adorada
venham cá, vos peço
merece ser visitada.

Gostei imenso do despique
entre Santa Maria e Terceira
que a paz entre vós fique
saúde e dinheiro na carteira.

Tive que responder assim:

A ti já eu conheço
E fico muito satisfeita
Por saber que nesse berço
Há tanta gente perfeita.

Perfeito é teu coração
Ó amiga te cumprimento
E nesta ocasião
Um abraço te apresento.

Se voltares para ler
A resposta deste amigo:
Podes a mim responder
Que publico num artigo.

Se eu estiver enganada
E não fores quem eu pensei
Espero ser perdoada
Das tuas quadras gostei.

Azoriana

E mais um Desafio: Ilhas e Azoriana

Canta o "Ilhas" de «Ideias e Ideais»
120
A árvore se estenderá
De amizade enfeitada
E ao mundo inteiro dará
A paz tão desejada
121
Veremos Deus menino
Sorrindo de alegria
Num sorriso cristalino
Que o mundo contagia.
122
Fiquei muito contente
Pela grande consideração
que pela minha gente
Azoriana tem no coração
123
Por isso este Porto Judeu
Tem a porta sempre aberta
Para um pouco de seu
Lhe dar como oferta
124
Agora que Natal chega
Não esqueças de cá passar
vou te dar uma achega:
"Meu menino já está a mijar... "

6/12/2007
"Ilhas"

E agora canto eu:
125
Agradeço ao Deus Menino
Por nos dar esta alegria
E com seu poder divino
Presenteia a cantoria.
126
Obrigada pelo convite
Retribuo também a ti
Que haja muito apetite
P'rós doces perto daqui.
127
Basta seguir a direito
E virar contra a maré
Fica tudo satisfeito
E prova-se 'água-pé'.
128
Depois seguimos viagem
Para as ruas da cidade
Fazemos a reportagem
Do brilho da edilidade.
129
Mas importa é que brilhe
Maior luz nos corações
E que cada um partilhe
Paz e amor pelas nações.
130
Mando um abraço por ti
Para todo o Porto Judeu
Tua esposa 'inda não vi
Dá-lhe um beijinho meu.
131
Sei que a felicidade
Abunda para esses lados
O teu rimar sempre há-de
Trazer-me muitos agrados.

6/12/2007
Azoriana

Continuam as cantigas de "Ilhas" e Azoriana

O "ilhas" canta de novo:
105
Porto Judeu a desafiar
Serreta atenta a responder
Freguesias do mesmo lugar
qual delas irá vencer?
106
Isto Vai dar cantoria
da grossa e certeira
De certeza algum dia
vamos aos palcos da Terceira
107
Temos tantas tradições
Algumas até em comum
Mas não tenhas ilusões
Porto Judeu só há um!
108
Na Serreta o nevoeiro
Abre-se em dia de procissão
Para o povo olhar ordeiro
Santa da sua devoção
109
Nós neste Porto Judeu
Muito podemos cantar
Temos a beleza do Ilhéu
Para poder admirar
110
Na Serreta mata bela
Onde se vai descansar
Parece bela tela
Que Deus resolveu pintar
111
O Natal se aproxima
E muito há para falar
Que a nossa próxima rima
Seja para da festa falar

Abraços
5/12/2007
"Ilhas"

Azoriana atenta responde:
112
Ena, Ena! Desafias
Para ver quem vai vencer
Rima assim todos os dias
Alguma coisa vai sofrer.
113
Por mim estou a adorar
O desafio natalício
A árvore vamos enfeitar
Com quadras deste ofício.
114
Em cada ramo se prende
Uma quadra de improviso
O Menino nos compreende
E nos dará seu Sorriso.
115
A Serreta e Porto Judeu
Merecem dedicatória
Cada um faz do que é seu
Um destaque na história.
116
A estrela de Belém
Ilumine as freguesias
Que o Natal nos faça bem
Dê a todos alegrias.
117
Todos tenham uma prenda
Saúde, paz e amor
E que cada um entenda
A mensagem do Senhor.
118
Porque Deus se fez criança
No Presépio de Belém
Foi p'ra nos dar esperança
E Maria como Mãe.
119
Ofereço o meu cantar
À nossa Mãe milagrosa
Prima vez vi no Altar
Da Serreta tão formosa.

Abraços
6/12/2007
Azoriana

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte III)

A Cagarra continua a bom cantar:

117
Se em Sta Maria há cantadores
Desconheço tal maravilha
Só estou descobrindo esses valores
Agora e aqui na sua ilha
118
Mas prometo que vou perguntar
Quando lá for matar saudades
E quando à Terceira regressar
Veremos se trago novidades
119
Cantoria ao desafio com certeza
Por animar festas e bodas
Deve ser uma beleza
Cantada nas ilhas todas
120
Diz que ainda se vai falar
Da Trulú nos próximos dias
Tal pena não poder acompanhar
Não conheço essas cantorias
121
Só sei que foi Cantadeira
Dos mais distintos valores
Que elevou não só a Terceira
Mas o nome dos Açores
122
Fico a desejar que Sta Maria
Também tenha tido alguém
Que na arte da cantoria
A tenha honrado também
123
Por agora só vos peço
Que me deixem ir ao afago
Da minha ilha e no regresso
Veremos o que vos trago
124
Se alguém tiver havido
E se houver alguém agora
Não deixarei esquecido
E falarei deles nessa hora
125
Tenho aqui que registar
Um prazer grande que senti:
O "Ideias e Ideais" a rimar
Connosco, também, aqui
126
Fui apanhada de surpresa
Nunca tinha nisso pensado
Que com a minha pobreza
De rima fizesse alguém inspirado
127
O "Ilhas" disse que se lembrou
Do Centenário data bela;
Diga-me se com ela cantou
Para se lembrar assim dela
128
Se ela nasceu há cem anos
Assim saudosamente contados
Deve ter feito versos sem enganos
Para serem ainda lembrados
129
Mas o "Ilhas" fala ainda mais:
Gostaria de a ouvir cantar
Nos arraiais com o Ângelo...
De quem é que ele está a falar?
130
Tomar café p'ra já, não
Neste vida não gosto de planos
Tudo tem a sua ocasião
Nem que seja daqui uns anos
131
Há uma teoria que acredito
'Nada acontece por acaso'
Há coisas que não premedito
Mas pensarei no seu caso
132
A amizade entre linhas
Atinge um especial sabor
São dessas pequenas coisinhas
Que por vezes nasce o "amor"
133
Talvez o destino já nos cruzou
Sem sabermos de tal sucedido
Só que não sabe quem eu sou
Nem eu a teria reconhecido
134
Mas como pequeno é o mundo
E não a quero desapontar
Vamos acreditar a fundo:
Um dia havemos de nos encontrar.

5/12/2007
A Cagarra

A Azoriana responde assim:

135
Continua a cantoria
«Chuva de rimas» perdura
Fica então para outro dia
O encontro da "ternura".
136
Desconheço os cantadores
Que vivem na sua ilha
Nesta lilás dos Açores
Tem um que faz maravilha.
137
Natural de Santa Maria
Vive na ilha Terceira
Costuma ir na cantoria
Não estive à sua beira.
138
Dizem que tem bons valores
E que canta sem demora
Basta que seja dos Açores
Nas Quatro Ribeiras mora.
139
Da Turlú eu sempre ouvi
Falar com categoria
E muito eu já escrevi
Ser como ela eu queria.
140
Mas sei que nunca serei
Cantadeira como ela
Porque as vezes que eu rimei
Foi aqui nesta aguarela.
141
Por ora ninguém se atreveu
A cantar comigo ao vivo
O "ilhas" do Porto Judeu
É que me dá incentivo.
142
Mas não perco a esperança
E treino a qualquer hora
As cantigas de uma dança
Eu já engendrei outrora.
143
E a sua rima inspirou
A mim e ao das "Ideias"
Que connosco aqui cantou
Numa rima sempre a meias.
144
O "Ilhas" é rapaz novo
Com dotes especiais
Gosta de animar o povo
Com quadras tradicionais.
145
O "Ilhas" fala de mim
A picar-me p'ra cantar
Com o Angelo assim
É só mesmo a brincar.
146
É um cantador famoso
Que vive em São Bartolomeu
O "Ilhas" foi generoso
E vive no Porto Judeu.
147
Por favor, não se acanhe,
Não tema em nos conhecer
Olhe que talvez apanhe
O gosto e não vai esquecer.
148
No Encontro de Bloguistas
Que na ilha aconteceu
Ele e eu demos nas vistas
Pelo mote que se deu.
149
Convidados de São Miguel
Foram muito atenciosos
Alegraram o painel
Ficámos muito orgulhosos.
150
«Havemos de nos encontrar»
De maneira cordial
Ao Menino vou rezar
P'ra ser antes do Natal.

Abraços
6/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I eParte II)

A culpa é do "Ilhas" de «Ideias e Ideais»

Resposta ao desafio que o "Ilhas" lançou
no seu blog «Ideias e Ideais»
Em 'Cantigas ao Desafio'.

Republico a minha resposta:


Venham rimar também!
81
Pois que venham cantadores
Que a mim não metem medo
Sou da ilha dos Açores
Que disto não faz segredo.
82
A cantiga me provoca
Logo boa reacção
À noitinha desemboca
Faz feliz meu coração.
83
Já somos três a cantar
Prolongando a maresia
Isto vai dar que falar
Lá na minha freguesia.
84
Tive lá neste Domingo
Fui brindada num CD
E também joguei no Bingo
Fui feliz e sei porquê.
85
Quando lá quiseres ir
Ficarás tão satisfeito;
À Serreta vais sorrir
Por tudo o que vês lá feito.
86
Pois é na Sociedade,
Paragem obrigatória
Servem-te com amizade
E agora está em glória.
87
O Pároco da freguesia
Fez um discurso bonito
Está atento ao dia-a-dia
Bendigo o que nos tem dito.
88
É pessoa de valor
Engrandece a população
À Senhora tem Amor
É calmo no seu sermão.
89
Agora eu vou parar
Para não ficares mal
É que nisto de rimar
Parar é um mau sinal.

5/12/2007
Rosa Silva ("Azoriana")

E agora canta ele:
90
A cantiga em turbilhão
Não faz mal nenhum
Incendeia o coração
Dá Paz a qualquer um
91
a rima é o teu forte
Serreta sempre em mira
Nela encontras Norte
E teu coração suspira
92
pelo seu cantinho
todos nós suspiramos
Por ele temos carinho
bastante o amamos
93
Também pelo meu
vou cantando a rimar
Meu lindo Porto Judeu
vou-te sempre amar
94
Temos Santo António
Como santo protector
P'ra nos livrar do demónio
Temos São Salvador
95
Minha freguesia inteira
tem muito p'ra descrever
das maiores da Terceira
Isso, não deves esquecer.
96
Não tenho medo de rimar
disso tenho prova dada
E assim vou continuar
porque rima é abençoada!

5/12/2007
"Ilhas"

Azoriana responde:
97
Nesta hora apressada
Te respondo irmão meu
Que fico bem humorada
Ao passar no Porto Judeu.
98
Junto a pequena à grande
Freguesia do teu amor
Onde quer que agente ande
Há sempre um cantador.
99
Minha alma não esquece
A Divina Protecção
Em cada canto aparece
Toda a nossa devoção.
100
Quero bem ao Porto Judeu
Em jovem lá pernoitei
O Shallom que Deus me deu
Nunca mais esquecerei.
101
O mundo dá muitas voltas
Como a vida das pessoas
Para nestas quadras soltas
Virem também coisas boas.
102
Outras podem ser mais tristes
Não pode ser tudo bom
Mas saber que tu existes
Faz-me melhorar o dom.
103
Nos versos és um querido
Tratas bem o pessoal
Também sei que tens ouvido
P'ra cantar p'lo Carnaval.
104
O prazer destas cantigas
Vale mais que todo o ouro
Somos duas almas amigas
Nas rimas nosso tesouro.

Abraços
5/12/2007
Azoriana

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra (Parte II)

Cagarra da bela Santa Maria:

81
Quando há resposta dada
Apresso-me em a ler
E fico entusiasmada
Pronta para responder
82
Aumentaram as maravilhas
De tanto cantar inspirado
Com a companhia do "Ilhas"
Isto fica ainda mais animado
83
Mas isto hoje foi uma cruz
Para eu entrar no desafio
Com vários cortes de luz
Complicou-me o envio
84
Bingo! Santa Maria
A ilha dos meus amores
Aquela que foi um dia
A porta aberta dos Açores
85
Em Sta Maria nasci
Em Sta Maria me criei
E a maior dor que senti
Foi no dia que a deixei
86
Não vejo a hora a passar
Com a pressa que eu queria
Para a duas semanas chegar
O dia de voar p'ra Sta Maria
87
Os meus pensamentos se soltam
Neste desejo sem vaidades
Abraçar os que como eu voltam
Uns dias a matar saudades
88
Beijar irmãos, pai e mãe
Porque para mim são aqueles
Que sofreram tanto também
Por estar jovem longe deles
89
Tenho que me conformar
Ao tempo tudo se habitua
Pois se eu quiser trabalhar
Tenho que vir para a rua
90
Depois de tanto estudar
O trabalho hoje é uma aposta
Muito difícil de acertar
A habilitação com o que se gosta
91
O trabalho, a vocação
À Terceira me trouxeram
Não havendo outra colocação
Aproveitei o que me deram
92
É a mais comum história
Duma jovem que quer vida activa
Por enquanto é provisória
Deus queira se torne definitiva
93
Na minha terra por agora
Hipóteses eu não terei
Porque ainda não se labora
A "especialidade" que tirei
94
Ausente e com saudade tamanha
Procura-se às vezes no computador
Qualquer coisa que entretenha
E encontrei suas rimas de valor
95
Assim que marquei presença
No blog com esta escrita
Felizmente não foi por doença
Mas por trabalho e de "visita"
96
Se algum dia puder ficar
Nesta terra (ou outra maior)
Irei sempre lembrar
Esta conversa no computador
97
Também terei sempre presente
Que em cada uma cantiga
Deste meu tempo ausente
Encontrei uma palavra amiga
98
Oxalá possa continuar
Esta conversa consigo
Enquanto a rima faltar
Isto será um porto de abrigo
99
Só conheço de si ainda
Que é Terceirense e que adora
A Serreta, freguesia linda
E Santuário de Nossa Senhora
100
Perguntei aqui a uma pessoa
Quem era a Trulú que estão falando
Disseram-me que foi uma boa
Artista improvisando
101
Como disto eu nada sabia
E é um tema de valor
Quando fôr a Sta Maria
Verei se temos algum Cantador.

5/12/2007
A Cagarra

A resposta imediata:

102
Apresso-me a responder
Às suas quadras tão lindas
O gosto está a crescer
Por lhe dar boas-vindas!
103
Queria tomar um café
Num bar da nossa cidade
Para ver você quem é
E formalizar a amizade
104
Confesso que estou desperta
Para saber a vocação
Encontrou-me na hora certa
P'ra mostrar sua inspiração
105
Vejo que entrou no tom
Desta nossa maravilha
Acredito que é um dom
Que nasce por sermos " ilha".
106
Conheço pessoa amiga
Que vive em Santa Maria
O serviço que a "abriga"
Faz parte do meu dia-a-dia.
107
Peço que não vá embora
Sem comigo vir falar
Arranje-se uma hora
Para vir me visitar.
108
"Alma de Poeta" é da ilha
Onde você foi nascida
Ela connosco partilha
Os poemas de uma vida.
109
Santa Maria me encanta
Pelo que vou espreitando
Por lá também se canta
E muito se vai blogando.
110
Você é jovem activa
Com vontade de trabalhar
Peço a Deus com força viva
Que nada faça falhar.
111
Quando à ilha regressar
"Cagarra" não vou esquecer
Agora vou-me apressar
P'ra de novo me responder.
112
Vamos deixar as cortesias
Pode-me tratar por "tu"
Sinto que por estes dias
Vamos falar da Turlu.
113
Isto que agora fazemos
Um dueto memorável
De certeza não esquecemos
A cantoria agradável.
114
Nestas pétalas deixamos
Transparecer o coração
À Virgem Mãe enviamos
Um pedido em oração:
115
Que depare uma forma
Dos jovens terem trabalho
Que haja alguma norma
Que dê a todos agasalho
116
Que regressem aos Açores
Os que estão p'ro Continente
E no meio destas flores
Viva tudo mais contente.

Abraços amigos
5/12/2007
Azoriana

(Ver Parte I)

Nova corrente

"Diz que até não é um mau blog"


A Grilinha achou que eu merecia este prémio e eu agradeço-lhe muito pela lembrança.

Gosto de rimas e o meu blogue espelha a minha felicidade quando íntegra um desafio à moda da ilha Terceira. A tecla é que canta o que me vai na alma e há quem já não se espanta e volta e meia renova a palma. Portanto, este prémio é também para todos os que me visitam e comentam.


... Regras a cumprir pelos premiados: ...


1. Este prémio deve ser atribuído aos blogues que considerem serem bons, entende-se como bom o blog que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.

2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.

3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja - Skynet - pode fazê-lo no post).


Os 7 nomeados são:


1 - O filho bloguista - A Criança
2 - O 'pai' bloguista - A flor da pele...
3 - A 'irmã' bloguista - Chica Ilhéu
4 - O marido bloguista - Futebol, Gente e Toiros
5 - O amigo bloguista - Galeriacores Cartoons
6 - O 'irmão' bloguista - Ideias e Ideais
7 - O 'primo' bloguista - Porto das Pipas

Neste Natal - A todos por igual

O Natal já se apressa
A rondar-nos com fartura;
O Advento é a promessa
Do que virá com ternura.

No Presépio do Menino
Coloco minhas orações
Para que dê bom destino
Às prendas dos corações.

Agradeço a *Deus-Jesus*
Por nos dar vida e saúde;
Mais tarde virá a Cruz
P'ra orarmos amiúde.

O brilho deste Natal
Se espalhe por toda a terra:
Dê a todos por igual
Terno Pão em vez de guerra.

A todos os visitantes
Que já me conhecem bem
E aos outros mais distantes:
Tenham Bom Natal também.

Eis aqui a minha oferta
Que vos dou com mais carinho
Deixo a minha porta aberta
P'ra prenda vir a caminho.

imagem da net

Rosa Silva ("Azoriana")

RecordAndo

Há...

Há uma hora onde só eu sinto
a doçura das palavras

e nasce-me uma pétala
os espinhos são quebrados

há uma hora
no meu viver
de criar
para não morrer

Não se morre quando a hora é de sonho!

Azoriana

2005/09/18 00:35
in "Sonhos de Poeta"

«Chuva de rimas» - Azoriana e "ilhas"

O "ilhas" veio ajudar:

51
Fiquei tão admirado
com tão bom rimar
por isso estou tão calado
p'ra ninguém chatear
52
este desafio d'Azoriana
está a dar que falar
Já dura à mais de semana
e acho que vai continuar
53
Aqui onde se agarra
o mar com o rochedo
mora uma cagarra
poetisa sem medo
54
a desgarrada animada
que faz alguém feliz
vai aqui ser continuada
como azoriana quis.

abraços para as duas
4/12/2007
"ilhas"

E assim lhe respondi:

55
O "ilhas" é meu amigo
E revela estar atento
Ao que se passa comigo
Quando tocada p'lo vento.
56
O vento da inspiração
Toca as mentes da Terceira
Parece até vocação
Cantar-se desta maneira.
57
Aos pares no desafio
Vão homens na cantoria
Poucas mulheres se viu
Entrar nesta romaria.
58
Turlu, foi mulher famosa
De quem sempre ouvi falar
Ela, sim, foi corajosa
Nesta moda popular.

Abraços para o "ilhas"
4/12/2007
Rosa Silva ("Azoriana")

Aí vem mais cantoria:

59
Turlu já centenária
anima a blogesfera
nesta cantoria vária
que a alma`inda espera.
60
Fomos a homenagear
como ninguém fez
nestes cantos a rimar
como ela... Talvez?!
61
Este ano será lembrada
pelo nosso carnaval
vai ser bem cantada
em homenagem sem igual.
62
A ideia quem a lançou
foi Azoriana serretense
que a data do nascer lembrou
da Turlu poetisa terceirense.

"Ilhas"
4/12/2007

Na resposta treino o canto:

63
Amigo tu tens razão
Nos versos qu'agora deste
Vamos ter ocasião
De ouvir o que disseste.
64
Não sei se somos iguais
À mulher dos desafios
Acontece que jamais
Senti desses arrepios.
65
Minha voz não foi treinada
Para cantar ao luar
A escrever não custa nada
E agora estou a treinar.
66
Se conheceres alguém
Que tenha uma garagem
Leva-se violas também
Para ver se há coragem.
67
É assim que fazem cá
À conta do Carnaval
Mas não sei como será
Cantar rima ao natural.

4/12/2007
Rosa Silva ("Azoriana")

O "ilhas" continua seu rimar:

68
A rima natural
Faz-se com magia
No palco do carnaval
No terreiro na cantoria
69
Saem assim aos molhos
Cantigas para florir
Vão encher ouvidos e olhos
De quem as ouvir
70
Nas cantigas certeiras
Piada podes ouvir
Nas "velhas" matreiras
Muito poderás rir
71
És dotada a rimar,
Que duvida não reste,
Um dia vais brilhar
E não será só na Internete.
72
Já te estou a imaginar
Num terreiro despachada
Ao João Angelo a atacar
Sem ficar atrapalhada...

"Ilhas"
4/12/2007

A resposta sai a rir...

73
"Sem ficar atrapalhada"
Na resposta vou seguir
Vejo que não tarda nada
No terreiro te vais rir
74
João Ângelo é artista
Nas "Velhas" é um doutor
A cantar com a bloguista?!
Não tenho tanto valor...
75
A ideia é simpática
Colocou-me bom sorriso
Agora estou apática
E a remoer o juízo...
76
As "Velhas" só ele canta
De forma muito brilhante
Sua fama já é tanta
Que nem ouso ir avante.
77
No meio da euforia
Saem cantigas matreiras
O tema da cantoria
Tem de ter "apanhadeiras".
78
Deves saber do que falo
Nesta hora verdadeira
Em vez de cantar o galo
Dá-se voz à cantadeira.
79
As mulheres tomam conta
Dos eventos regionais
Até não pegarem de ponta
E brigarem os casais.
80
Para os lados da Serreta
A festa é das senhoras
Com elas ninguém se meta
Fazem tudo sem demoras.

4/12/2007
Rosa Silva ("Azoriana")

«Chuva de rimas» - Azoriana e Cagarra

Como tudo começou:

1
A chuva que nos invade
Caindo em turbilhão
Não sei como é que há-de
Consolar esta ocasião.
2
Na rua e na minha alma
Caem versos em solitário
E p'ra vencer esta calma
Chovem ais neste diário.

27/11/2007
Azoriana

E assim continuou:

1ªs Cantigas: Da Cagarra

3
"Chovem ais neste diário"
Porque queria muito cantar?
Está a correr ao contrário
Sem ninguém a ripostar
4
Mas eu, de passagem
Por esta Ilha Terceira
Juntei palavras e coragem
Para dar resposta à maneira
5
Nestes dias que passam
Dois meses já lá vão
São tempos que esvoaçam
E fica a saudade no coração
6
Nova vida, trilhos que desconheço
Mas como guerreira que sou
Quero menos que mereço
E aventurar-me por aqui eu vou
7
Vou lançar-me ao mar
Sem promessa e sem jura
Ausente do medo de naufragar
E de cair em amargura
8
Quero dar sem receber
E preencher todo o vazio
Vou lutar contra o sofrer
E aquecer este teimoso frio.

29/11/2007
A Cagarra

1ª Resposta: Da Azoriana

9
À friorenta Cagarra
Agradeço sem demora
À boa quadra se agarra
E me visita nesta hora.
10
Visitante de viagem
Pela nossa ilha Terceira
E nas quadras de passagem
Vem a rica cantadeira.
11
O que faz cá pela ilha
A Cagarra amistosa?
Gosta e vejo que partilha
Os versos em vez de prosa.
12
Veio conhecer a saudade
Aprendeu a cá voltar
Nasce sempre amizade
Ao passar neste lugar.
13
E na secreta missiva
Planta o lado cantador
À luta não se esquiva
E ao mar encantador.
14
Nossa ilha tem mais encantos
Sabe dar e bem receber
Embrulhamos nossos prantos
Pra sorrir ao amanhecer.

Obrigada! Volte sempre.
29/11/2007
Azoriana

2ªs Cantigas - Da Cagarra

15
Há muito que conheço a Saudade
Fruto da distância e separação
Na vida temos de seguir a vontade
E partir ao serviço da vocação
16
Passagem me trás por cá
Mas estou a fazer que permaneça
Minha bagagem quero pousar já
E que este meu trabalho apareça
17
Meu "ilhéu" banhado por mar
É lindo por natureza
Praias, sol e bom ar
Esperam por si com certeza
18
Pouco tenho de Cantadeira
Sou alguém que canta a dor
Contagiada pela terceira
Terra de tanto Cantador
19
Vinda de outra até à sua Ilha
Trago em mim imensa amizade
Na união a essência da partilha
E talvez a suposta felicidade
20
O seu "volte sempre" agradeço
Gosto de me sentir Bem-Vinda
Vamos a ver se mereço
Sua hospitalidade tão linda
21
Quando eu tiver de parar
Por favor, avise-me logo
Será um pedido a respeitar
Porque é a dona deste blog.

30/11/2007
A Cagarra

2ª Resposta - Da Azoriana

22
Outrora uma revelação
Fez parar um bom rimar
Vou perder a tentação
De pedir p'ra se revelar.
23
Faço gosto na cantoria
Que corre e ao seu dispor
Canta-se em qualquer dia
Agora com mais fervor.
24
Siga a sua vocação
Por trilhos que acalenta
Na maior satisfação
E na forma que apresenta.
25
Espera felicidade
No mar, terra e ar,
Na ilha a amizade
Ocupa um bom lugar.
26
Seu trabalho de certeza
Merece a nossa atenção:
"Canta a dor" dá tristeza
De resto não faz menção.
27
Respeito a sua vontade
Gosto da sua presença,
E p'ra dizer a verdade
Peço que não seja doença.
28
"Volte Sempre" eu insisto,
Cante com grande emoção
Do Desafio não desisto
Rimar é minha vocação.

30/11/2007
Azoriana

3ªs Cantigas - Da Cagarra

29
Descansada pode ficar
Porque não é doentio
Inspira-me um bom rimar
Quando no interior há vazio
30
As palavras me confortam
E o gosto de escrever
São melodias que não voltam
E trazem sonhos ao entardecer
31
Nostalgia ao peito erguida
Coração sempre apaixonado
Desejo e vontade contida
Num presente quase passado
32
Mas deixemos de lamúrias
Para dar a si resposta
São pequenas luxúrias
De uma alma bem disposta
33
Eu fiquei sem saber
Se na minha ilha acertou
Não me deu a conhecer
Se sabe de onde sou
34
Uma coisa que me intriga
É que nunca mais postaram
Nem mais uma só cantiga
Os outros comentaram
35
Nem o "Galeriacores" nica,
Nem o "Ilhas" vem ao contrário,
Nem o "Ideias&Ideais" dá pica,
Como este pobre comentário?
36
Talvez me possa ensinar
Com experiente explicação
O modo de funcionar
Deste meio de comunicação.

3/12/2007
A Cagarra

3ª Resposta - Da Azoriana

37
Descansada já eu estou
E pronta p'ro desafio
Porque aqui nunca cantou
Cagarra com tanto brio.
38
Vou abrir a nova sala
Pra mudar os comentários
Porque agente não se cala
Enchendo estes diários.
39
Sua ilha eu não sei
'Inda não levantou o véu
Em Santa Maria pensei
Valha-me esta Mãe do Céu.
40
Para além desse "ilhéu"
Devem haver mais belezas
Vá tirando o chapéu
Para me dar mais certezas.
41
Sua alma é bem disposta
Inda me vai contagiar
"Cagarra" também aposta
Neste modo de blogar.
42
Se eu passar para artigo
As cantigas neste tom
Aposto que algum amigo
Vai comentar nosso dom.
43
Vou numerar as cantigas
Como fiz noutra ocasião
Estas linhas são amigas
São ecos d'inspiração.
44
Eu lhe posso ensinar
A blogar deste meu jeito
"O modo de funcionar"
Virá todo a preceito.
45
Um e-mail irá criar
Junto do SAPO amigo
E depois já pode entrar
Na edição de um artigo.
46
Pense um título p'ro blogue,
Seu rumo p'ra navegar
Depois disso então jogue
A rima nesse lugar.
47
Importa o endereço
Ser algo fácil e são
Depois eu já não esqueço
Far-se-á revelação.
48
Aconselho nome curto
De fácil memorização
De cantá-lo não me furto
Prestar-lhe-ei atenção.
49
Cagarra e Azoriana
Uma dupla imbatível
A rima já não engana
Faz a vida apetecível.
50
De mim sabe quase tudo
De si não sei quase nada...
Daqui até ao Entrudo
Saberei sua 'morada'?

3/12/2007
Azoriana

A família serretense

A Sociedade Filarmónica Recreio Serretense é notícia em vários sítios na internet.


 


Na Via Oceânica, nos jornais on-line - A União e o Diário Insular - e noutros sítios.



É importante acentuar que esta banda teve início a 4 de Dezembro de 1873 e foi dirigida pelos seguintes maestros:

Francisco Sousa Cota - de 1873 a 1905 (32 anos)
José de Sousa Diniz - de 1906 a 1958 (52 anos)
Manuel Gonçalves Duarte - de 1958 a 1990 (32 anos)
José Caetano Martins - até 1994 (4 anos) - residente nos Altares
João Marcelino Alves Costa - de 1994 e seguintes (conta nesta data com 13 anos).

Em 2 de Dezembro de 2007 foi o lançamento do CD e no futuro será o Museu da Filarmónica.

1 - O Pároco da Freguesia da Serreta, Manuel Carlos, fez um discurso deveras interessante, histórico, incentivador e de louvar na festa comemorativa do 134º aniversário da Filarmónica. Tenho pena de não o publicar mas afirmo aqui que, na minha modesta opinião, este Reitor do Santuário de Nossa Senhora dos Milagres muito tem feito a favor desta freguesia e não é a primeira vez que o vejo participativo nas comemorações e estreias na Sociedade e outras instituições locais. De certeza que a população da Serreta nutre por ele uma grande simpatia e reconhece o seu apostolado.

Lembro que, pela primeira vez, em Setembro de 2007, na Casa dos Romeiros, foi feita uma exposição alusiva ao culto de Nossa Senhora dos Milagres, à prática religiosa da freguesia e a momentos marcantes do templo, com "imagens e alfaias litúrgicas do Santuário de Nossa Senhora dos Milagres, documentos e livros paroquiais, fotografias, excertos de livros de história relacionados com a Serreta e recortes alusivos da imprensa publicada na Ilha Terceira". Também esteve patente "um Mapa do Mundo onde estavam assinalados os filhos da freguesia que, em demanda de melhores condições de vida, fixaram a sua residência em países de emigração, sobretudo Estados Unidos, Canadá e Brasil."

É de louvar o trabalho que o Pároco tem feito, nomeadamente as pesquisas aos livros paroquiais para se inteirar do passado da freguesia que o acolhe com muito gosto. Ele não se fica por aí e vai falando com a população mais antiga para saber a história de uma freguesia que é pequena e vai perdendo algumas coisas e ganhando outras mas tem a alma gigante. Como não é rica em nascimentos perdeu a Escola mas é rica noutros atractivos e vai ganhando a presença dos naturais mesmo que residentes noutras partes da ilha ou fora dela.

2 - Quando se fala e/ou escreve do nosso torrão natal sente-se uma coisa no interior inexplicável e então quando algo corre tão bem como neste Domingo é ainda melhor e há um brilhozinho nos olhos, em sinal de felicidade. Fico feliz por pertencer a esta família serretense, por escrever sobre ela e pelos sorrisos que me dão. Desta vez o João Marcelino Alves Costa plantou-me muitos sorrisos. Também fiquei a conhecer o homem - Porfírio Domingues - que sabe manobrar o som e se empenhou em produzir um lindo CD, sonhado pelo grupo serretense. Sei muito bem o que sentirá o João Marcelino pelo lançamento deste que, de certeza, considera como um filho.

3 - Dou os parabéns a todos os elementos que fazem parte da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense. Deixo uma palavra de apreço ao Presidente da Direcção da Sociedade, Rui Gomes, que conheço desde sempre e merece toda a estima. Nele brilha um sorriso de felicidade. Sempre lhe conheci aquele sorriso que agora fica perpetuado por esta efeméride.

4 - A todos os músicos, do sexo masculino e feminino, mais antigos e os novos, um abraço e que o sorriso da Senhora dos Milagres seja sempre o vosso consolo.

Angra do Heroísmo, 3 de Dezembro de 2007

O evento musical serretense - 2 de Dezembro de 2007

Após um minuto de silêncio pela partida inesperada de um sócio da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense, da família do maestro, João Marcelino Alves Costa, que, por isso, viu-se impossibilitado de estar presente nas comemorações do 134º aniversário da Filarmónica Recreio Serretense, que foi criada a 4 de Dezembro de 1873, e que hoje, dia 2 de Dezembro de 2007, foi marcado pelo lançamento do disco compacto (CD) idealizado por este maestro dedicado - João Costa - e produzido por Porfírio Domingues.

É um CD histórico, repleto de boas imagens para memória futura, com textos que perpetuam um passado de uma música que tem a honra de ser a mais antiga da ilha, em actividade.

Foi para mim uma agradável surpresa e uma grande felicidade ver também a letra de uma das minhas inspirações editada neste CD. A partir de agora a letra "Senhora dos Milagres" ficará a pertencer ao CD comemorativo de mais um aniversário. Não tenho palavras para agradecer esta alegria.

Tive, assim, oportunidade de cumprimentar Porfírio Domingues, produtor deste excelente trabalho inédito na freguesia da Serreta, uma voz simpática e sonante que só conhecia da rádio, e que através de uma pesquisa que o próprio fez na internet foi de encontro à palavra "Serreta" e gostou do que dizem ser hino - Senhora dos Milagres. Quem me dera ouvir a esposa de João Costa, Helena Costa, a interpretar esta letra acompanhada pela filha num video-clip onde o cenário principal seria o Altar de Nossa Senhora... Quem sabe fica a ideia para novo projecto no sentido de levar a Serreta da palavra a um audio-visual complementar.

O som do CD é divinal e tem tudo para esgotar brevemente o stock que estará disponível nos próximos tempos.

João Marcelino não esteve a ouvir o Representante da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, o Presidente da Direcção da Música e o Reitor do Santuário, Manuel Carlos, e a voz inconfundível do apresentador deste dia - Porfírio Domingues, mas tenho a certeza que esteve presente no coração de todos que aplaudiram o Concerto que se seguiu com temas que estavam muito bem ensaiados e fazem jus à sua maestria.

Junto com a alegria senti profunda tristeza pela falta daquele que traz a música e a Serreta no coração...

E se meu pai fosse vivo, contaria hoje 78 anos e estaria muito feliz com esta coincidência festiva. Afinal somos todos uma família... a Família Serretense.

Recordo com saudade os restantes familiares que já partiram para outra dimensão e que também estariam felizes com este evento ímpar. Sem sombra de dúvida que a minha falecida mãe hoje rejubilaria e não deixaria esquecer, tal como eu, outros familiares que estão emigrados (primos e a minha querida madrinha de baptismo) e tantos outros que já conhecem este percurso da Serreta na internet, que fui colocando conforme a voz da inspiração.

Quero agradecer a todos os serretenses que perceberam o quanto estimo o meu torrão natal, incluindo o Presidente da Junta de Freguesia, como representante máximo da alma serretense.

O meu agradecimento em especial vai para o João Marcelino que com gosto, sacrifício e sabedoria ensina os novos músicos onde está incluído o meu benjamim, e desde 1994 rege e mantêm viva a Filarmónica Recreio Serretense.

Um bem-haja para todos!

Rosa Silva ("Azoriana")

PARABÉNS!


Sociedade Filarmónica Recreio Serretense

A Serreta esteve em festa
Num evento comemorativo
Numa imagem que atesta
Este artigo informativo.

João Costa e Porfírio Domingues
Sociedade, Câmara e Junta de Freguesia,
E patrocínios que os distingues
Num disco compacto de primazia.

Eis a música serretense
Num compacto de amor
A farda que lhes pertence
Enobrece o seu valor.

Os aplausos ecoaram
No palco dos corações
Os músicos actuaram
Angariando ovações!

Parabéns! Parabéns!
134 anos tens!