Escrevi um texto de Natal, um mês antes...

Escrevi um texto a ilustrar o meu sentimento a respeito dos "novos" Natais que se aproximam.

Não o divulguei a toda a gente mas divulguei-o aos amigos da minha lista (bloguista). O motivo de não divulgar a todos é porque há coisas que só os amigos entendem. O mundo nos vê, Deus nos conhece e nesse texto tudo é como parece e está melancólico demais.

Estava eu envolta nessa tristeza quando na hora do bendito almoço de "roupa velha" sinto a chegada de um envelope no porta-cartas (que desagua no chão) que não tem caixa. Fui logo ver, não fosse alguma conta fora de horas para pagar... Nada disso! Era um envelope branquinho e leve com um cheirinho a comprar e dar.

Era o "Pai Natal" disfarçado e cabia inteiro dentro do envelope que logo de entrada rezava assim:

"O prazer de comprar tudo o que nos apetece só é superado pela alegria de dar aos outros o que mais desejam" (...)

Não vou transcrever tudo porque é pessoal e intransmissível e ninguém deve aceder a uma notícia desta natureza a não ser eu...

Mas olha lá ó Pai Natal: Não me venhas com tentações destas porque sabes bem que o Natal é mais aquilo que eu escrevi no texto para os amigos... Este "NATAL" que me queres oferecer é cativante e cheio de dourados mas o pior é as agonias que vêm a seguir a esta bondade toda...

Prefiro ficar-me pelo meu "Natal" em que não posso comprar tudo o que me apetece mas quero sorrir para os meus filhos e para quem convivo.

Até lá... um abraço!



Rosa Silva ("Azoriana")

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