Olhando "A União" - Jornal terceirense

Teve fundador em Dezembro de 1893, tem proprietário, sócio, um director, um editor, dois redactores, três coordenadores temáticos, um grafista, dois fotógrafos, imensos colaboradores cujos nomes são sobejamente conhecidos e uma administradora.

Depois deste passar de olhos pela ficha técnica do jornal "A União", em papel, que nos revela ser "Membro Honorário da Ordem de Mérito", sediado na Rua da Rosa, em Angra do Heroísmo, fixei-me na tiragem dos 1600 exemplares, apoiados pelo Promedia - Programa Regional de Apoio à Comunicação Social/Privada, que andam de mão em mão, de casa em casa, aqui ou mais além, ficando sujeito a artigos como este que, por acaso, até é de elogio e reconhecimento pelo trabalho de uma vasta equipa.

Pesquisei aquelas referências no jornal de sexta-feira, 27 de Julho de 2007, ano 114, nº 33.323, e surgiram duas razões para avançar com este post:

1ª - Na coluna da "OPunião", atraiu-me a página que mira os Blogs, por Félix Rodrigues, porque desde que existe sempre procuro ler as suas e outras inspirações.

2ª -  Mas neste dia, o que também me atraiu foi o famoso "Olho Nu". Na última página vinha a foto de um imóvel que reconheci logo à primeira vista, porque foi ali que encontrei tecto para me abrigar durante algum tempo. O texto que a acompanha está bem explícito e, também, já havia reparado que a placa toponímica da Rua do Marquês, da cidade de Angra do Heroísmo, não estava muito católica, como se costuma dizer quando algo não está conforme os regulamentos. Confesso que não me preocupei com a posição da placa porque ela já lá estava e, antes, que eu saiba, ninguém fizera reparo. Ela até estava menos fresca do que agora. Não há nada melhor do que "santos de fora" fazerem milagres porque "os" de casa não conseguiram outros embelezamentos a contento dos regulamentos.

É por estas e por outras imagens (e textos) que gosto de ler este jornal que costuma andar com os bloguistas debaixo de olho. Por tudo, resta-me agradecer e desejar muito sucesso a toda a equipa que continua, de olho vivo, a escrever para milhares lerem, contribuindo, assim, para que se faça o arquivo histórico de grande utilidade pública.

Rosa Silva ("Azoriana")

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