De Quinta-Feira Santa a Domingo de Páscoa - marcas do tempo

Vive-se a lembrança dos últimos dias da vida terrena de Cristo: A sexta-feira comemora a morte de Jesus Cristo, o sábado o dia de luto e o domingo a festa da ressurreição.

Para os judeus, a Páscoa é a celebração da libertação da opressão a que estavam submetidos no Egipto, de onde saíram sob a liderança de Moisés; para os cristãos, a Páscoa celebra a libertação da opressão do pecado, uma vez que se sentiam resgatados pelo sacrifício de Cristo.

Ao longo da Idade Média, a Semana Santa foi acrescida de novos rituais. Um desses foi a cerimónia do Lava Pés que ocorre na quinta feira à tarde.

No período medieval, surgiu um outro ritual, a espoliação do altar, ou seja, a retirada das toalhas e utensílios que foram utilizados, e as hóstias são transladadas para um altar lateral onde podem ser veneradas.

Um outro ritual, que também ocorre na Quinta-Feira de Endoenças, este pela manhã, é a missa da Bênção dos Óleos, utilizada para representar a unidade do clero em torno do bispo local, ao mesmo tempo em que demonstra a sua catolicidade. Os ritos da Sexta-Feira da Paixão lembram a morte de Jesus Cristo. Nesse dia, não ocorre a celebração da missa, apenas são feitas leituras e a adoração da cruz.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre (termos de pesquisa: Semana Santa) - Extracto do texto de alguns parágrafos.

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