Eu nem sequer sei quem sou
De onde vim p’ra onde vou
Só sei que sinto um prazer
De meus versos escrever.
E não pensem mal de mim
Pela escrita ser assim,
Pintada de sentimento
Terno bailado de vento.
E eu não sei quase nada,
Vou à solta pela estrada…
Meu sonho é uma constante.
Deixo pétalas do nome
Espinhos no sobrenome;
De poemas sou amante!
Rosa Silva ("Azoriana")
Terno bailado
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Que lindo - já tinha saudades de ler estes teus tão belos e ternurentos poemas.
ResponderEliminarBeijinhos.
Já algum tempo não passava por aqui, mas vejo que a inspiração continua em grande.
ResponderEliminarParabéns e um abraço.
Tal como tu, não sei de onde vim, nem sei para onde vou, nem o que ando cá a fazer?!
ResponderEliminarAlmas errantes...
beijinhos
Chicailheu