Viajo na rima
Sou uma mera cidadã
Que escreve a cor que sente
Às vezes pela manhã
Outras à noite, num repente.
Repentista, serei eu (?)
Neste voo tão gigante
Este dom que Deus me deu
Torna-se um viajante.
Sigo beijada p’lo vento
Atino à canção do mar.
(Preservo este momento
Só assim eu sei rimar).
A rima está em mim
E de mim não quer sair,
Vou levá-la até ao fim:
Neste amor quero cair.
Azoriana
De mim, instantâneo...
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