36. Sonhei com a Paz!
Uma pomba sobrevoa
Os céus manchados p’la guerra
E num verso ela entoa
A paz que apregoa
P’ra salvar a Terra
Quando a terra é ferida
Causa dor à humanidade
Perde-se o dom da vida
Fica enegrecida
Por tanta maldade
A sombra da guerra existe
Enublando os corações
E se dela não se desiste
Acaba-se triste
Perdem-se razões
Por isso a Pomba da Paz
Leva um hino de Glória
Canta-o se fores capaz
E a guerra se desfaz
Das páginas da história
E assim vou levando
Ao mundo um sorriso
A pomba que mando
Vem do Paraíso
E traz um recado
Por Deus enviado
Em forma de Aviso:
A guerra é desfeita
Com mais orações
A Paz seja feita
Pelos corações
O mal é uma cruz
O bem uma luz
Paz para as multidões!
24/08/2006
”Azoriana”
Rosa Silva
Sou participante com o nº 36, em resposta ao Convite Versando "A Paz", Vem comigo, publicado no Recanto das Letras.
Agradeço à amiga poetisa Tere Penhabe, autora do sítio "Amor em Verso e Prosa", por me ter repassado o convite formulado por Deth Haak «A Poetisa dos Ventos».
Lindo! Lindo! sempre inspirada!
ResponderEliminartodos precisamos de paz tanto exterior como interior mas é quase utópico a a conseguir porque este é mundo que criamos sem paz
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