No Domingo do Bodo, a Chica inspirou-me um comentário diferente que trago para aqui e faço a minha homenagem a ela, mulher terceirense e de muita fé no Divino Espírito Santo:
Alfenim em Louvor ao Divino
Alfenim, bom alfenim,
Tua doçura, nossa promessa,
Alfenim, santo alfenim,
Linda alvura em cada peça!
Pelo Bodo estás na frente,
Com doçura e divindade,
O sentir está na gente:
Pentecostes e Trindade!
Quando a dor nos atinge,
A fé ajuda a suportar,
No alfenim ela se tinge,
E a depomos no altar.
Branca, alva e muito dura,
Nossa oferta ao Divino,
No coração vai a ternura,
Canta ao toque do sino!
Alfenim, bom alfenim,
Tua doçura nossa promessa,
Alfenim, santo alfenim,
Linda alvura em cada peça!
Nota: Chica, já choro... lembrei-me que era meu pai que arrematava o alfenim no Domingo do Bodo, perante os olhares dos residentes e forasteiros. Ele também ficava na frente do Império da Serreta a arrematar as rosquilhas de massa sovada que eram e são uma especialidade desta freguesia. Há recordações que nunca irão morrer pois ficam guardadas na memória colectiva. E tu, Chica, mereces o meu elogio por estares a divulgar algo que nada nem ninguém irá mudar. O Divino Espírito Santo faz parte de nós, está no coração de quem o ama.
Bem hajas!
Olá. E andei por aqui a espreitar. Com que então só a comer bolinhos ?ALFENIM'. _Será que são doces'!... Se sim, são bons.
ResponderEliminarFica bem.
Beijinhos.
Manuel
Claro que são doces... porque são puro açucar. Um exemplar dá para a família inteira.
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