Que amor!




Tão frágil sou
neste meu sangue
que de azul
só em veste minha.



 


 

E fez-se em mim
amor p'la rima
musa encandeia
mais à noitinha.


 
 

E se o sorriso
aponta o dia
nasce a esperança



 


 

... e eu canto: Há vida!





© Azoriana

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