Viagem ao mundo interior. Índice seletivo (ver abaixo)
Tão frágil souneste meu sangueque de azulsó em veste minha.
E fez-se em mimamor p'la rimamusa encandeiamais à noitinha.
E se o sorrisoaponta o dianasce a esperança
... e eu canto: Há vida!
© Azoriana
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