Quando a noite vai caindo
Com um trago de amargura
Já também vai insurgindo
O inverno da Bravura.
Eu que nem o tempo prendo
Porque o tempo não é meu
Já é sorte estar escrevendo
O que um dia será teu.
Solto amarras à escrita
Dou corda ao pensamento
Nem a letra é bonita
E com a pena até tento.
Olho a fonte imaginária
Numa letra de cristal
Sentada na secretária
Teclo a letra ideal.
Vamos, vamos de mansinho
Para o fim de semana
Aceita um bom carinho
Da amiga Azoriana.
E se mais quiseres ler
Sem papel na tua mão
Convém que 'inda possas ter
Onde ponhas a visão.
Rosa Silva ("Azoriana")
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