Serreta

É um abraço de terra
É um sorriso de Deus
Um altar prós filhos seus
No vale da baixa serra.

É um olhar sorridente
E outro rico de dor,
Da Mãe de Cristo, Senhor,
Que recebe toda a gente.

Em tempo de romaria,
Chama a Si o povo crente,
E quer ver-se novamente
No Altar que outrora via.

Que as flores do Seu Jardim,
Depostas junto ao Altar,
Se possam, hoje, transformar,
Em esmolas para bom fim.

Santuário Diocesano
É tudo na freguesia;
A morada de Maria
É Altar Açoriano.

A fé caminha do berço,
Que nos dá a Criação
E nas contas da Oração
Se faz a obra do Terço.

Rosa Silva ("Azoriana")

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