O princípio do frenesim

Quando começam os ares de vento a tocar-nos a pele corada pelo astro rei, o movimento dos "quase" últimos arraiais, começa em mim também o frenesim para os tons e cores serretenses. É como que um pré-anúncio do ir, com o "taleigo" de roupas, calçado e afins, para onde se tem a bondade parental de nos acolher, sem mesmo cá estar ou com a descendência para lá do atlântico... Começo a pensar que a alegria de voltar à casa-mãe, dos Milagres e dos cânticos, das flores e das cores vivas, é uma nova meta, para quem esteve na eminência da partida. E, se ainda, por cá estou, é para seguir a trabalhar por Nossa Senhora, seja de que maneira for (com ou sem ajuda humana). Com isto tudo, haverá alguém disposto a estar em operação renovação comigo, à laia de "caridade"?!

Acho que sei quem dirá Sim! - a minha Mãe!


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Rosa Silva ("Azoriana")

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