conto, não conto, conto, não conto... ganhou o [não conto]
E quando um ganha o outro cala-se. E pronto, não havendo mais nada a tratar, fico-me pelos pontos finais. É que o fim, às vezes, pode não o ser... até que chegue "era uma vez".
Entenderam?! Ah, não! Tenho pena, mas esta é só para memória futura e talvez nem me lembre porque escrevi estas letrinhas 🙂
Haja saúde e alegria
Na boca da estação
Tenham boa companhia
Nas nossas festas de verão.
O verão anda sisudo
Sombra aqui, cousa acolá,
Deus me livre do entrudo
E de outras cousas cá.
É que a dança feliz,
Ou triste, mesmo assim,
Será o que o povo diz,
E o que digo por mim.
Cada um sabe o que tem
Da sua porta pra dentro,
Toda a sorte que vem
Nem sempre bate no centro.
Rosa Silva ("Azoriana")
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