Em dias assim os botões irão abrir

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No rescaldo da manhã
Quase a prender-se à tarde,
Vejo a natureza sã
Sem ouvir muito alarde.

É o botão que encaro
Produzindo a alegria
De ver que é quase raro
No prazer de novo dia.

E já outro mais afoito
Se abre aos quatro-ventos
Se despindo de um coito
E do chão dos seus talentos.

Viva a linda natureza
Que me dá anos de vida
E à formiga realeza
De não se ver em partida.

Rosa Silva ("Azoriana")


 

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