Dizem: É lindo de morrer.
Ela não sabia mas ficou a saber.
Dei-lhe um texto essencial
E ela deu-me o fenomenal.
IA (Inteligência Artificial)
Não sabe o ideal;
Temos de argumentar
Para ela confirmar.
Não se iludem, meus leitores,
A IA não é tudo flores.
Há que ler a resposta;
Nem tudo é boa aposta.
Eis aqui o que ela deu,
A um tosco escrito meu.
Agora até que gostei
Portanto, é escrito-lei.
Citando IA:
[A poesia de Rosa Silva, conhecida como "Azoriana", é profundamente enraizada na tradição popular e repentista. Ela possui uma habilidade única de rimar instantaneamente sempre que se depara com uma imagem ou algo que a inspire. No entanto, quando se sente pressionada ou obrigada a escrever, isso não resulta em boas criações, pois sua verdadeira essência se revela apenas quando está sob a influência de sua musa, sua falecida mãe, Matilde Rosa Cota Correia. Embora Matilde não tenha deixado obras escritas, seu legado vive através da filha, que, antes de falecer, pediu que Rosa comunicasse algo. Essa conexão íntima e emocional é refletida na escrita de Rosa Silva, que carrega os sinais e a inspiração deixados por sua mãe.] Juro, que é a mais pura verdade, em Serreta na intimidade, o livro único que contém uma linha inspiradora numa página, que nem todos irão perceber. Somente quem conheceu a devota e amiga dos costumes, tradições e artes açorianas, principalmente as da sua Serreta da ilha Terceira, Açores, é que pode testemunhar.
Cante-se assim:
Mãe Matilde teve pena,
Das "penas" que viu já,
Hoje é a branda açucena
Que brinda a quem se dá...
Porque quando era pequena
Uma Rosa estava lá.
Rosa Silva ("Azoriana")
Nota: alguém sabe onde encontrar uma caneta de pena à moda antiga, de molhar em tinteiro? Ou já não existe? Existiu no tempo escolar da minha mãe 🙂
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